quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Sendo a menina do meu primo - 1

Olá eu me chamo Guilherme , tenho 17 anos, sou branquinho , cabelos castanhos compridos , olhos verdes , 1,67 de altura , 54 kg , corpo lisinho e sem pelos e uma bundinha carnuda e arrebitada que sempre trouxe muitos olhares pra mim , além de algumas passadas de mão e brincadeiras do tipo me chamar de gostosa e tals , mais eu nunca dei muita atenção , embora eu admito que gostava quando passavam a mão em mim Esse conto é sobre como eu perdi a virgindade com meu primo, eu sempre fui muito chegado a minha família principalmente aos meus irmãos e primos , principalmente minha prima Amanda e meu primo Rafael, o qual veio a tirar minha virgindade, sempre quando a família se reunia no sítio em que meus avós moram eu quase sempre dividia quarto com o Rafael, eu sempre escutava ele soltando gemidos a noite enquanto se masturbava e quase sempre eu dava um jeito de espiar, e ficava me imaginando tocando naquele pauzão, nada nunca acontecia, e eu sempre no sonho, acontece que na última vez que nos reunimos pra comemorar o aniversário da nossa avó, teve a novidade que meus avós tinham mandado instalar uma piscina lá, o que me deixou bem feliz pois eu sempre adorei nadar , no primeiro dia já aproveitamos bastante , eu fiquei tanto tempo lá que estava começando a criar escamas kkkkkk,eu senti várias vezes o Rafael me agarrando por trás e várias vezes apertando a minha bunda, eu adorando fingia que nem sentia e ele continuava, cera vez ele se posicionou de tal modo que seu pau duro roçava no meu braço e eu adorava mas ainda fingia não perceber, eu entrei na piscina logo depois do café da manhã e fiquei até de tarde quando o sol começou a se por eu sai da água porque lá era só o sol se por que a temperatura cai pra menos -25°, eu entrei e tomei um banho bem quente e vesti uma tonelada de roupas, fui pra sala de estar do sítio que estavam minha irmã , minha avó e o Rafael , eu me sentei entre o Rafael e minha avó, eu sentia o Rafael colocando a mão na minha coxa de lado e seguindo pra minha bunda eu olhei pra ele e vi ele fazendo um olhar de pervertido , e pos um dedo da outra mão sobre os lábios indicando silêncio e depois apontou pra minha avó, ele continuou com a mão até que chegou na minha bunda a qual ele apertou sem a menor dó, em seguida colocou a mão dentro da minha calça e apertou denovo minha bunda só que sem o tecido por cima dessa vez , ele continuou mexendo e começou a passar o dedo no meu buraquinho virgem e eu me controlei muito pra não começar a gemer, ele parecia se divertir me vendo sofrer pra controlar os gemidos, depois de um tempo minha avó saiu da sala , nesse momento ele tirou o dedo e levou a mão a boca molhando o dedo e voltando dessa vez entrando a pontinha e girando, me dando um prazer absurdo, ele tira a mão e fala no meu ouvido : -Hoje a noite eu vou comer seu cuzinho CONTINUA .................

Tio peludo e sobrinho lisinho

Me chamo Joelson branco, cabelos e olhos castanhos, magro sem pelos no corpo moro com minha avó desde que nasci, minha mãe se casou com um homem e se mudou para outro estado e eu fiquei. Meu tio Emerson irmão de minha mãe se separou e veio morar conosco a uns dois meses. Tio Emerson é um homem muito bonito, tem uma cara seria, mas é bem legal sempre nos demos bem. Ele é um pouco mais alto que eu, cabelos castanhos ja um pouco grisalho assim com sua barba e os pelos do seu peito, seu corpo é normal, não é magro mas também não é gordo apesar de sua leve barriguinha, tem as pernas fortes e as coxas grossas devido aos rachas que gosta de jogar com os amigos,seus braços são fortes e seu peito e largo talvez pelo trabalho braçal que faz na fabrica onde trabalha. Não sei o porquê da separação, meu tio não gosta de falar sobre o assunto, mas nunca gostei muito de sua mulher que sempre foi muito chata. Como a casa de minha avo é pequena e tem apenas dois quartos o dela e o meu quando meu tio veio morar conosco passamos a dividir meu quarto e passei a dormir na cama de cima da beliche que nunca foi desmontada desde que minha mãe foi embora. No inicio foi um pouco complicado eu me acostumar com outra pessoa no meu quarto ja que sempre fui muito timido e ja não dividia o quarto desde que eu era uma criancinha o que ja não sou mais. As vezes eu me esquecia do meu tio e vinha do banheiro tirava a toalha ficando nu procurando uma roupa limpa e meu tio entrava no quarto me deixando envergonhado ele dizia para eu não me preoculpar que ele era homem tambem. Meu tio dormia de cueca então passou a ser comum ele quando estava dentro do quarto ficar semi nu e aquilo mexia comigo, no inicio uma certa vergonha,mas depois um sentimento de atração, desejo de ver mais de sentir aqueles mamilos durinhos, aqueles pelos em seu peito, ver aquele volume dentro da cueca sem a cueca e tudo isso me deixava excitado e isso passou a me deixar envergonhado, não mais meu tio nu que passou a me dar prazer em ver, mas ele perceber minha excitação em vê lo semi nu. Não sei se meu tio percebeu meus olhares para ele ou se a falta da mulher estava fazendo seus instintos sexuais falarem mais alto so sei que depois de um tempo morando aqui parecia que ele estava se exibindo para mim, me seduzindo. De inicio sempre estava vestido, depois era so entrar em casa depois do trabalho para tirar a camisa e ficar apenas de calção curto, se minha avó não estava nem calção usava ficava apenas de cueca com aquele volumão entre as pernas. Se ia assistir tv, ele gosta muito de esportes e jornais, sempre de perna aberta vez ou outra coçando o saco ou acariciando os pelos do peito ou alisando as coxas. Sempre arrumando uma desculpa para conversar comigo colocando a mão em meus ombros ou colocar a mão em minhas pernas que pouco a pouco foi chegando em minhas costas. Dia de quarta feira minha avó que sempre foi uma mulher muito religiosa tem circulo de oração na igreja e meu tio geralmente vai jogar bola com os amigos direto do trabalho e eu fico so em casa a noite. Nesta quarta em especifico estava muito calor tomei um banho e como eu estava sozinho resolvi ficar pelado em meu quarto mexendo em meu celular e claro que acabei entrando em um site pornô gay. Comecei alisando meu corpo, apertando meus mamilos e quando vi um cara peludo como meu tio metendo em um rapaz lisinho logo imaginei sendo nos dois tio e sobrinho transando, não resisti mais e iniciei uma punheta com as pernas arreganhadas eu fazia movimentos de sobe e desce com minha mão untada de creme corporal em meu cacetinho imaginando ser eu aquele rapaz que aparecia na tela sendo fodido pelo peludo que em minha imaginação seria meu tio. Estava muito bom, gostoso e excitante aquela situação que não consigo mais segurar meu gozo e do meu pau começa a jorrar jatos de porra melando todo meu peito no mesmo instante que a porta do meu quarto se abre não me dando a menor chance de fazer absolutamente nada. _ Eita porra! Disse meu tio colocando sua mochila que levava para o trabalho no chão do quarto. Ele estava suado seu cheiro de suor se misturava ao cheiro de porra do quarto não deixando mesmo com o susto meu pau amolecer. _ Tio... eu... Relaxa garoto eu também curto muito uma punheta, mas bem que você poderia ter feito isso na sua cama né? Estava tão acostumado a deitar na cama de baixo da beliche e o cheiro de macho do meu tio me deixava tão excitado além de achar que ele iria demorar que acabei ficando ali mesmo. _ Desculpa ae tio foi mal! Não deveria estar no jogo? Disse eu me levantando. Peguei a toalha, mas não queria sujar ela de roupa fiquei de costas para ver se encontrava algum pano ou algo para me limpar em minha cabeceira, geralmente eu deixava algumas peças de roupa la cueca, camisa, calção. _ Jogamos, mas acabou mais cedo poucos caras foram e ainda dois se machucaram. Respondeu meu tio e quando me viro dizendo que ia me limpar no banheiro vejo que meu tio esta com a maior barraca armada. Me deixando vermelho de vergonha, mas sem conseguir tirar o olho de entre suas pernas. _ Nossa que bunda é essa sobrinho, assim você deixa o garotão aqui louco! _ Que isso tio. Meu tio vem se aproximando de mim e então diz. _ Relaxa garoto acha que não percebo o jeito que olha para mim? _ Não sei do que o senhor esta falando tio. Digo tentando me desvencilhar de meu tio e ir ao banheiro, mas meu tio segura em meu braço e diz: _ Calma não conto nada para ninguém, mas bem que você poderia dar uma ajudinha aqui para seu tio ne? Diz meu tio levando minha mão para seu pau por cima do calção. Minha vontade era de puxar meu braço e sair correndo dali, mas o desejo de ter aquele homem ali perto de mim me desejando foi mais forte e acabei segurando firme em seu cacete fazendo meu tio soltar um gemido e a começar a descer o calção ficando nu em minha frente e em uma fração de segundo me puxa colando meu peito esporrado em seu peito melado de suor e me beija ardente mente, meu primeiro beijo para ser sincero. Seus lábios tocando acariciando e chupando os meus, sua língua invadindo minha boca procurando a minha, sua barba espinhando meu rosto liso e suas mãos apalpando meu corpo me deixavam ainda mais louco de tesão. Meu tio coloca a mão atrás de minha cabeça e começa a guia la pelo seu corpo me fazendo beijar seu peitoral, mamar seus mamilos deixando minha cabeça por algum tempo em um depois no outro, depois a colocou de frente ao seu sovaco e me mandou lamber sentindo seu cheiro de macho que delicia que tesão era quilo, depois foi abaixando minha cabeça ate chegar a seu cacete e colocando seu membro em minha boca afundou minha cabeça deixando a presa me fazendo engasgar com seu cacete em minha garganta repetiu por três vezes me fazendo sair agua dos olhos e depois me fodeu a boca como aqueles atores pornô faziam nos filmes que eu assistia. Depois mandou eu chupar seu cacete soltando sua mão de minha cabeça e deitando na cama comas pernas arreganhadas e eu agaixado entre elas. Mamava fazendo meu tio gemer sem pudor de tesão. Depois de alguns minutos meu tio se levanta me coloca de quatro apoiado na cama da alguns tapas em minha bunda abre minhas nádegas e lambe meu rego puta merda que delicia! Tio Emerson cospe em meu buraco e começa a fazer movimentos em volta do meu anel e depois com o dedo vai me penetrando tirando e colocando sempre lubrificando com sua saliva. Apenas isto ja vai em deixando meu pau babando como se estivesse gozando uma baba continua. Então sinto algo quente encostar e pressionar minha entrada anal. Sinto uma das mãos de meu tio em minha cintura e a outra em minhas costas perto da bunda. A pressão aumenta, começo a sentir algo firme, mas ao mesmo tempo macio me invadir sinto dor, levo minhas mãos para trás, mas meu tio as segura, tento sair tentando tirar minha bunda então meu tio me puxa contra seu corpo fazendo a penetração acontecer mais abruptamente e dou um grito: _ Haaaaa!!!! _ Ei calma! Vai parar de doer, relaxa o corpo. _ Não consigo, para, para! _ Respira, vamos respira e pisca o cu que melhora vai, confia no seu tio. Fui tentando acatar os conselhos do meu tio que ficou com o pau parado dentro de mim, soltou minhas mãos e passou a alisar minhas costas, minha cintura e bunda. Respirei fundo e fui soltando o ar e piscava o cu o que fazia meu tio dizer entre gemidos. _ Isso Joelson, que delicia de cu cara! Cu apertadinho do caralho! Percebendo que eu já estava um pouco mais relaxado, meu tio começou a colocar o restante do seu pau em mim e depois a tirar e voltou a colocar fazendo movimentos de tira e põe cada vez mais rápidos e conforme a velocidade aumentava mais gostoso ficava, era ótimo sentir a fricção de nossos corpos meu tio colou seu peito em minhas costas e pude sentir seu peito peludo roçando em mim que delicia, seu cacete pulsante todo enterrado em meu cu, fazia movimentos apenas com o quadril enquanto beijava meu pescoço, meu rosto. Tio Emerson pediu para eu me virar, deitei de costas na cama erguendo minhas pernas. Meu tio as colocou em seus ombros e voltou a me empalar com seu cacete. Meu tio beijou minhas pernas e as acariciava enquanto entrava e saia de dentro de mim com seu cacete. Era muito bom ver sua cara de prazer ao me penetrar sentir seu cheiro, seu suor que escorria por seu corpo e pingava sobre o meu. _ Isso geme putinho, geme seu puto safado! Rebola na minha rola vai! Dizia putarias e me penetrava. Acelerou a meteção, eu ouvia o barulho do seu saco em minha bunda. Então meu tio diz: _Eu vou gozar, eu vou gozar eu vou.... haaaaa!!!!! Grita meu tio jorrando litros de porra quente dentro de mim, caindo sobre mim e beijando minha boca colocando o mais profundo que podia seu pau dentro de mim e me imprensando com seu corpo na cama. Gozei com meu pau pulsando apertando contra seu peito.Depois sem dizer nada meu tio se levantou e foi em direção a porta do meu quarto eu continuava deitado na cama, não sabia o que dizer. Tio Emerson abriu a porta então olhou para trás e disse: _ Não vem? Apenas me levantei e o segui fomos para o banheiro e pela primeira vez tomamos banho juntos onde um ensaboou o outro. Pela primeira vez senti a boca de um homem em meu pau, meu tio chupava sugando maravilhosamente bem meu pau e não resisti por muito tempo e acabei gozando novamente em sua boca e depois foi a minha vez. Terminado o banho nos vestimos e ouvimos a porta da sala se abrir, meu tio rapidamente saiu do nosso quarto vestido com seu calção e foi para a sala assistir tv enquanto eu escondia o lençol sujo de porra para mais tarde lavar escondido. Minha avo entrou e foi direto para a cozinha preparar a janta. Naquela noite ou melhor a partir daquela noite passamos a transar sempre, praticamente todos os dias. Finalmente descobri o motivo da separação do meu tio. Tinha sido pego assistindo a pornô gay por sua mulher. As vezes acho que minha vó desconfia de nos, pois mesmo tentando ser discretos é cada dia mais evidente nosso carinho um para com o outro, nosso olhar de desejo e amor. Estou a cada dia mais apaixonado por meu tio e sinto que ele também por mim. Sempre me dando presentes tentando me agradar, me leva para passeios, é muito carinhoso na hora do sexo sempre procurando não só ter, mas também me dar prazer. Não sei o que pode acontecer se alguém descobrir, principalmente minha avó, tenho um pouco de medo, meu tio também tem principalmente dela passar mal ou acontecer algo mais grave ele não teme pelas outras pessoas diz que os outros não tem nada haver com nosso vida, mas concorda que por enquanto o melhor é mantermos sigilo. E ai gostou do conto? Então curta, comente! Ja sentiu ou sente atração por seu tio ou sobrinho? Ja aconteceu algo entre vocês ou tem desejo que aconteça? Conte aqui nos comentários. Autor: Mrpr2 Gostou do conto? Então vote, comente! Ja experimentou algo parecido? Gostaria de experimentar? Comente sua experiência ou desejo!

Antes comia a irmã, hoje dou pro irmão

Namorar, a gente não namorava... Mas dava uma trepadinha de vez em quando. Ela morava bem pertinho de casa e, quando eu tava de bobeira, aparecia por lá. Tocava a campainha e ela saía, sempre de shortinho ou saia bem curta, na maioria das vezes, sem calcinha por baixo. Aí, a diversão corria solta no terreno baldio, bem ao lado da casa. Ela chupava uma rola como ninguém e, melhor de tudo, deixava gozar na boca, engolia tudinho, depois de mostrar com orgulho a porra por sobre a língua. Demorou muito, tive que insistir várias vezes para a coisa passar disso. Dedinho na xoxota, sempre molhadíssima, tudo bem. Às vezes dois, ou seja, praticamente uma foda completa. Mas nada de mandar a vara pra dentro. Com um pouco mais de intimidade (e persistência de minha parte), ela passou a liberar também o cuzinho... Para os meus dedos, claro. Gostava ainda mais que na buceta, ficava bem mais excitada. Rebolava feito uma cadelinha no cio enquanto eu a penetrava com o indicador. Me punhetava loucamente ao mesmo tempo. Deixava gozar na cara, nos peitinhos pequenos e durinhos, voltava toda melada de esperma pra dentro de casa, sem reclamar. Mas liberar o xibiu, nem pensar. Um dia, no entanto, o namorado oficial, pra quem ela "se guardava", deu-lhe um pé na bunda. Ela ficou louca. Foi uma das melhores fodas da minha vida, aquelas cheias de raiva. Gozei, sei lá, umas quatro vezes, todas xereca ou cu adentro. Depois disso, ela nunca mais me regulou nada... Continuou sendo minha peguete oficial e nos encontrávamos pelo menos uma vez por semana. Nunca assumimos um relacionamento ou levamos as coisas adiante, mas não tinha descanso com aquela mulher cheia de fogo e tesão. Um dia, no entanto, quem atendeu a campainha não foi ela. Saiu um rapagão, com feições bem parecidas. Camiseta regata exibindo com gosto os braços musculosos e o torso bem definido, sem um grama de gordura. Disse, simpaticamente, que a irmã havia saído, mas voltaria logo. E me convidou pra entrar e tomar uma cerveja enquanto esperava por ela. Já tinha mais de um ano que eu frequentava a casa, mas nunca havia entrado lá. Sei lá porque, mas resolvi topar o convite inusitado. Ele abriu a geladeira, tirou duas latas trincando de geladas e encheu duas tulipas. No calor que fazia, caíram maravilhosamente. Começou a falar que havia chegado há pouco tempo do Nordeste, que a irmã falava muito bem da cidade, onde já morava havia algum tempo. Que procurava por aqui novas oportunidades. E diversão. - Que tipo de diversão? - perguntei. - Sexo entre machos - ele respondeu, sem qualquer pudor. Ao mesmo tempo que me causou estranheza, até alguma repugnância aparente, a franqueza dele também atiçou minha curiosidade. Era, tal qual a irmã mais velha, chegado na coisa. Mal (ou bem) de família. Sorri, mas não consegui dizer nada que desse continuidade ao papo. - Você namora minha irmã? - quis saber ele. - Não, somos só amigos - respondi. - Mas vocês não trepam? Não parecia aquele tipo de irmão ciumento e protetor. Não havia porque esconder nada. - Claro que sim. - Mas você só curte mulher? Não era totalmente verdade. Havia tido minhas experiências homossexuais quando era mais novo. E curtia, de vez em quando, sair com travestis. Sempre ativo, claro. Pelo menos quando estava sóbrio. Bêbado, tinha certeza de que já havia chupado uma ou outra rola por aí. Sem uma resposta, fosse afirmativa ou negativa, ele se sentiu à vontade para prosseguir. E tirou para fora da bermuda uma ferramenta daquela de encher os olhos de qualquer um. Mulher ou homem. Hetero ou homo. Uma pica que, mesmo não totalmente ereta, já tinha uns vinte centímetros de comprimento e um grosso calibre. Uma cabeça enorme, rombuda, de cor um pouco mais clara e bolas enormes na outra ponta. Pentelhos cuidadosamente aparados. Não era algo que eu estivesse acostumado a admirar, mas simplesmente não dava para tirar os olhos daquilo... Era um fenômeno! - Vai me dizer que você não gosta? - ele perguntou, como se nunca tivesse recebido qualquer resposta contrária. - Nunca experimentei. - E quer? Já havia secado o primeiro copo da cerveja. E ele tratou de enchê-lo novamente. A espuma cremosa escorria pelo canto da minha boca, misturada com um pouco de saliva. O que era aquilo? Eu estava babando de vontade de chupar aquele pinto? Com movimentos manuais ainda lentos, mas vigorosos, ele fez aquilo crescer ainda mais em sua mão. Não tinha ali comigo uma régua, mas faltava pouco para ter a medida completa de uma. Uns vinte e cinco, pelo menos, tinha. Meus dezenove, de que sempre tanto me orgulhava a vida toda, pareciam um nada perto daquilo. Eu já estava no terceiro copo, e a pouca resistência que havia, já estava perto do fim. Agachei à frente dele, segurei nas suas coxas (e que coxas!) para me apoiar. E fui aproximando lentamente meu rosto daquela enorme e ameaçadora vara. Coloquei só a pontinha da cabeça na boca... Ao contrário do que poderia imaginar, não senti qualquer nojo ou aversão. Pelo contrário. O cheiro era inebriante. O sabor, maravilhoso. Devagarinho, fui engolindo cada centímetro daquela carne rija e quente. Impossível colocar tudo pra dentro. Bateu lá no fundo da garganta e quase engasguei. A lubrificação que começava a sair se misturava à minha saliva. De tão grande e grosso, era preciso segurar com as duas mãos. E elas ficavam praticamente cheias com ele. Enquanto eu chupava, também socava com uma delas. Ele arfava e gemia loucamente. Parecia que eu havia feito isso a vida toda. - Como você chupa gostoso... Tem certeza de que nunca fez isso antes? - Que eu me lembre, não. - Vou te dar algo pra nunca mais esquecer. E deu mesmo. O primeiro jato veio todo na goela, engoli quase sem sentir. Os demais, empurrados com minha mão, estouraram contra meu rosto. Um gozo farto, abundante. Um leite quentinho e delicioso, com um sabor que buceta nenhuma havia me proporcionado até então. Bebi cada gota que consegui. As que ficaram nas bochechas, nariz e até olhos, arrastei para dentro da boca. - Já tá satisfeito ou var dar essa bundinha pra mim também? Estava deliciado, mas queria mais, muito mais. - Nunca dei o cu... - Vai dar pra mim, agora. Sem qualquer cerimônia, ele me colocou de frango assado, como eu costumava fazer com sua irmãzinha mais velha. Enfiou primeiro um dedo, depois dois. Meu cuzinho praticamente virgem (troca-troca com amigos, quinze anos antes, nem contava) se mostrou bastante receptivo. Quando ele enfiou a língua lá, rodeando meu anel e enchendo-o de saliva quente, a última barreira se quebrou de vez. Não vou mentir e dizer que foi fácil... Mesmo depois da primeira gozada, o pau continuava enorme e duro. Entrou com enorme dificuldade e uma dor imensa, que me fez suplicar para que ele parasse. Ao mesmo tempo que queria ser arrombado por aquela tora. Foi preciso brincar um pouco mais com os dedos e a língua para me fazer relaxar. Quando percebi, já estava tudo lá dentro. E eu via estrelas de todas as cores a cada vez que ele socava mais e mais. Fiquei de quatro na beira da cama, apoiado nos travesseiros, enquanto ele em pé, me enrabava por completo. Sentia seu púbis se chocando com força contra meus quadris, fazendo barulhos que daria para ouvir da rua. Ainda mais altos do que eu fazia no terreno ao lado. Depois da mamada que o fez gozar rapidinho, nessa segunda ele custaria a terminar. Mas eu já estava me acabando ao me punhetar. Foi a melhor gozada da minha vida. Com um pau gigante daqueles dentro do cu, fica tudo muito mais gostoso. Depois de me arrombar quase todo, ele finalmente esporrou. Tirou a camisinha e jorrou todo o seu leite sobre minha bunda. A sensação daquele creme quente escorrendo pelas minhas pernas era deliciosa. A coisa mais gostosa que eu já havia feito. Voltaria muitas outras vezes lá depois daquele dia. Não mais pela irmã, mas pelo irmão tesudo. Que me ensinou a gostar das melhores coisas da vida.

Comi meu Tio

Olá me chamo Douglas, tenho 36 anos, mas isso aconteceu por volta dos meus 17/18 anos. Sempre fui o único menino na família da minha mãe que tinha 3 irmãos e nenhum teve filho menino. Fui muito bajulado e cresci em meio de brincadeiras de homens que pega aqui e pega ali, mas ainda sim nunca gostei, me sentia retraído e não retribuía a brincadeira. Passando o tempo e eu ficando maior as coisas vão desenvolvendo e dois dos meus tios já haviam percebido que eu não gostava muito da brincadeira, mas o mais novo ainda insistia em continuar brincando e ainda falava nossa ta grande em sobrinho, ele se chama Isaías e tem uma filha que já morava no exterior naquele tempo. Eu sempre fui muito magro, mas quando fiz meus 15 anos comecei a criar um corpo e eu sempre fui complexado com o tamanho do pênis, pois, não queria que meus tios pensassem que eu tinha um pinto pequeno, apesar de que naquela idade meu pênis media 19 cm. Tenho a pele muito branca e olhos verdes, cabelo na altura dos ombros totalmente negros, 1,76 de altura. Meu tio já tinha 39 anos 1,80 e as mesmas características que eu, pois, é toda a família igual, só tinha uma barriguinha de cerveja e cabelo curto. Um certo dia estávamos na chácara que minha mãe havia comprado recente, fomos comemorar meu aniversário de 18 anos, muita comida, bebida, futebol e piscina. Apesar de não ter namorado muitas vezes sempre fui hetero e não havia relatos de homossexualismo na minha família. Ao cair da noite eu já meio tonto por ser o primeiro porre fui para o quarto tomar um banho e dormir metade dos meus convidados já haviam ido dormir ou embora e em cada quarto ficou combinado de dormir duas pessoas e quem ia dormir comigo era o tio Isaías. Eu estava no banho quando ouvi a porta batendo e depois a voz do meu tio perguntando se havia alguém no banheiro, eu respondi sim e pedi para ele entrar (nunca tive vergonha dos meus tios) ele entrou e foi urinar, o box separava a privada do chuveiro e ficamos conversando dobre a festa. Meu tio era divorciado a 10 anos desde quando eu era criança, e eu nunca tive lembrança dele com outras mulheres, ele é formado em biotecnologia. Ficamos conversando e falando sobre o futuro que eu queria fazer engenharia, ele então anunciou que ia entrar pra tomar banho também já que eu demorará muito, conversamos mais um pouco terminamos o banho e na saída do banheiro ele agarrou meu pinto (que media uns 9 cm mole) e falou ta grande em, eu fiquei totalmente sem graça sai do banheiro, já enrolado na toalha fui em direção a porta do quarto para tranca-la. Ele saiu do banheiro sem toalha e disse que tinha esquecido em cima da cama. Seu pênis mole aparentava uns 6 cm. Ele sentou na cama e ficou se secando, falou então, quando se cresceu tanto que eu não percebi. Eu meio sem graça respondi, a né tio a gente cresce as coisas crescem junto, e nós rimos ele então falou, será que já é maior que o do tio? Eu respondi, provavelmente e rí. Ele então puxou o celular do bolso e conectou com a TV do meu quarto e me disse: vem aqui do meu lado para nós vermos então. Eu naquele momento já estava super sem graça mas sentia a necessidade de mostrar algo, não podia recusar, sentei na cama ao seu lado e ele colocou um pornô, com um certo tempo meu pênis começou a endurecer e com vergonha eu nem olhava para o lado, uns minutos depois já estava duro como uma pedra então meu tio quebrou o silêncio e falou porra e maior que o meu mesmo olhei pro pênis dele e media uns 16 cm, o meu era maior e mais grosso. Então ele fala precisa amolecer isso daí e colocou a mão no meu pau, eu fiquei assustado mas não ofereci resistência ele então começou um vai e vem com a mão freneticamente, e falou você já é mais experiente, abaixou e começou a me chupar, eu estava com mais vergonha que tudo, mas o prazer venceu, e logo eu estava empurrando a cabeça dele com a mão, levantei e ele ficou sentado na cama e continuou me chupando, até que eu falei que queria mais, ele se negou e disse que não ia passar daquilo e se levantou, eu puxei ele e fui mordendo seu pescoço, fui agarrando ele e pedia delirando em seu ouvido pra ele deixar, eu senti ele arrepiado então virei ele e o deitei na cama fui beijando suas costas até chegar na bunda, nesse momento eu já estava tomado pelo prazer, abri suas nádegas e comecei a lambe-lo, ele se contorcia e pedia mais eu subi e encostei a cabeça grossa do meu pênis no seu rego e fiquei fazendo um vai e vem, até que vi seu cuzinho piscar, eu encostei a cabeça e ele retraiu o anus eu pedi pra ele ficar calmo e disse que faria com calma, ele relaxou então eu forcei a cabeça, era muito apertado e não entrou passei um pouco de cuspe e empurrei com um pouco mais de força as cabeça passou e ele gemeu alto, eu tampei a boca dele e empurrei tudo de uma vez, ele deu um grito que foi abafado pela minha mão, eu falei você não pediu titio, agora aguenta. Pedi pra ele fazer silencio e ele falou que queria parar, eu disse que logo ia gozar então fiquei parado por um tempo até que ele relaxou, eu comecei a fazer um vai e vem e ele a gemer baixinho de dor e prazer, então logo meu saco com minhas bolas grandes fazia o barulho quando batia na sua bunda, eu abafando a boca dele por causa dos gemidos, e sem tocar no seu pau fiz ele gozar em seguida gozei uma sequência de jatos dentro do seu cu. Ficamos parados um pouco e depois e tirei meu pau do cu dele e deitamos lado a lado nos olhando. Adormecemos naquela posição e acordamos de conchinha com meu outro tio batendo na porta.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Abordagem dos PM´s

Saudações!! Antes de iniciar, informo que todos os meus contos são reais. Sou moreno claro, 1,70, 65kg, bunda safada, rola de 17cm e altamente puto, não dispenso uma bela foda... O que passo a narrar aqui aconteceu ontem (22/09). Moro no litoral de são paulo, e tem uma parte da minha cidade onde rola muita putaria a noite, de todo o tipo. Pois bem, fui até lá ver se conseguia algo, chegando lá, fui até uma parte escura onde tem um muro, tinha um coroa negro lá, nos chupamos gostoso e nos fudemos, teve uma hora que enquanto ele me fudia, eu mamava um motoqueiro que estava passando no local. Depois que eles gozaram, fui andando até o calçadão da praia. Por ali, é muito comum assaltos pois se trata de um local perigoso. Fui andando em direção a areia, mas ainda no calçadão uma viatura da policia parou e me abordou, ao me revistar, um dos PM´s insistia em pegar no meu pau enquanto o outro só olhava, perguntaram o que eu estava fazendo lá, olharam meu documento e me liberaram. Notei algo diferente na abordagem e na forma em que os policiais me olharam. Pois bem, continuei a caçar machos, andei bastante, dei pra mais quatro machos deliciosos na areia da praia, após isso, subi para o calçadão e tinha um cara parado de bicicleta ao lado de um coqueiro, como boa puta que sou, fui lá mamar o cara ali mesmo, estava claro, e logo passou um negão e me viu mamando o cara da bicicleta. Ele, se assustou e foi embora, o negão andou mais alguns metros e parou um pouco mais a frente. Fui andando até ele e puxei assunto, me ofereci para mamar a rola preta dele, quando comecei a pegar na vara dele, a mesma viatura passou por nós, entrou em um matagal, desligou os faróis e ficou lá. Desci com o negão para a areia, e que negão, uma rola grossa e grande, comecei a mamar gostoso aquela rola, abaixei a bermuda dele, e enquanto eu mamava, acariciava seu cuzinho com os dedos, como vi que ele não oferereu resistência, virei ele de costas, chupei seu cuzinho preto e comecei a penetrar ele. Ele não aguentou muito, virei ele de frente e quis dar pra ele, adoraria aquela rola grossa no meu cú, mas ele nao quis, nisso, mamei ele até ele gozar gostoso na minha boca, bebi toda a sua porra. Após, retornei ao calçadão para ir embora, já estava cansado rs.... Andando pelo calçadão, vi que a viatura permanecia parada no mato, desligada e os policiais do lado de fora, a porta traseira estava aberta, eu sabia q tinha algo estranho ali, esse não é o comportamento normal da policia que patrulha aquele lugar. Fui andando em direção a viatura e vi um dos policiais com a rola pra fora mijando, não perdi tempo e fui direto pra lá, quando cheguei perto deles, dei uma encarada na rola deles, esperando que os dois me fudessem dentro da viatura, ocorre que, quando olho pra trás, outra viatura estava passando ao lado, nisso os policiais que me abordaram, entraram na viatura e seguiram a outra pro outro lado da pista. Fiquei extremamente frustrado, mas quem sabe algum dia role com esses policiais. Fui andando em direção a rua escura e vi um homem, mesmo cansado, pensei em não abandonar aquela oportunidade. O cara era fortinho, usava boné e não falou nada, só me mandou mamar, ele era tão macho que nem deixou eu tocar nele enquanto mamava. Logo ele pediu pra fuder meu cú, não me fiz de rogado, virei meu cú pra ele, encostei no muro, e deixei ele me fuder gostoso, sua pica não era muito grande, mas ele tinha pegada, logo gozou, tirou a camisinha e foi embora sem olhar pra trás. O cara era macho mesmo, e eu tinha que sentir a porra dele dentro de mim, como ele gozou com camisinha e a jogou fora, peguei a mesma e virei sua porra dentro do meu cú, adoro porra de macho hétero. Resolvi ir embora andando pela areia, mas não tinha mais ninguém, andando, avistei um andarilho, era feio e magro, mas eu estava louco de vontade de mais rola, dei quatro reais pra mamar ele, ele aceitou, mas como o pau dele não ficava duro, deixei pra lá. Chegando na rua de casa, ainda sedento por rola, vi um cara dormindo na calçada, dei uma pegada no pau dele, abri o ziper e coloquei pra fora, ele continuava dormindo, minha vontade era mamar aquela rola e sentar gostoso nela, mas não deu, ele acordou e disse q não curtia, então fui embora satisfeito e frustrado por não ter dado pros policiais.... Minha madrugada rendeu e muito....

Suruba com Pai e Filho no Rock in Rio

Saudações a todos os safados de plantão, especialmente os machos casados. Não tem como não relatar pra vocês uma das transas mais maravilhosas e loucas que tive nesta última quinta-feira no Rio de Janeiro. Como já me conhecem dos outros contos, sou um cara gostoso, trintão, bonitao, rabudo, 1,80, ruivinho, barbudo, casado e safado pra caralho.. muito caralho. Não dispenso uma boa oportunidade com um macho. Adoro sentir um cara macho me comendo e tendo prazer com isso... Vamos ao relato que até agora me faz ficar excitado. Nessa semana tive uma atividade de trabalho no Rio, como foi agendada a um bom tempo de iria ficar no Rio de segunda a sexta, resolvi comprar bem antes o ingresso para o Show do Alice Cooper e Aerosmith. Fiquei a semana toda bem entretido o trabalho, foi paulera, mas também ansioso para ir ao show, já que nunca tinha ido ao Rock in Rio. Meus amigos de trabalho não compraram e eu acabei indo sozinho, a tarde para o show. Caótico o caminho até o show, já no metrô fui analisando um grupo de belos machos que vim a descobrir depois serem pai, filho e amigo, paranaenses que vieram ao Rio para assistir o mesmo show. Como estava sem meter e, especialmente, sem levar rola no rabo a mais de uma semana, fiquei fantasiando no metrô cheio, aquele macho maduro, uns 50 anos, alto, barbudo, olhos bem azuis e muito forte com a camisa do Alice Cooper, cara meu pau começou a dar sinal de vida e não parei de olhar para eles e escutar o papo. Alí mesmo percebi que o jovem de uns 20 anos que o acompanhava era seu filho. Era alto, acho que devia ter mais de 1,90. cabelos castanhos claros, porte esguio e atlético, muito bonito, e os mesmos olhos azuis do pai. O outro que vima saber depois que era amigo do pai era um 50tao parrudo, barriga saliente mas muito sexy, muito gostoso mesmo, barba grande e bem maior que dos outros dois, estilo metaleiro mesmo. Fiquei observando e olhando para eles, o paizão percebeu e num momento até interagia com sorriso maroto. Cara fiquei maluco. interagi um pouco me apresentando e falando da expectativa dos shows, mas sempre manjando as rolar rs. Entramos juntos no recinto, eles eram muito bacanas e fomos conversando, já com olhares. Como quem não quer nada eu já ia conversando dando tapinha do ombro, me entrosando mesmo. Eu não deixava de olhar o gostoso do Roberto o paizão. O cara era gostoso demais, trajava um calça de sarja bem leve que realçava a mala, bunda e pernas, minha vontade era mamar ali aquele corpo todo agora já meio suado. Estava muito calor e o shows já estavam rolando, o Pedro seu filho foi andar nos outros palcos e eu fiquei com os dois machos maduros, comemos algo e nos dirigimos para o palco Sunset. Com mais intimidade, nos divertimos, cantamos no show e arrumamos um local mais ao fundo e próximo a uma torre de iluminação que dava pra ficar fora de todo empurra-empurra. O Coroa troncudo, o Sergio, tirou a camiseta já de tardezinha, o que me deixou mais doido. Era peludão, tesudo mesmo. Cantava com eles, motivados pelo show empurrava, abraçava e comecei a tirar uma casquinha resvalando a mao, bundinha no pau deles. Ficamos nessa mais de 5 horas e na troca de palco, já vi que eles perceberam o que eu queria. Sergio era bem sarrista e começou com brincadeiras, como aproveito bem as oportunidades dei corda pra ele falar da minha bunda. Logo o filho se junta conosco na espera do show do Aerosmith. Estava mais apertado e agora estávamos no meu na multidão. Me posicionei na frente deles e aproveitando o espaço curto durante as musicas me jogava de leva pra tras. Num determinado momento percebo uma mao resvalar com pressão na minha bunda, era o safado do Sergio. Mostrei a ele que gostei sorrindo, dai o o show todo ora ele, ora o Roberto me encoxando. Sento a ereção deles e fiquei maluco. Ali naquele momento do show ninguém ligava e um estava encostando no outro, estava apertado e as mãos agora apertavam minha bunda. Fiquei maluco de tesao e foi o show todo assim. Terminado o show combinamos de voltar de taxi juntos, já que eles estavam hospedados num bairro a frente do meu num ap que alugaram. Fomos eu não banco de tras com eles, Pedro na frente com o motorista. Mesmo descendo primeiro quis assim e eles nao reclamaram, afinal Pedro era bem grandao. No trajeto perguntaram se não queria tomar uma saidera no ap, não pensei duas vezes, mandei recado para meus companheiros de trabalho e fui. Fomos conversando e eu discretamente apertando já as coxas deles, mas falando do show, criticando, mas nada relativo a sexo. Chegando no ap percebi o Pedro, mais animado e já foi me servindo uma cerveja enquanto seu pai e tio foram no banheiro. o garoto começou a conversar mais comigo, dizendo que era muito bom esses shows pois além da qualidade era uma oportunidade de conhecer pessoas e garotas bacanas. Comecei a elogiá-lo assim como seu pai e nesse momento o pai já foi entrando na conversa. Sem tempo a perder e sabendo o porque do convite, comecei a lembrar dos sarros no show e do tesao que era aquilo e eles foram ficando mais desinibidos. Roberto foi tirando a camiseta e a calça e disse que iria tomar uma ducha, pois Sergio já havia terminado dai foi a deixa para eu pedir que esperasse pois queria conferir seu cheiro. Ele rio, e me mandou conferir então. Me jogou de joelhos na frente daquele corpo com as calças arriadas, tava com tanto tesao que nem ligava para os risos ao lado do filho. Eu lábia o pau sob a cueca e sentia aquele cheiro de macho suado que desejei . Logo Sergio peladao e banhado já veio participar da brincadeira com a rola já meia bomba no meu rosto fazendo eu mamar enquanto punhetava Roberto. Que tesao de rola, cheia de pentelhos, muitos mesmo. Roberto também era pentelhudo, tinha um pau grande de uns 20 cm mais não tao grosso. Sergio tinha um pau grosso, mas curto, lindo e Pedro se masturbava atrás. Tinha uns colchonetes e uma cama no quarto sala que eles estavam. me colocaram de 4 no colchonete e logo sento duas bocas chupando meu cu e bundo enquanto mamava Roberto. Foi a experiência mais gostoso de cunete que já tive. Eles revezavam a língua no meu rabo suado, mas limpo. Nunca tinha experienciado dessa mameira. Aquele garoto bonito todo saradinho, que tinha beijado varias garotas, estava chupando meu rabo com volúpia junto com o troncudao safado. me segurei para não gozar, enquanto eu chupava o pauzão do paizão. Logo me colocaram na cama de frango assado e com muita sacanagem, me chamando de putinha, viado, biscate, Roberto começou a meter na minha boca, praticamente sentando no meu peito. enquanto sentia alguém me penetrando. Chupava as bolas e o cu suado de Roberto, aquele cheiro de pau macho e de rabo me inebriava e via seu filho me comendo de relance. Sergio esfregava a sua rola no meu pé enquanto Pedro me comia com força. Eles falavam muita besteira, eu num transe de tesão gemia e pedia pra me comerem. Senti o pau de Pedro antes de ver, parecia grande. Logo Sergio tomou o lugar dele e me fudeu com mais força, senti dor pela grossura do pau e agressividade da foda. Pedro veio me dar de mamar e seu pai de pé se masturbava. Eles não se tocavam, só me usavam, mas gostaria de ter visto pai e filho se tocando. De 4 continuei recebendo rola agora de Roberto que colocou camisinha e me fodia com muita força. O barulho da foda era abafado pelos meus gemidos e sons de chupada que revezava na rola de Pedro e Sergio. O cheiro de machos trepando tomava conta, até que Roberto goza no meu rabo. Sergio que então tinha metido sem camisinha colocou e tomou o lugar de Roberto e meteu forte no meu rabo. Gozou, encheu a camisinha e logo depois Pedro gozou na minha boca. Bebi todo leitinho. e ainda chupei o pau gozado de Sergio enquanto me masturbava, foi uma gozada deliciosa. Fiquei no colchonete largado, enquanto eles pegavam e tb me serviam uma cerveja. Foi uma foda de 1h30 mais ou menos, mas alucinante. Conversamos um pouco e logo pedi um uber. Sergio me de seu contato e fui me despedindo agradecendo a foda maravilhosa. Queria ter tentando um dp, mas foi tão intenso acabou não rolando e acabei não pedindo, me arrependi. Até agora não me sai da cabeça a imagem do pai de fudendo a boca enquanto o filho metia em mim. Nunca vou esquecer. Falei com o Sergio hoje pelo zap e ele me disse que não foi a primeira vez que rolou a três, mas tinha sido com mulher, com putas anteriormente. Eu fui o primeiro macho que eles comeram juntos. Safados. Elogiaram muito meu cuzinho. Só sei que voltei sonolento na sexta pra casa e com o tesao mais aceso ainda. Os nomes foram trocados. O relato foi longo, mas quis ser específico. A caçada me excita tanto quanto a transa e isso foi algo realmente inesquecível na minha vida. Salve o Rock in Rio. rs Macho do interior de sp ou sul de minas a fim de fuder um casado guloso e gostoso entrem em contato. Curto macho safado

Putinha do amigo deu irmão

Ola, esse conto é verídico, aconteceu comigo na tarde de ontem. Meu irmão mais velho tem 40 anos, e ele é casado tem filhas e tal, porem ele gosta de fumar maconha as vezes com uns amigos dele aqui no quintal da casa dele. Estava eu deitado na minha cama e a janela do meu quarto fica semi-aberta, e as vezes eu fico so de cueca ou pelado. Como a casa do meu irmão e a minha é praticamente do lado, foi aberta uma porta no muro entre a minha casa e a dele, para facilitar o acesso deles a minha casa. Estava eu deitado na cama sem cueca, e assitindo, dai eu percebo uma movimentação no quintal e resolvo fechar a janela, nisso quando me viro esta o amigo de meu irmão me olhando na janela, dai me levantei morto de vergonha e fui fechar a janela, nisso ele diz: - Cuzinho massa. E ele da um sorriso safado, e sai, e eu fico sem reação alguma, apesar ter ter ficado bem excitado na hora kkk. Eu estava sozinho em casa, todos tinham saido p ir a uma festa de aniversario e eu só ia depois, nisso vou começar a me arrumar p sair, e alguem bate aqui na porta da cozinha, pensei que fosse meu irmão, e p minha surpresa era o Carlos, amigo de meu irmão. Ele é um moreno alto, magro, muito bonito e com uma cara de safado, e ele ja tem uma fama de ter passado o pau em todas as novinhas aqui da rua. Nisso era ele batendo na porta, ai ele me pede desculpas por ter olhado eu pelado na cama, e que foi sem querer. Eu disse que nao tem o que pedir desculpas por isso, eu que tive a culpa em deixar a janela aberta. Ai pergunto se era so aquilo que ele queria mesmo(ja perguntei com segundas intenções é claro kkk) Ai ele fala que achou linda minha bunda, e que era louco pra comer um viadinho. ai sorrimos, e eu chamei ele pra entrar, quando ele entrou e fechei a porta, ja peguei no pau dele e ele me deu um tapa na cara e disse que ia me arrombar. Eu juro que tremi na hora kkkk< pois o pau dele ia ficando cada vem mais duro e quando tiro o pau dele pra fora da bermuda, deveria ter uns 23 cm de pica, grossa e ele sorriu. Comecei a mamar ele bem muito, e ele gemia bem safado, falando safadeza cmg, e minha boca ja doia bastante por causa da grossura do pau dele. Ai ele me coloca de pe, abaixa a minha bermuda e começa a linguar meu cuzinho, e ele parecia um louco frenético por um rabo, chupava meu cu de um jeito que ninguem nunca chupou kkkk. Ai ele ja foi colocando uns dedos p começar a alargar meu cuzinho, ele fica em pé por traz de mim, e vai colocando a pica, entrou a cabeça e eu ja pensava em arregar kkkk, so sei que ele me pegou pela cintura e socou tudo de uma vez, eu só n cai pq ele estava me segurando, e ele falava que eu era putinha e tinha que ficar calada, e eu obedeci, em seguida ele me deitou no chao da cozinha, e socou tanto em meu rabo e ele gemia tanto que eu pensava que alguém ia escutar. Nisso ele diz que vai gozar dentro do meu rabo ja alargado kkk. Ele gozou tanto, tanto, que parecia que fazia dias que nao gozava, e depois tirou o pau e mandou eu limpar sugar o resto do leite que saia da pica, ai vim p o banheiro com a porra escorrendo pelo meu cuzinho ligo o chuveiro, ele vem atras e manda eu ficar de joelhos e quando me ajoelho ele me da um banho de mijo, e pqp eu senti um prazer tão grande com isso, ele fala: - Agora marquei território, minha cachorrinha. Peguei o pau dele e começei a mamar p ele gozar e e u tomar o leite dele, ele bateu na minha cara e disse que eu era muito safado e que queria me fuder sempre. Ele lavou a pica e foi embora, e eu fiquei todo fudido no banheiro kkk.

Treinando o primo inocente

A história que vou contar aconteceu décadas atrás, muito antes da internet, dos smartphones e da abundância de informação. Uma época em que os mais velhos passavam informação para os mais novos e quando a maldade encontrava a inocência muita sacanagem acontecia, o prazer pode acabar sendo mútuo, talvez o caminho seja um pouco sofrido e doloroso. Numa fazenda perdida nesse mundão de meu Deus, viviam várias famílias, todas aparentadas entre si, as casas ficavam afastadas umas das outras, eles cuidavam de vários cultivos diferentes e criações de animais, não tinha luz elétrica, era uma vida simples mas muito boa, banhos de cachoeira, matas para explorar, cavalgadas e muito tempo livre, e tempo livre já sabe né, oficina do diabo. Leonardo era um jovem da fazenda, era o único filho de mãe solteira do local, o pai era desconhecido, filho único, não tinha um exemplo de homem em casa, era frágil e delicado, não gostava dos afazeres da fazenda, os mais velhos acabavam o protegendo, não era discriminado, apenas os seus primos que, embora não o destratassem, não andavam muito com ele, quando iam fazer algo davam um jeito de deixa-lo de escanteio. Ele destoava do grupo, enquanto ele tinha a pele clara e lisa, com ralos e pouquíssimos pelos pelo corpo seus primos eram troncudos, calejados, coxas grossas da montaria, sempre sem camisa e suados. A mãe de dois primos de Leonardo foi avisada que sua mãe estava muito doente e ela resolveu que iria viajar para cuidar por um tempo da mãe, um mês, talvez dois, pediu ajuda a mãe de Leonardo, já que o marido e os filhos a ajudavam tanto com seus cultivos e criações a mãe de Léo logo quis ajudar. Pode ficar tranquila, o Léo não presta pra trabalho duro mas cuida muito bem de casa, ele vai cuidar de tudo e seus meninos me ajudam aqui. No primeiro momento Léo não gostou da ideia, mas isso logo mudou, nem ele entendia, mas cuidar da casa com três homens o deixará muito animado. Ele estava numa época de descobertas e começou a perceber que sentia muita curiosidade por seus primos, como eram as cuecas que usavam, como eram seus corpos. Na primeira semana o pai – Pedro – achava muito estranho ter um rapaz fazendo a comida e limpando a casa, não se sentia à vontade com isso, até escondia a roupa suja para que Léo não a lavasse, os primos, que eram apenas alguns anos mais velhos que Léo já logo começaram a abusar da situação, pediam que Léo lhes levasse água ou pegasse roupa limpa para eles enquanto tomavam banho. Logo Pedro começou a ver vantagens na relação e começou a ficar bem à vontade, chegava da roça, sentava no sofá e pedia que Léo lhe levasse vinho, enquanto ele bebia pedia que Léo tirasse suas botas. Léo até percebia que enquanto tirava as botas e massageava os pés de Pedro um volume, um grande volume se formava na calça de Pedro, a cada dia ficava maior e Pedro ia diminuindo o esforço para esconder, na verdade já começava até a passar a mão e ajeitar para ficar mais visível, mas nunca passava disso. Eram dois primos, Douglas e Diego, tinham pouca diferença de idade, ambos eram morenos, quase negros, não eram altos mas eram fortes, troncudos e sacanas, viviam falando sacanagens entre sim, mas até então Léo não era incluído nas brincadeiras, eram desinibidos não tinham a menor vergonha do corpo, nem tinham razão pra isso, a roupa sempre era pouca e o sorriso sempre estampado. Léo começou a notar as mudanças que aconteciam na sua cabeça, como aquilo estava o afetando, ele agora adorava cheirar a cueca dos três antes de lavá-las, quando via um deles sem cueca com o pau balançando dentro dos shorts ficava hipnotizado. Ele ainda não entendia, só sentia uma enorme curiosidade, na cabeça dele era só isso, curiosidade, mas ele queria muito saber como eram eles nus. Até que um dia vieram só Douglas e Diego para o almoço, o pai tinha ido até a cidade e iria demorar, os dois já logo começaram a abusar do Léo, que tinha virado a empregada da casa, sentaram e pediram que Léo tirasse a bota deles, ele até tentou se negar, mas eles argumentaram que ele fazia isso para o pai então teria que fazer para eles, Léo acabou cedendo e se ajoelhou na frente deles e foi desamarrando e retirando a bota de ambos que riam entre si de algo. Enquanto fazia isso Douglas afagou seus cabelos dizendo bom menino isso mesmo. Leonardo serviu seus pratos, levou até a mesa e colocou uma jarra de água, momento em que os dois protestaram: - Não hoje nós vamos beber vinho, vamos aproveitar que o velho não está e vamos encher a cara, você também. Léo obedeceu, pegou uma jarra de vinho e serviu três copos, enquanto comiam e riam seus primos se certificaram que Léo bebesse bastante vinho. Ele não estava acostumado a beber e logo já falava enrolado e ria de qualquer coisa. Foi quando Douglas levantou e disse: - Lava tudo ai, deixa bem limpinho que eu vou tomar um banho e bater uma que esse vinho me deixou de pau duro. Os olhos de Léo ficaram vidrados na marca do pau que se espremia naquela calça jeans apertada, percebendo o olhar de Léo Douglas vagarosamente desabotoou a calça e foi descendo, ficando apenas de cueca, o pau latejava, queria sair da cueca, os primos riam alto e os olhos de Léo continuavam vidrados, nem piscavam para não perder nada. O vinho era o que faltava, Léo não se aguentou: -Isso tudo não pode ser seu pau, você colocou algo aí. Douglas retrucou – Não coloquei não, vinte e dois centímetros de rola, quer ver? Léo – Dúvido, mostra aí. Desinibido que era Douglas baixou a cueca de onde saiu uma rola fenomenal, grande e dura, latejando. Léo não acreditava – Meu Deus como você pode ter um pau tão grande? O meu é tão menor. Douglas – É de família, o Diego também tem um pauzão e nosso pai também. Mostra o seu ai pra gente. Léo – Eu não tenho vergonha. Nesse momento Diego já estava tirando a calça enquanto Douglas tentava tirar a roupa de Léo a força. Léo só ria enquanto os dois primos pelados e de pau duro arrancavam suas roupas, era impossível para ele lutar com os primos. Quando arrancaram a última peça de roupa perceberam que ele também estava de pau duro, mas era realmente um pintinho comparado com as rolas dos dois. Na verdade nem era tão ruim assim devia ter uns quinze centímetros e era mais fina, o problema era a comparação. Estavam os três pelados, Douglas e Diego punhetavam lentamente seus paus, exibindo para Léo, que estava sentado e apenas assistia, tentando esconder seu pau com a mão. Quando Diego olhou para Douglas e disse: - Conta pra ele, ele é nosso primo. Douglas – Não, fica quieto, ele não vai quere e ainda vai rir da nossa cara. E se ele contar pra alguém. Não. Diego – Ele é nosso primo, coitado, vai passar a vida inteira assim com esse pintinho, vamos ajudar ele. Douglas ainda relutava – Não sei não, ele não vai acreditar e se acreditar não vai ter coragem que nem a gente, vai acabar falando pra alguém. E se nosso pai fica sabendo que a gente contou o segredo de família para ele mata a gente, de verdade. Como eu já disse Léo era curioso e a conversa entre os dois o deixou maluco: - Contar o que? Eu prometo guardar segredo, eu juro mas me conta, do que vocês tão falando? Douglas – É o seguinte, nós só temos o pau enorme por causa do treinamento, é coisa de família, é segredo, você não teria coragem de fazer o que a gente fez e se eu te contar você não pode voltar atrás então deixa pra lá. Léo – Mas não é nada impossível de fazer né? Me conta eu faço, juro segredo, juro mas me ajuda, também quero ter um pauzão. Douglas – É o seguinte, levanta, você jura fazer tudo que nós mandarmos, tudo mesmo, você vai achar nojento no começo e talvez não entenda os motivos, mas funcionou com a gente, olha meu pau, pega nele. Léo – Pegar nele? Não. Então Douglas vira e começa a discutir com Diego: Douglas – Olha ai tá vendo, o que eu falei, já começou a frescura e isso nem é nada perto do que ele tem que fazer, se vira agora, se ele contar pra alguém eu quebro todos seus dentes e ainda falo pro pai que você contou. Diego ia intervir mas Léo interrompeu: Léo – Não, calma, eu não sabia que já fazia parte, desculpa, eu não vou mais falar não, prometo. Nisso ele delicadamente pegou o pau de Douglas e ficou alisando, pra cima e pra baixo. Douglas – Você vai ter que fazer muita coisa, agora não tem volta, se contar pra alguém eu te encho de porrada, e tem mais, você tem que ser agradecido por nós estarmos te ajudando. Presta atenção, o que fez a gente ficar forte assim foi a porra do nosso pai. Léo – Sim por que foi ele que gozou na sua mãe né? Douglas – Não idiota, nosso pai nos obrigava a beber a porra dele, dele e dos nossos tios, em um ano meu pau cresceu sete centímetros, lembra que meus tios viviam aqui em casa ou nós dois íamos pra casa deles? Léo – Eu vou ter que beber a porra de vocês? Diego – Nossa e de todo pauzudo da família que quiser ajudar. Você não quer um pauzão, olha só o nosso, já pensou você com um pauzão igual o nosso. E depois não tem mais volta, já te contamos e você falou que ia topar qualquer coisa. Douglas – Essa é a primeira parte do treinamento, depois tem mais, mas fica calmo, uma coisa de cada vez. Você não pode contar pro nosso pai que a gente te contou, mas pode aproveitar que nossa mãe tá viajando e ele tá na seca, se beber a porra dele também vai ajudar bastante. Léo – Tá mas o que eu faço? Douglas – Vamos começar agora, ajoelha ai e começa a bater punheta pra mim. Léo – Mas eu pensei que eu só ia beber. Douglas – Porra Léo, vou ter que te explicar tudo, primeiro, a porra não vai sair do meu saco sozinha, se você quer ter uma pau grande é seu serviço me fazer gozar, segundo que se eu não sentir prazer a porra sai fraca, você vai ter aprender a deixar a gente bem excitado com muito tesão, quanto mais louco pra foder a gente tiver melhor é a porra, mais grossa ela fica e maior fica seu pau. Entendeu agora porra, então deixa de encher o saco e faz logo seu trabalho. Diego estava com um sorriso no canto da boca. Diego – Entendeu agora Léo, se quiser ter um pau igual o nosso você vai ter que se esforçar pra nos agradar, como se você fosse a putinha dos machos aqui. Douglas – Fica tranquilo, é só entre a gente, na rua você é macho, mas aqui você é fêmea, um ano passa rápido e depois a gente nunca mais fala disso, nosso pai mesmo nem toca no assunto e você vai ter um pauzão pra curtir a vida. Vai capricha ai. Léo era inocente, mas não totalmente idiota, no fundo seu cérebro tentava lhe dizer que aquela história era mentirosa, mas seus hormônios o empurravam pro pau que ele segurava, era muito melhor brincar com aquele enorme do que com o dele mesmo. Ele se sentia desconfortável com a parte ser a fêmea, e nunca tinha experimentado porra, nem a dele mesmo. Mas não tinha volta e decidiu que ia fazer direito, quando se joelhou e segurou firme o pau de Douglas perto de seu rosto seu primo abriu um sorriso. Douglas – Isso, com calma, põe a outra mão no meu saco, isssooooo. A aprovação de Douglas lhe trazia conforto, o peso da situação diminuía, ele estava entregue e queria agradar o primo. Douglas – Meu pau tá babando, tá vendo ai, pega com a língua, não desperdiça nada. Léo encostou a língua e foi sentindo o gosto da baba do primo e pra surpresa dele, o gosto era bom, logo estava passando a língua em toda a cabeça do pau procurando por mais. Douglas não tinha tomado banho, ainda estava suado do trabalho, o cheiro de macho que Léo estava sentindo era muito melhor que o que sentia cheirando as cuecas sujas, aquele cheiro lhe agradava e ele estava cada vez mais gostando da oportunidade que o primo lhe deu. Sua língua tentava achar mais daquele líquido que ele tanto gostou. Douglas – Gostou da baba do meu pau né? Fala gostou? Léo – Gostei, gostei sim. Douglas – Tá vendo, não queria nem pôr a mão e agora já está gostando. Enfia a cabeça toda na boca que vai sair mais. Leonardo nem pensou, enfiou toda a cabeça na boca e chupava com vigor, quando sentiu uma mão atrás de sua cabeça o empurrando pra baixo, no começo não lutou mas logo começou a ir fundo demais, ele sentiu um desespero crescente, uma ânsia de vômito tomou conta dele, seus olhos lacrimejaram, empurrava as coxas do primo mas era inútil, sua garganta contraia ele estava desesperado, quando finalmente a pressão daquela mão sessou, foi retirando a rola da boca, logo veio o alívio, mas quando faltava só um pouco a pressão voltou, Douglas empurrou sua cabeça para baixo com força, enfiando uma boa porção na garganta de Léo, que novamente estava desesperado, segurou alguns segundo e soltou. Léo levantou a cabeça, estava aliviado, ainda segurava o pau pela base, a respiração estava ofegante e os olhos cheios de lágrimas, tossiu algumas vezes, não dizia nada, apenas ouvia. Douglas – Você vai ter que treinar bastante pra engolir ele inteiro, fica calmo esse desespero passa, se for obediente e treinar direito logo vai engolir ele todo e vai gostar, é só não parar de treinar. Diego – É, ele vai precisar de bastante treino, não entrou nem a metade já tá engasgando, assim vai demorar mais pro pau dele crescer. Quando aquele sensação de desespero passou Léo pensou que nem foi tão ruim assim, e queria agradar os primos, ia continuar tentando engolir aquele pau enorme. Léo – Eu vou continuar treinando, vou até conseguir, mas não precisa empurrar minha cabeça. Douglas – Quem tá treinando quem aqui? Se eu não empurrar você não vai conseguir nunca, seu corpo tenta empurrar pra fora, tenho que empurrar sua cabeça pra te ajudar, continua vai. Lá foi ele novamente, lambendo a cabeça e aos poucos engolindo aquela rola, sugava e lambia enquanto massageava as bolas, Douglas forçou mais algumas vezes sua cabeça rola abaixo, mas decidiu que o treino de garganta seria aos poucos. A sessão não demorou muito, Douglas estava com muito tesão e em alguns minutos anunciou que iria gozar, mandou Léo abrir bem a boca e não desperdiçar nada. Léo obedeceu e realmente parecia uma puta pedindo porra, linguinha pra fora e as mãos nas coxas de seu macho. Quando sentiu a porra na boca começou a engolir, mas logo se decepcionou com o gosto, achava que seria doce como a baba, mas não, era um gosto ácido, azedo, um tanto indescritível, mas engoliu, sua face não escondia deu desapontamento. Douglas logo tratou de explicar que ele precisava se acostumar, logo estaria com sede de porra, era só uma questão de treino e persistência. Quando fez menção de levantar foi interrompido pela voz de Diego. Diego – Vai aonde, vem de quatro até aqui, tem mais leitinho pro bezerrinho. Diego estava sentando num sofá velho, as pernas bem abertas e o pau em riste, um pau reto e tão grande quanto o do Douglas. Léo não se fez de rogado, foi de quatro até Diego, se ajeitou no meio das pernas dele e logo começou a chupar. Diego era mais bruto que o irmão, segurava seus cabelos com força e conduzia a cabeça de Léo de cima em baixo, dava uns tapinhas no rosto e era mais desbocado. Diego – Chupa direito putinha, saboreia o pau do seu macho, faz amor com ele, quero ver paixão nisso, tem que me deixar feliz pra ganhar leitinho. Diego também não demorou a gozar, levantou e como o irmão mandou Léo abrir bem a boca, encheu ela de porra e ficou observando Léo engolir cada gota e limpar bem os dentes com a língua. Douglas mais uma vez afagou a cabeça de Léo e disse estar orgulhoso dele, que se continuasse assim teria mesmo um pauzão. Enquanto eles iam saindo Léo começou a se masturbar, o que foi logo interrompido por Douglas. Douglas – Não, tá louco? Você não pode gozar, não com esse pau ai, só com os nossos. Léo – Por que não? Eu não posso sentir prazer? Douglas – Se você gozar toda porra que você engoliu vai embora, não vai adiantar nada, calma, vai chegar uma parte do treinamento que você vai poder, por que a porra vai estar em outro lugar mas por enquanto não. Léo – Como assim outro lugar? E Por que não posso sentir prazer? Douglas – Uma coisa de cada vez, você vai saber quando estiver pronto. Você pode sentir prazer, só não pode pelo pau, mas você tem um corpo inteiro, tem caras que sentem prazer massageando o cú, por que você não tenta? Se desconfiar que você gozou depois de todo trabalho que tivemos pra te dar porra, te bato moleque. Léo ficou tentando entender o trabalho que eles tiveram, ele acreditava ser o único que teve algum trabalho ali, mas não ia discutir, os dois foram para o quarto pelados mesmo, rindo, e mandaram ele limpar a bagunça e guardar as roupas deles. Ele rapidamente se vestiu e começou a pegar as roupas dos primos, enquanto arrumava a louça do almoço e limpava tudo percebeu que pau continuava duro e começou a pensar no que o primo havia dito, sobre massagear o cu, nunca tinha feito isso e achava estranho mas decidiu que no banho iria tentar. Sentia um frio no estomago constante, tudo era novidade, se preocupava com o restante do treino e percebeu que não se sentiu desesperado para escovar os dentes, aquele gosto ácido já não era tão estranho. A partir de então o treino se tornou diário, todos os dias davam um jeito de ficar sozinhos e colocavam Léo pra chupar até se fartar de porra. Alguns dias duas vezes, de manhã e a noite. Depois de alguns dias Douglas começou a pressionar Léo para chupar seu pai, o Pedro. Douglas – E ai Léo, ainda não deu um jeito de chupar meu pai, caralho quando minha mãe voltar vai ser bem mais difícil, ele deve estar cheio de porra e num tesão louco, faz o seguinte, nós vamos quando ele chegar nós vamos sair e vamos deixar você sozinho com ele, vou arrumar um shorts bem curto que fique enfiado no seu rabo e você mostra bem pra ele. Léo – Tá louco, e se ele não gostar, me mandar embora? E se falar pra minha mãe? Douglas – Para, ele deve estar subindo pelas paredes, sem discussão, hoje você vai fazer isso. Como combinado, Douglas arrumou um shorts que quase não passou nas coxas de Léo, entrava pela bunda separando bem as duas bandas, era curto e mostrava a poupa da bunda, era um daqueles shorts de futebol com forro e por ser branco, o forro mais parecia um fio dental enfiado no rabo. Quando Pedro entrou os três saíram do quarto, o que Pedro já estranhou, mas quando viu Léo com aquele shorts enfiado no rabo logo imaginou o que estaria acontecendo naquele quarto. Douglas e Diego disseram que estavam de saída e deixaram eles a sós, Pedro também notou o volume do pau em ambos. Pedro alisou seu pau por cima da calça e ficou olhando Léo lavar alguma louça na pia, decidiu nesse momento que iria se aliviar e já sabia como. Só posso escrever aos fins de semana então vai demorar um pouco. Se gostou vote, se não gostou comente, é muito ruim não ter retorno e não saber o que acharam, obrigado.

Dei uma pegada na mala no meu tio e ganhei o que queria

Me chamo Frederico, tenho 22 anos, branco, olhos verdes, cabelo loiro escuro, 68 kl e 1,70 de altura. Aqui irei relatar as aventuras mais gostosas em busca do prazer, lembrando que todos os contos que irei postar são reais e aconteceram comigo. Hoje vou relatar o caso verídico que aconteceu entre eu e meu Tio. Rogério (meu Tio), 36 anos, recém separado na época, branco de olhos claros. Tudo começou lá em 2009 quando meu tio se separou da esposa e pediu minha mãe pra ficar um tempo em nossa casa. Como meus pais são separados e morávamos só minha mãe, eu e meu irmão, ela deixou ele passar um tempo com a gente. Eu nunca, tinha sentido atração por meu tio, até no dia que eu o vi dormindo de pau duro. A partir daquele dia, ascendeu a chama do meu rabo, queria de todo jeito ver o pau do meu tio, só não sabia como, já que não tinha oportunidade. Meu tio se tornou o macho da minha vida, era pra ele todas as punhetinhas que eu batia. Em uma tarde de muita chuva estava minha mãe no quarto dela dormindo, meu irmão no trabalho, e meu tio no nosso quarto tbm dormindo e eu na sala vendo tv. Entrei no quarto que meu tio dormia e ele estava dormindo de barriga pra cima, eu estava inquieto naquele dia, entrando e saindo, procurando um jeito de pelo menos ver como era o pau do meu tio. Cheguei bem perto da cama em que ele estava e levei minha mão na direção do pau dele, mas o medo foi maior! E se ele acordasse? E se contasse pra minha mãe? Voltei pra sala, mas minha cabeça estava a mil, algo me dizia pra ir lá novamente, outra me dizia pra não arriscar. O desejo me consumia, então voltei lá no quarto e fui chegando bem perto... Dessa vez bem de leve toquei no pau dele. Meu coração acelerou, o misto de medo e desejo tomava conta de mim. Dei uma pegada de leve e saí. Não deu pra sentir muita coisa, só o medo de ser flagrado. Eu queria mais, queria ver aquele pau, então com muito cuidado abri o botão da bermuda dele e desci o zíper, uma cueca branca e bem recheada apareceu. Não arrisquei descer a cueca, pois já tinha passado do limite. Subi o zíper da sua bermuda e fui dar uma conferida no quarto da minha mãe e ela continuava a dormir. Quando voltei no quarto em que meu tio estava, percebi que o botão da bermuda dele estava aberto, sendo que eu tinha abotoado e o zíper também estava um pouco descido. Fiquei meio encabulado... Quando ia me aproximando ele se mexe, então fingi que ia pegar alguma coisa no armário. Senti que ele se levantou, e vi ele saindo do quarto. Tinha ido ao banheiro e quando voltou perguntou pela mãe, eu disse que ela estava dormindo. Ele então arrumou a cama e quando eu ia saindo do quarto ele me mostrou o pau duro entre o zíper. Seu pau: um pau médio só que grosso e torto. Ele segurou minha mão e já foi fazendo com que eu chupasse. Apesar de bastante medo, não me fiz de rogado, meti a boca. Enquanto eu o mamava ele me perguntava: - Tu já fez isso com alguém? Com a boca ocupada, eu só fazia gestos. - Tu já deu o cu? Pra quem? Qual era o pau maior? Eram essas as perguntas do meu tio. Ele disse que também queria me comer, mas naquela hora era impossível, pois o risco de minha mãe nos flagrar era alto. Ele queria gozar de qualquer jeito mas no meu cu. O único local possível naquele momento era no campinho de futebol que tem na minha rua, mas chovia muito. Então ele inventou de aproveitar a água da chuva pra lavar sua moto, colocou um shortinho desses de futebol preto e me chamou pra ir junto. Quando estávamos já molhados da chuva ele me chama pra ir no campinho. Fomos e chegando lá procuramos um local escondido e demos continuidade ao que tínhamos começado em casa. Era muito bom estar ali no meio do mato, na chuva com meu tio me colocando pra mamar sua rola. Ele gostava de me ver entalado com sua pica na boca, também gostava quando eu chupava suas bolas. Depois de já estar de queixo doído de tanto chupar, ele pede pra mim descer o short e abrir a bunda. Meu tio não esperou nem eu abrir meu cu direito e já foi socando... De uma vez, senti mais da metade de seu pau grosso entrar rasgando. Doeu um pouco, mas como ele era um meio bruto e impaciente, nem se importou com meu pedido pra socar devagar. Já relaxado, meu tio empurrava seu pau com toda força, não parava de meter um só segundo, sempre no mesmo ritmo. Ele gozou rápido, e fomos pra casa. Se passou mais ou menos uma semana e ele nem tocava no assunto, até que aconteceu novamente e desde esse dia ganhei mais um comedor e até hoje quando dá certo ele me fode.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

O mecânico fez o serviço completo

Olá leitores, venho aqui contar mais uma das minhas aventuras. Só relembrando que todos os meus contos são verídicos. Sou moreno, tenho 1,70 cm, olhos castanhos claros corpo forte sem ser malhado e super discreto. O que vou relatar aqui realmente aconteceu comigo, como em todos os relatos que já publiquei neste site. Bem, no meu último aniversário eu ganhei uma bicicleta de presente, eu não gosto de bicicletas e nem uso, pois não tenho tempo e também me falta coragem de sair com ela. Conversando com uma prima, ela me deu a ideia de vender essa bicicleta, pois como eu não usava não faria falta alguma. E ainda iria descolar uma graninha boa. A bicicleta ainda estava com o selo e com algumas partes plastificada. Quando eu fui tirar ela do quarto para divulgar nas redes sociais que estava vendendo-a, notei que a corrente estava travada e seca. Seria necessário fazer um repasse para vende-la em bom estado. Na mesma tarde fui numa oficina não muito próxima daqui de casa, mais fazia parte do caminho que eu faço nas minhas caminhadas. E sempre que eu passava por essa oficina os mecânicos ficavam me olhando passar, diariamente era assim. Quando cheguei na oficina e chamei só tinha um homem lá nos fundos, ele é alto, branco, queimado do sol meio avermelhado, malhado e com uma barba muito charmosa e com aparentes 27 anos por aí. Eu - Olá. Tem alguém aqui? Ele - Oi. Fala ai em que posso te servir? Eu - É que eu tô vendendo uma bike e tem que fazer um repasse nela. Eu queria saber quanto você cobra? Ele - E cadê a bike? Eu - Deixei em casa. Ele - Vamos fazer assim quando você voltar da sua caminhada passa por aqui que eu vou olhar ela e te digo o preço. Pode ser? Eu - Claro. O cara sempre estava na hora que eu passava e ficava me observando com os outros rapazes. E sabia que eu iria passar novamente. Realmente ele prestava muita atenção em mim mais eu nada maldei nem tão pouco me passava nada pela cabeça. Dada à hora de retorno eu passei novamente na oficina e ele já estava me esperando, trancou a porta e me chamou para ir em seu carro o que não recusei já que ele aparentava ser uma boa pessoa. No carro descobri que ele era o dono da academia e descobri seu nome Marcos. Dei o rumo daqui de casa e em 15 minutos chegamos. Descemos do carro e eu pedi que ele entrasse para olhar a bike. Antes tirei os sapatos e a meia em pé mesmo e sem intenção eu me empinava um pouco. Notei depois Marcos me encarando e segurando no cacete as vezes. Achei normal e o levei até meu quarto, ele olhou a bike e deu o preço. Com tudo acertado ele saiu com a bike, a colocou no carro e antes de entrar no carro me cumprimentou e apertou a minha mão com um sorriso e um brilho no olhar. Dois dias depois quando fui fazer minha caminhada passei pela oficina e estava cheia. Provavelmente eram os funcionários de Marcos, dei um boa tarde e perguntei pelo Marcos. Um deles gritou por ''Marcão'' e ele logo apareceu, sorridente, sem camisa e um pouco suado. Juro que eu me segurei para não mostrar o quanto fiquei surpreso e nervoso no meio daqueles 6 ou 7 rapazes. Marcos me cumprimentou de novo e me chamou para entrar. Todos ficaram nos olhando, Marcos me mostrou a bike desmontada e eu o entreguei o dinheiro que ele recusou e disse que ia aceitar quando o serviço estivesse pronto. Nisso um dos rapazes se aproximou ouvindo nossa conversa e se ofereceu para adiantar o trabalho. Marcos o encarou e disse que ele mesmo faria o serviço e que mais ninguém deveria tocar na minha bike. O rapaz se afastou e eu fui embora logo em seguida. Quando passei pelos rapazes ouvi alguns cochichos mais não dei atenção e fui para casa. Na tarde seguinte mesma rotina e passei novamente na oficina, Marcos não estava e os rapazes me fizeram várias perguntas e pediram que eu esperasse por Marcos, pois ele queria falar comigo e não tínhamos trocado contatos. Eu esperei dentro da oficina e os rapazes ficaram na calçada sentados. Marcos demorou uns minutos e quando chegou eu ouvi umas risadas e logo ele veio ao meu encontro. Após o aperto de mãos que cada vez demoravam mais da parte dele. Ele me explicou que a corrente da bike não prestava mais e que era preciso troca-lá. Deu o valor que saiu do meu orçamento e eu não podia pagar. Ele me propôs que faria a troca da corrente e que depois da venda da bike eu fosse paga-lo. Eu não aceitei de início, mais ele insistiu e eu acabei cedendo. Quando eu ia saindo da oficina outra vez uns comentários e dessa vez eu ouvi os rapazes insinuando que eu tinha um relacionamento com o Marcos. Eu no mesmo momento voltei para falar com Marcos eu estava alterado, nervoso e um pouco trêmulo. Marcos me perguntou o que eu tinha e eu logo falei já chorando. Ele ficou furioso e saiu para discutir com os rapazes. Eu fiquei sentado ouvindo tudo e cada vez mais nervoso. Alguns minutos depois o barulhou parou e Marcos fechou a oficina e veio falar comigo. Me pediu desculpas pelo ocorrido e disse que aquilo não iria mais acontecer. Eu ainda chorando me levantei e Marcos me abraçou em forma de apoio, logo após esse abraço ele ergueu meu rosto com uma de suas mãos enquanto a outra estava envolta da minha cintura, com esse gesto ao abrir meus olhos vejo Marcos aproximando seus lábios dos meus e iniciando um beijo. Eu não tive nenhuma reação, à não ser corresponder esse beijo, que foi se intensificando, me deixando excitado e me fazendo esquecer do que havia acontecido à pouco tempo. CONTINUA... Espero que tenham gostado. Por favor votem e Comentem isso é muito importante pra quem escreve!!! Que em breve contarei outras aventuras que venho vivenciando. Quem quiser trocar mensagens por email, Skype ou whatsapp é só me passar. Respondo à todos. Beijos e Boa punheta.

Meu tio me fudeo a força

Boa Noite Meu tio e eu sempre fomos bem parceiros, ele é um cara alto deve ser 1,90 corpo musculoso mas não de academia musculosos de trabalhador, ele se sacou com minha tia bem novo e tiveram um filho, com o passar dos anos eles se separaram e minha tia e meu primo foram morar numa cidade na Bolivia. Uma certa vez meu tio ficou meio doente ele tinha umas crises de enxaquecas muito fortes e ele morava sozinho, minha mãe pediu se eu poderia ir dormir la alguns dias e eu não quis muito, depois de umas horas meu celular toca e era meu primo pedindo pra min ficar la com ele alguns dias que ele ia me mandar um agrado, mas conhecido como dinheiro. Tive que aceitar. Chegando la meu tio começou a falar que ele tava bem e que não precisava de ajuda em nada, eu falei que se ele precisasse era só chamar. Eu pego minhas coisas e levo pro quarto que de visitas que tem na casa do meu tio que quando chego la! Cade a cama!? Fico sem entender e meu tio disse que não usava aquelas cama nunca e estava montando um escritório pra ele naquele quarto, ele ficou com vergonha por não ter onde eu dormir, falou que ele ia dormir no sofá e eu que ficasse na cama dele, como ele estava doente eu não podia deixar ele dormindo no sofá e falei que era pra ele ficar na cama dele que eu me virava, ele me encarou e disse que era pra min dormir na cama com ele, se eu não dormisse ele ia pro sofá, então eu falei que dormiria lá sem problemas. Eu sempre fui de me vestir confortavelmente e como eu achei que ia ter um quarto levei um shorts bem curtinho e velinho pra dormir, meu tio foi deitar e eu fui tomar banho, enrolei um pouco porque queria que ele estivesse dormindo quando fosse deitar, sai do banho coloquei minha roupa de dormir e la fui. Eu tenho o costume de dormir com a bunda arreganhada pra cima, na hora de deitar me deitei bem bonitinho, mas depois que peguei no sono só deus sabe. Era de madrugada e eu começo a sentir algo, aquilo era bom mas não sabia oque era, quando me dou conta meu tio estava passando a mão na minha bunda e enfiando o dedo no meu cuzinho, quando penso no que esta acontecendo eu fico travado, mas continuo ali, ele tira meu shorts e minha cueca bem devagar e continua a alisar minha bunda, ele percebe que eu estou acordado e pede se estou gostando, eu respondo que sim com a cabeça e dai ele começa a ser mais agressivo, ele bate na minha bunda e aperta ela com força e aquilo me exita de uma maneira inexplicável, ele diz que estava com problemas na cueca e era pra min ajudar ele, eu tiro aquela cueca com a boca e aquela jebra bate na minha cara com tudo, ela tinha uns 18cm mas era muito grossa, chupo ele ate ele mandar eu parar que ia comer meu cuzinho, eu disse que aquela brincadeira estava legal mas que eu não queria dar pra ele,antes de tudo ele era meu tio ai ele se revolta, ele me segura com força e me prende na cama, ele monta em cima de min e cospe no meu cuzinho e fala no meu ouvido Eu poderia colocar um olheozinho nesse seu cu arrombado mas se você quer me dar com emoção vai ser com emoção que eu vou te foder subrinho lindo do titio. Ele gospe no pau dele e mete tudo de uma vez eu grito de dor e ele me sufoca contra a cama pra ficar quieto, ele começa num vi e vem de depois de uns 5m eu já tinha acostumado, eu já tava rebolando naquela rola, ele me da um tapa na bunda que me deixou roxo no outro dia e diz que cansou de socar e deita na cama, ele me segura e diz pra min sentar um pouco no titio, fico cavalgando nele um tempao e ele disse que ia gozar e queria gozar na minha cara, ele me deitou na cama e fudeo minha boca num grau maravilhoso, ele começá a meter com força e dai ele goza tudo na minha cara. Ele levanta e vai pra sala, eu me limpo e deito quando ele chega e diz no meu ouvido que quer dormir de conchinha comigo, eu pego e arregaço bem minha bunda e mando ele vir deitar comigo. Eu fiquei mais uns 4 dias na casa do meu tio e quando voltei pra casa eu não conseguia nem andar.

Foi no Pique - Esconde que Meteram Pica em Mim. (A Primeira Vez)

Me chamo Frederico, tenho 22 anos, branco, olhos verdes, cabelo loiro escuro, 68 kl e 1,70 de altura. Sou novo no site e viciado em ler contos eróticos. Aqui irei relatar as aventuras mais gostosas em busca do prazer, lembrando que todos os contos que irei postar são reais e aconteceram comigo. Pra iniciar, hoje irei relatar como foi minha primeira vez com um vizinho. Tudo começou há muito tempo atrás, como de costume, todas as noites a garotada lá da rua se reunia para brincar de pique - esconde. No meio da garotada, tinha um rapaz chamado Denis. Ele com seus 17 anos era o mais velho da turma, Denis era uma espécie de líder e tudo o que ele mandava, a gente obedecia. Num desses dias, quando estávamos brincando senti ele encostar o pau na minha bunda, não reagi, pois desde muito cedo já sentia tesão em homens, principalmente os pais dos meus amigos. Ficava imaginando como seria o pau deles. Voltando ao conto, isso aconteceu mais algumas vezes, ele sempre vinha se esconder junto de mim e esfregava o pau na minha bunda. Numa dessas ele sem dizer nada ele desceu o shorte até o joelho e exibiu aquele pau maravilhoso,um pau médio, grosso, cabeçudo... O primeiro pau que eu via na minha frente, além do meu. Apesar da escuridão, dava pra vê o brilho daquele cabeção rosado. Então Denis pegou minha mão e colocou em seu pau, senti pela primeira vez um pau que não fosse o meu pulsar na minha mão, achei aquilo estranho e gostoso ao mesmo tempo. Fomos encontrados e tivemos que parar. Nos próximos dias, era eu quem seguia Denis para todo lado, queria sentir aquele pau mais vezes na minha mão, até que ele fez o convite: "Dá uma chupadinha?" Fiquei na dúvida, era um misto de vontade, medo e nojo. Com muita insistência, fui me abaixando e ele cada vez mais aproximando o pau da minha boca. Forçou mais um pouco e eu já estava com metade do pau dele na boca. Chupava desengonçado, não sabia o que fazer, então ele começou a fazer movimentos de vai e vem, alí fui pegando jeito e já chupava com vontade, sem nojo algum. Descobria alí o quanto um homem é gostoso. E ficamos nisso, sempre que íamos nos esconder ele me colocava pra chupar. A essa altura, eu já estava louco pra dar pra ele, mas não tinha coragem de convidar. Certa noite, ele disse que queria me comer, mas que isso tinha que ser quando acabasse a brincadeira. Combinamos então que quando todos fossem pra casa, ele me chamaria pra gente fuder e foi o que aconteceu. Quando a rua estava vazia ele me chamou e me levou para o quintal da casa dele. Lá sem perder tempo ele já foi me colocando pra chupar, já estava adorando aquilo, e já tinha muita intimidade com seu pau. Em pouco tempo, eu já o engolia inteiro e ele empurrava minha cabeça pra ir cada vez mais fundo. Enquanto chupava o pau dele, seu dedo procurava meu cuzinho virgem. Ele forçava o dedo, mas nada de entrar. Então me colocou de quatro, deu uma cuspida e começou a pincelar com o pau, que sensação gostosa, mau sabia que a maior dor eu iria sentir depois quando de uma vez ele forçou e a cabeça entrou rasgando tudo. Nessa hora vi estrelas na minha frente e veio o arrependimento de ter aceitado estar alí. Meu cu estava em brasa, uma dor fina, que ia do cu ao pé da barriga. Fiquei desesperado quando vi que sangrava e ele de pau duro tentando me convencer a continuar, mas naquele momento eu não aguentava nem andar direito, fui pra casa. Nos próximos dias tentei evitá-lo, mas numa tarde ele me chamou pra ir até a casa dele, quando cheguei lá ele estava sozinho e já foi fechando a porta e mostrando o pau duro. A putinha que já morava em mim não resistiu, então cai de boca... Chupava como se estivesse chupando um delicioso pirulito. Ele veio com o dedo procurar meu cuzinho, relutei no início, mas em vão... Eu já estava entregue. Dessa vez, ele me mandou sentar no seu pau, fui tentar... Com muito esforço, senti meu cu ser invadido pelo o cabeção, mas já não senti a mesma dor da outra vez. Ele segurou em meu quadril e ao mesmo tempo que me puxava pra baixo, empurrava seu pau fazendo com que entrasse cada vez mais. Foi uma luta colocar aquilo tudo pra dentro, apesar de não ser grande, mas era o primeiro que meu cu recebia. Ele forçava o pau, e eu travava o cu, até que senti minha bunda encostar em seus pelos. Pronto, estava com um homem dentro de mim. A dor foi passando e aos poucos fui movimentando minha bunda, já começava a sentir uma sensação diferente, e não queria que ele parasse. Trocamos de posição e quando ele tirou o pau, estava melado de sangue. Ele nem se importou, me colocou de quatro e empurrou. Doeu pra caralho, e apesar do meu pedido ele não parou e continuou metendo, aquela posição estava desconfortável pra mim. Aquela sensação gostosa eu já não sentia e o meu único desejo era que ele terminasse logo. A cada estocada que ele dava, a dor ficava mais insuportável. Uns 5 minutos depois ele gozou, e me encheu de leite. Corri pra casa para o banheiro e me desesperei quando vi a porra dele misturada com sangue sair de dentro do meu cu. Jurei que nunca mais faria aquilo, mas na noite seguinte lá estava eu chupando o pau do Denis novamente enquanto brincávamos de pique - Esconde e era sempre isso, eu já estava viciado no pau dele, dar pra ele já estava se tornando gostoso, e rotineiro até que um dia fomos flagrados. Mas isso contarei em uma próxima oportunidade.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Transformado em cadela pelo filho mais novo da amiga

O universo sexual é mesmo enorme e inacreditável quando a gente para pra pensar nas coisas que podem acontecer dentro dele. Como se o mundo já não fosse pequeno suficiente, a todo instante tudo esta ocorrendo, basta que prestemos atenção nos detalhes. Como tudo acaba sendo uma questão de tempo, de quando e não de se, muitas possibilidades se tornam reais e mexem com nossa imaginação, nosso desejo sexual. Eu devia ter uns 16 anos quando conheci a Maristela no curso de turismo. De toda a galera que se formou e que entrou comigo, nós fomos uns dos poucos que continuamos amigos mesmo após a conclusão do ensino médio e faculdade. Eu era seu melhor amigo gay e ela era como uma prima que eu não tive, tamanha nossa intimidade e consideração um pelo outro. Assim foi que ela me apresentou o Adriano, seu primeiro namorado, cuja boa índole foi mais do que o suficiente para que eu aprovasse o relacionamento com o rapaz. A passagem do tempo e a formação acadêmica nos afastou um pouco, mas participei do casamento de ambos e ainda presenciei o nascimento dos dois filhos, Tiago e Renan. Nas voltas que o mundo dá, eu e Maristela tornamos a nos esbarrar sem querer pela vida. É a partir desse contato que nossa história nesse conto começa. Eu sou o Diego. Branco, estatura mediana e corpinho meio franzino, acho que não tenho nada que chame atenção fisicamente, talvez por isso seja meio tímido, mesmo que já aos 39 anos. Formado em turismo, saí da faculdade e comecei a trabalhar numa empresa que até rendeu uma boa grana durante um tempo, mas que, com a crise, acabou fechando. Por conta disso, voltei a morar um tempo com minha avó na rua onde passei a maior parte da minha infância, pra dentro do subúrbio do Rio de Janeiro. Um lugarzinho com bastante vento e relativamente sossegado, com um conjunto de grandes apartamentos ao final do quarteirão. Num desses blocos foi pra onde a Maristela se mudou, sem saber que eu tava morando por ali. - Didi? O apelido que ela me deu anos atrás. - Mari? - NÃO ACREDITO! - NEM EU! A gente tava na fila do caixa do mercadinho, ela com roupa de trabalho e eu fazendo compras pra minha avó. - O que tu tá fazendo por aqui? - Eu tô morando ali nos blocos, amigo! - Há quanto tempo? Eu moro aqui na frente! - Ué, tu voltou pra cá? - Sim, os tempos não tão fáceis, sabe? - Sei bem. Eu tive um monte de problema também e tive que me mudar. Papo vai, papo vem, ela me convidou pra ir até o apartamento novo fazer uma visita depois de tanto tempo e também falar da vida, colocar os assuntos em dia. Mesmo com a distância, vez ou outra ainda falávamos pelo facebook, mas encontrar com alguém pessoalmente é completamente diferente, ainda mais quando se trata de um amigo. Deixei as compras em casa e fomos pra seu apê. No curto caminho até lá, não paramos um só instante de conversar. Subimos até o segundo andar de um dos prédios do bonito conjunto e ela abriu a porta da sala. Esperei encontrar ao menos um dos filhos, mas estava vazio e tudo ainda estava dentro de caixas, desde às roupas até os utensílios domésticos. - Você chegou tem pouco tempo mesmo, né? - Tem nem uma semana, Didi! Assim que saiu o divórcio já saí de casa. - O que!? - Eu separei do Adriano. Muita coisa aconteceu entre a gente nesses últimos tempos e tanto eu quanto ele achamos que era melhor assim. - E os garotos? - perguntei. - Tiago virou marinheiro e tá noivo, te contei né? - Noivo? Parecia que eu tinha batido a cabeça e ficado anos em coma, completamente inadvertido da passagem do tempo. Enquanto isso, íamos andando pelo lugar e ela ia me mostrando um pouco dos cômodos. - Sim, Didi. Tiaguinho vai fazer 23 já, assim que começou a se sustentar já ralou de casa. - Como que pode, o tempo voa! - É verdade. Paramos no corredor entre dois quartos, um com uma cama de solteiro montada e outro com uma de casal, que deduzi ser o da Maristela. No que tava com a de solteiro, várias roupas já espalhadas, como se ali morasse um adolescente. Uma coleção de bonés pendurada num canto de uma estante montada pela metade. Um skate no chão, junto com tênis de corrida enorme, talvez, e meiões de futebol. Aquele cheiro característico de homem predominando naquele ambiente. - Não repara a bagunça, Didi. O Renan não ajuda em nada dentro de casa. E só aí veio a sensação de que o presente devia ser inimaginável. A última vez em que tinha visto aqueles garotos pessoalmente, eles ainda deviam ter dentes de leite na boca, de tanto tempo que fazia. E agora, diante de mim, tinha o genuíno quarto bagunçado de um homem de verdade, talvez no auge da puberdade ou algo do tipo. Não sei dizer se foi o tempo longo que eu tava sem sexo ou se foi o cheiro forte que mexeu comigo, mas a mente ficou um tempo presa nestes pensamentos e custei a voltar à realidade da conversa com a Mari. - .. então a gente conversou e achou melhor terminar mesmo.. - ela dizia - por isso eu saí de lá. E também porque o Renan não dá um tempo, só tava fazendo merda. - Deve tá garoto já, né? - Um moleque que não tem um pingo de educação, nem parece meu filho. Eu não tinha como saber, então só podia imaginar. E imaginava ele parecendo com o pai, porque era inegável a beleza do Adriano. O ex-marido da minha amiga tinha aquela coisa meio clássica no rosto, um formato másculo, meio quadrangular e rústico, barbudo, morenão bonito e com jeito de pagodeiro. - Mas e você? Não tava trabalhando naquela firma.. ? - Sim, tava sim. Mas aí deu ruim e eles tiveram que fechar, por isso que voltei pra minha avó. - Poxa, que barra. Então você tá desempregado? - Tô sim. Por que, tá precisando de alguma coisa? Ela fez cara de animada e falou como se tivesse a solução dos meus problemas. - PRECISO SIM! Eu já cheguei aqui trabalhando, Didi, nunca me senti tão morta de cansada. Ainda nem tive tempo de desempacotar as coisas, pra você ter uma ideia. - É, eu tô vendo. - Eu com certeza vou precisar de alguém pra ajudar a manter essa casa organizada, ainda mais com o Renan morando comigo. Quando ele tiver com o pai, aí eu me viro. Mas com ele aqui, não tem como. - Ele é bagunceiro? - Demais, Didi! Mas eu vou te pagar, com toda a certeza. Horas conversando e deixamos acordado que eu apareceria segundas, quartas e sextas, só pra dar um jeito no que tivesse bagunçado e também organizar a comida pro Renan, que estaria em casa pela tarde e durante as férias. Até então, ainda não tínhamos sequer nos visto nenhuma vez depois de todo aquele tempo. Mesmo com esse bico na casa da Maristela, continuei enviando currículos e me candidatando pra vagas na minha área, que era o turismo. Na primeira sexta-feira em que apareci pra fazer as tarefas no apartamento, não quis esperar o elevador e fui pelas escadas, já que era no segundo andar. Quando abri a porta pra começar a subir, ouvi um barulho forte de chinelos batendo firme no chão, indicando que alguém estava descendo com pressa. Junto disso, veio a voz clara e firme, num ritmo musical. - Se eu pedir pra sentar, você senta! Olhei pra cima e em menos de um segundo a figura cantando funk apareceu na minha frente. Era um moreno desses bronzeado de praia, com a barba cerrada descendo pelas costeletas e envolvendo o rosto bruto, mas ainda assim cara de novo. Devia ter uns 18 anos no máximo. Sobrancelha riscada, boné pra trás, camiseta jogada no ombro, cordão de prata no pescoço e short da adidas com a tira da cueca aparecendo, só com essas sandálias de velcro que a molecada adora. Ao me ver, ele deu uma olhada rápida com o par de olhos cor de mel e me deixou visivelmente desconsertado. Só então lembrei que tinha de sair do caminho pro cara passar, que foi o que ele fez sem perder mais tempo. A cara de brabo indicava que com certeza estava estressado por qualquer razão. Fui com a mente ainda bagunçada até a porta do apartamento da Mari. Toquei a campainha e ela me atendeu com o rosto vermelho, sem dar muita atenção e indo em direção à varanda que dava pra parte frontal do prédio. Ao chegar, apontou lá pra baixo e começou a gritar. - ME ESCUTOU, RENAN!? Cheguei mais perto e percebi o mesmo moreno bronzeado e estressado que passou por mim nas escadas lá em baixo, agora parado e virado pra ela, com a mesma cara de poucos amigos e os braços tatuados cruzados no peito. - NÃO QUERO ISSO OUTRA VEZ, EIN! Finalizou o sermão e ele tornou a virar de costas e dar de ombros, chutando o vento de raiva e sumindo pela esquina, como se não ligasse muito pro esporro dado pela mãe. Eu não podia acreditar que o menininho tímido que vivia na sombra do irmão mais velho se transformara naquele jovem rebelde em corpo de homem. - Não aguento mais esse moleque, Didi! - O que aconteceu? - perguntei. - Senta aí que eu te conto. Tomei lugar numa poltrona e ela pegou duas cervejas pra gente. Mari não era de beber, quando bebia era por causa do estresse excessivo, então o que ia contar com certeza estava tirando sua paciência. - Não tem nem um mês que a gente se mudou e eu já peguei duas garotas diferentes dentro de casa com o Renan, Didi! Cheguei a ficar um pouco eufórico ao escutar aquilo. Certamente, o moleque sabia que era gostoso e devia ter várias safadinhas querendo dar pra ele. Com certeza tinha puxado o pai. - A gente se mudou de lá com a mãe de uma garota berrando na porta da minha casa, dizendo que o Renan só quis comer a filha dela pra tirar a virgindade e depois terminou. Eu posso com uma coisa dessas, Didi? Fala pra mim se eu posso! Era um choque conhecer o lado sexual do Renan, filho mais novo da minha amiga. Como se não bastasse o impacto que foi dar de frente com ele nas escadas do prédio, agora ouvia da boca da mãe dele o quão safado o puto poderia ser, a ponto de tirar a paz de uma vizinhança por não conseguir controlar o próprio pau, a própria vontade de comer, de submeter alguém. - O que o pai dele acha disso? - perguntei por curiosidade. - O pai dele diz que é fase, por conta da separação. Mas eu falei pra ele que isso só acontece quando o filho é novo, o Renan não tem mais idade pra isso, já era pra ser mais responsável. Eu tava vendo a hora que uma dessas garotas ia aparecer grávida, aí ia sobrar pra mim. Ele tá pensando que é bagunça. - Nossa, não sabia que essa juventude tava assim. - Pois é, meu amigo. Tá assim e pior. Renan não quer saber de nada. Conforme íamos conversando e bebendo, eu já ia fazendo algumas das tarefas e Maristela desempacotava algumas coisas que estavam nas caixas, colocando peças dentro do guarda-roupas. Conversamos bastante, passei uma vassoura no quarto dela e ainda a ajudei a fazer a janta. Quando fui embora, Renan ainda não havia retornado de onde quer que fosse. Minha mente não conseguia mais se livrar da imagem do molecote descendo as escadas com toda aquela ginga e jeito de homem, ainda por cima cantando funk. Era o começo da atração que desenvolveria a partir daí. Trabalhando naquela rotina no apê da Mari, só fui encontrar mesmo de novo com o filho dela quando ele entrou de férias no curso militar. Cheguei na segunda-feira, completamente inadvertido que o moleque ainda tava em casa, peguei a vassoura e comecei a varrer pela sala. Como tava um silêncio absurdo, liguei o rádio num volume decente pra poder animar, sendo que devia ser umas 10 e pouca da manhã ainda. Não deu cinco minutos, o moleque apareceu na porta do quarto e me deu um susto com sua presença quieta. A cara amarrotada de sono, só de samba-canção e um volume atraente de quem acordou puto e com tesão. O risco na sobrancelha lhe dava um ar de perigo, ao mesmo tempo que de safado. De meias nos pés enormes, ele me fitou com o olhar claro e mandou na lata. - Abaixa essa porra, cara! Eu tava dormindo! Sem saber como, tentei me desculpar. Abaixei o som e fui falando. - Mil desculpas, Renan. Não sabia que você já tava em casa, não quis te acordar. Ele esfregou as mãos no rosto e passou pro banheiro, com o corpo todo largado e pisando com as meias no chão, totalmente nem aí pra nada e morgado de sono. Seu pisar parecia firme, ainda que trôpego, mas era de se esperar, dado o tamanhos daqueles pés. Fiquei um pouco preocupado porque ainda não havia limpado o banheiro, mas ele nem parece ter se importado. Mesmo com a porta fechada, pude ouvir de longe o barulho do mijo caindo pesado na água do vaso e fiquei com o coração agitado só de imaginar aquele moleque despejando meio litro de mijão logo pela manhã, aflito pelo tesão matinal. Escutei em seguida o som da descarga e voltei a me concentrar na limpeza, pra não dar palinha de que tava caído pelo novinho. Mas foi aí que ele mesmo me chamou. - Aí.. A voz meio rouca de quem acordou recentemente. Olhei pra ele e não pude evitar de reparar nos pelos distribuídos no peitoral moreno, na medida certa pro cara ser um completo gostoso. Abaixo do umbigo também. E aí não teve como também não perceber as gotinhas de mijo que ficaram na samba-canção de pano que o moleque tava vestindo. Era muito difícil focar só no que ele dizia. - Tu já fez o almoço? Tô mortão de fome. E alisou o tórax duro. - Posso fazer pra você. - É uma boa. E voltou pra dentro do quarto. Parei a faxina e comecei a adiantar a comida, já que o Renan tava faminto. Enquanto isso, ele foi no quarto, vestiu uma bermuda e saiu com o skate na mão, ainda sem blusa e só com o boné pra trás. - Já volto aí. Só disse isso e saiu. Até a hora deu terminar o macarrão com carne moída que fiz, ele não tinha retornado, então dei continuidade à faxina, varrendo o restante dos cômodos e passando pano. Deixei o quarto dele por último, na tentativa dele chegar antes e eu perguntar se queria ou não que eu limpasse lá dentro. Mas como isso não aconteceu e as ordens da mãe dele era para que arrumasse a casa, entrei sem medo e comecei a limpeza. Logo de cara, aquele cheiro forte de homem jovem, que ainda tá cheio de hormônios à flor da pele, doido pra liberá-los das melhores formas possíveis. Não era um odor ruim, mas era bem diferente de qualquer outro, por isso eu sabia que era mesmo característico de homem. Uma mistura do cheiro de pentelhos com roupa de cama e meias. Tudo isso no mesmo ambiente onde vivia aquele moreno atraente, todo barbudinho e novinho. Não precisei ficar ali muito tempo pra perceber a mesma cueca pingada que ele usava com o par de meias em cima da cama antes de sair. Isso significava que havia saído sem cueca, com a bengala balançando de um lado pro outro. O tesão de descobrir essas coisas dominou o corpo e foi mais forte do que eu. Não tinha nada a perder, caso alguém chegasse eu ia ouvir o barulho e poderia dar a desculpa de que estava ali limpando, o que, até um certo ponto, era verdade. Ainda assim, o coração saltando no peito quando tomei a boxer em minhas mãos e a estendi no ar, bem diante do rosto. Deixei que o odor caísse sobre mim, que foi o que aconteceu. Sem hesitar e com uma levíssima pitada de arrependimento, por se tratar do filho mais novo da minha amiga de longa data, botei a língua pra fora e vim lambendo todo o tecido, até passar pela parte gotejada de mijo e sentir o gostinho salgado do fluído daquele machinho. Senti meu pau endurecendo e o cuzinho piscando, pedindo pra ser domado por ele, mas quando ia começar a brincar com as meias e me masturbar, ouvi o barulho da porta da sala e me pus a varrer com a vassoura, na intenção de juntar logo alguma quantidade de poeira pra dar uma boa desculpa. - Se eu pedir pra quicar, você quica! A voz do Renan era firme, porém num tom arrastado e tipicamente carioca, meio abusado, ainda mais cantando funk, que já tava virando sua marca registrada. Em questão de segundos, ele passou por mim dentro do próprio quarto, aí eu comecei a falar. - Aproveitei que você saiu e vim limpar aqui. A comida tá pronta lá no fogão. Mas nem precisava explicar nada, ele nem tava ligando. Voltou na cozinha, botou um pratão de comida e foi pra sala comer. Enquanto o fazia, ainda ligou o X-BOX no televisor de plasma e, sentado no sofá, ficou revezando entre comer e jogar futebol. Aproveitei que já tinha limpado a maior parte da casa e também parei pra almoçar, sentando sozinho na mesa que ficava atrás do sofá onde o safado jogava. Então da onde eu tava, podia vê-lo claramente naquela posição em alerta, com as pernas peludas abertas e só de bermuda e boné. A pouca luz que entrava pela varanda ainda reluzia contra a melanina em seu corpo, deixando-o com a cor ainda mais viva e atraente. Renan parecia uma escultura, uma obra de arte feita naturalmente pelas mãos do tempo. Eu tinha muito cuidado na hora de observá-lo, porque entre um gol e outro, o safado comemorava como se disputasse uma final do Brasileirão, levantando os braços e às vezes olhando pra mim, como quem não quer nada. - Gol, porra!! Eu só ria, mas fingia que não dava bola, como se focasse em comer e terminar meu serviço. Mas, tecnicamente, foi o que fiz. Mesmo que quisesse muito estar na presença daquele menino safado, nada me garantia que algo daria certo no meio disso tudo. Só voltei na quarta-feira. Era engraçado e terapêutico ficar observando a rotina do Renan nas férias. Digo isso porque, enquanto eu arrumava a casa, tinha um molecote enorme daqueles, com os pelos aflorados e um físico natural, jogando video game, sentado no sofá da sala e comendo biscoito, às vezes só de cueca boxer, o boné na cabeça, cordão no pescoço e o relógio no pulso. Brincava com a minha imaginação. Um homenzarrão por fora, um menino safado por dentro. Um sol de rachar, muita gente na praia, mas ele ali, sem nada pra fazer, as pernas abertas e um volume tentador na cueca, porém muito provavelmente inadvertido das minhas intenções e olhadas propositais sobre seu corpo atraente. Vez ou outra, enquanto eu colocava as roupas na máquina de lavar, ele saía pra jogar bola sozinho na quadra que tinha em baixo do condomínio. No começo, o via só chutar a bola contra o muro, como se tivesse descontando as frustrações e estresses com a mãe. Depois de um tempo, passou a jogar com uns outros caras da área, todos aparentemente na mesma faixa etária. Vestia um calção próprio de jogador, colocava a chuteira, a blusa e ia pra quadra. Do apartamento, tinha uma varanda tanto pra parte da frente quanto pra lateral do conjunto, então conseguia vê-lo correr de um lado pro outro, dominar a bola e marcar com vários passes. Quando saía um gol, aí até eu vibrava, mesmo que na minha pra não chamar a atenção, já que deveria estar trabalhando. Depois que retornava, ainda rolava de trazer um amigo pra tomar água aqui. - Arranja uma água aí pra gente. - Claro! Eu corria na geladeira e vinha até à porta encontrá-los, trazendo um copo e a jarra. Eles, por sua vez, vinham com os corpos suados e já com peças de roupa a menos, além do gostoso sempre estar cantando um funk. - Então vem rebolando gostoso de cima pra baixo, de baixo pra cima! O amigo dele era até atraente, mas Renan estava num outro nível, talvez por eu conhecê-lo a mais tempo e estar com todo aquele brilho nos olhos em relação ao garoto, ainda por descobrir que era o maior safado. Não sei dizer qual era a razão específica. - Valeu! Eu esperei terminarem de beber e, disfarçando, fui captando os detalhes do pós-futebol. Com as chuteiras 44 amarradas e presas no pescoço, o Renan tava sem blusa e com o calção da adidas, descalço com os pés no chão do corredor do segundo andar. Por conta do exercício físico, seus músculos do abdome pareciam rígidos, além das veias das mãos estarem marcadas e visíveis até, pelo menos, todo o antebraço do moleque. Ele tava com tanta sede que virou o copo cheio d'água e ainda exibiu o sovacão peludo sem dó na minha direção, entre o tórax e o muque de macho. Seu cheiro tava tão bom e a temperatura do corpo tão quente que podia sentir de longe o odor de seu suor escorrendo por entre os pelos. Se me concentrasse bastante, chegava até a sentir o gosto do cheiro, sabem? Parecia magia, mas era muito tesão. Mas tudo ficava na admiração, porque eles bebiam água e se despediam, daí eu e Renan entrávamos e ele ficava na dele no quarto, quando não, jogava videogame na sala até pegar no sono deitado no sofá. Numa das raríssimas exceções em que ele nem dormiu e nem jogou, eu testemunhei o gostoso chegando todo suado da pelada e, sem blusa, parou na varanda e esperou. Não entendi bem o que ia acontecer, até a corrente de vento passar e lamber todo o seu corpo, fixando de vez o suor na pele, dando-lhe gosto e tirando a umidade aparente. Nessa dia, ele olhou pra mim com os olhos castanhos claríssimos, me deixando até sem graça pela fixação com a qual admirava o ar alisando e relaxando seus músculos quentes e jovens, cheios de fogo pelas entranhas. Eu ia embora no fim da tarde, depois de deixar a janta pronta, mas ainda ficava um tempo o observando cochilar. O peitoral enchia de ar e o ronco vinha junto, desfazendo-se logo em seguida com a corrente de vento que saía de seus pulmões. Aquela poltrona mal acomodava metade do tamanho do "menininho", suas pernas ficavam pro lado além do braço do sofá de tão enorme. E, por falar em enorme, poderia ficar ali o resto da noite admirando a mala. Se ele dormisse com as mãos sob a cabeça, ainda ficaria a madrugada admirando as axilas peludas, se me deixassem. Mas precisava sair, não tinha jeito. A primeira vez que o Renan citou meu nome, foi numa situação completamente incomum. Eu lembro bem de quando optei por tomar banho no apartamento antes de ir pra casa e, na hora que o chamei no quarto pra trancar a porta depois que eu saísse, não tive como não notar que sua respiração estava meio ofegante, como se tivesse feito esforço físico. O peitoral suado e meio avermelhado, ligeiramente marcado por alguns arranhões. Na samba-canção de pano, a umidade manchada e um cheiro certeiro de sexo exalando de seu corpo. Fiquei tão nervoso que, ao me aproximar dele, quase caí e o safado me segurou firme com o mãozão na parte de cima do braço. - Opa! - Eita! Desculpa! - pedi. - Já vai? - Vou. Fecha ali pra mim, por favor? Contra a vontade, ele me levou até à porta e a trancou. Estava vermelho e mais sem graça que tudo pelo mico de quase ter caído e dele ter me segurado com aquela energia de pós-foda. Falando nisso, eu tinha certeza que o garoto tava com alguém e isso se confirmou na vez seguinte em que fui até o apartamento. Logo pela manhã, antes de entrar, escutei a voz de brava da Maristela dando outro daqueles esporros no filho. Parei na porta e esperei, bem atento, sem fazer qualquer barulho pra não saberem que estava ali escutando. - Que merda é essa aqui, Renan? Eu já não falei pra você que não quero NENHUMA PIRANHA socada dentro desse apartamento? Pausa. Ele respondeu alguma coisa que não consegui entender e ela não deixou barato. - Ah, não? Então de quem é essa calcinha, Renan? É minha e eu sou maluca, né!? Você tá me chamando de maluca, seu pirralho!!? Eu sabia que ele tava com alguém e pelo visto essa pessoa deixou a peça de roupa ali, que vacilo mais bobo. - Anda, me diz!! De qual piranha é essa calcinha de renda? E aí, o que escutei fez meu corpo pegar fogo, porque até então, nunca imaginei que o filho dela fosse capaz de ser tão descarado até aquele ponto. - Quer que eu te fale de qual piranha é? Pergunta praquele teu amigo, pô!! Ela riu. - Tá me dizendo que essa calcinha é do Didi? Essa calcinha que eu tô segurando é do Diego, meu amigo? - Só pode, porra! Eu não uso calcinha, mal uso cueca! Só pode ter sido teu amigo viado! Ela riu outra vez, como se custasse a acreditar na invenção dele. - Essa calcinha? Do Diego, Renan? - É do Diego, papo reto! Pensei um pouco e saí dali, na intenção de esperar e depois retornar. Voltei até o térreo, mas aí me arrependi e achei melhor entrar logo, até porque, não tinha nada a temer e tinha coisas pra fazer. Quando me aproximei da porta do apartamento, ela abriu e o Renan apareceu. Como sempre, só de bermuda, camiseta jogada no ombro e boné pra trás, os pés nos chinelos. - Tu vai fazer um bagulho pra mim, olha novinha o que eu tô te pedindo! Cantando como se nem tivesse acabado de mentir pra se safar. Ou então só pra ignorar o que a mãe dizia e deixá-la ainda mais irritada. No fundo, ainda ouvi Maristela dar o último berro. - NÃO QUERO VOCÊ TRAZENDO MAIS NENHUMA DESSAS PIRANHAS PRA CÁ, TÁ OUVINDO!? Mas ele ignorou e, ao me ver, sorriu descaradamente e deixou a porta aberta pra eu passar, acompanhando minha entrada e esperando pra fechá-la em seguida. Ao fazer isso, riu pra mim e pra mãe dele e saiu todo pomposo, bem marrentinho. Era o jogo do molecote, então eu ia jogar e ver até onde chegaríamos. - Oi, Didi! - Bom dia, Mari! Tudo bem? Você parece nervosa. - Ah, sempre esse garoto! Vou acabar mandando ele de volta pro pai. Eu sinto cheiro de piranha nesse apartamento, Didi, eu sei que ele tá mentindo pra mim. - Como assim? Ela me mostrou uma calcinha bem pequena, de rendinha, quase fio dental e vermelha, que, por ironia do destino, devia caber certinho no meu corpo. - Isso aqui é.. Antes dela terminar, interrompi. - Nossa, que vergonha, Mari! Não sei nem o que dizer! Eu tomei banho quando fui embora e dei a mancada de deixar secando no banheiro. Mil desculpas! Incrédula, ela me fitou séria, como se esperasse eu dizer que era mentira. Como isso não aconteceu, fiquei um pouco com medo de sua reação e veio aquela sensação de arrependimento pelo que falei. Mas aí ela começou a rir, completamente mais aliviada e com outro humor, nem parecia que tinha se estressado 7h da manhã. - Porra, Didi! HAHAHAHAHA QUE SAFADO, VOCÊ! - Ah, você sabe.. A gente tá velha, mas não tá morta. - brinquei. - Só você, cara! Que saudades disso! Pior que agora vou ter que me desculpar com o Renan, aquele pivete. - Acontece, amiga. Olha, pelo menos nos dias em que eu tô por aqui, não vi ninguém por aqui não. - Jura, Didi? - Nos dias que eu tava aqui, não sei nos outros. - Ah, menos mal, né? Só de saber que isso aqui não é de nenhuma piranha do Renan já dá um alívio! Ficamos um tempo rindo daquela situação e ela me deu a calcinha, acreditando que a devolvera a seu verdadeiro dono. Mal sabia que eu tava doido pra ser a verdadeira piranha do Renan. Tomou café rápido e saiu pro trabalho. Eu comecei a faxina e guardei a peça no bolso da bermuda, esperando o momento em que o moleque ia aparecer, só pra ver como reagiria depois daquela situação. E, pro meu espanto, ele veio na hora do almoço e com a cara mais deslavada o possível, completamente ciente do que fez. Parou perto de mim, cruzou os braços e ficou me olhando antes de começar a rir. - Tem que ser mais cuidadoso, garoto. - falei. - Ah, até tu? Tá que nem a coroa? Tá fechando com os errados! - Até eu? Viu o que eu fiz pra te salvar? - Claro, pô! Aí sim tu é meu fechamento, Didi. Valeu pela moral! Senti-me lisonjeado, mas me mantive humilde. - Que nada, Renan. Mas não dá desses moles. - Tá suave. E saiu rindo, batendo de ombros, como se fosse capaz de parar por um só dia as orgias que devia organizar com aquelas amiguinhas safadas e prontas pra aguentar seus desejos. Isso porque eu só ia três vezes na semana, imagina quando não tava lá, a safadeza que devia rolar. Num fim de semana específico em que precisou viajar a trabalho, a Maristela me pediu pra ficar de olho no Renan e deixou uma cópia da chave do apartamento comigo, além da missão de preparar a comida, já que o moleque ficaria em casa e seguiria as regras de acordo com o que a mãe conversara e pedira antes de partir pro aeroporto. É claro que não foi isso que aconteceu, logo na sexta-feira depois que ela saiu, ele passou no mercado e comprou um monte de bebida, dentre vodka, vinho e cerveja. Fiquei surpreso quando cheguei no apê e a mesa da cozinha tava tomada de garrafas e engradados de latão. - Vai tacar fogo na casa, rapaz? Ele riu e não respondeu. Passou a maior parte do dia dentro do quarto e só apareceu pra comer, sendo que até isso fez lá dentro. Fiquei bastante curioso, mas na minha. No finalzinho da tarde, o safado passou pro banho e, só de cueca, veio pedir um favor. - Dá uma batida nessa roupa pra mim, Didi? - Claro! Entregou-me uma calça jeans clara e uma espécie de blusão sem mangas, que com certeza deixaria os brações de fora. Liguei o ferro e esperei esquentar. Enquanto ele tomava banho, eu caprichava ao máximo pra deixar a roupa bem passada. Assim, quando aquele gostoso a vestisse, ficaria melhor ainda, se é que era possível. Não demorou muito e veio só com outra cueca pra pegar o resto da roupa, voltando pra dentro do quarto. Só tornei a vê-lo na hora de sair, já arrumado. Vestia dois sapatos enormes, que na verdade pareciam botinas de couro falso, dando a impressão de que os pés eram ainda maiores que o normal. A calça e o blusão que passei, combinados com o cordãozão de prata, o relógio enorme no pulso tatuado e o boné pra trás. A mesma cara de mau, o risco na sobrancelha e a barba cerrada descendo pelas costeletas e contornando todo o rosto. Jogou um perfume e me encarou com aquele par de olhos claros. Deu um sorriso e forçou os músculos, como se se mostrasse a mim. - E aí, Didi? Fala tu! Via aquilo e ficava sem graça, mas não conseguia parar de olhar e ele sabia disso. - Tô ou não tô gostoso? Não sabia o que responder. Queria dizer a verdade do que pensava, mas não podia passar dos limites com o filho da minha amiga, por mais que minha vontade de tê-lo fosse tremenda. - Tá! Respondi tão rápido e tão cheio de medo que saiu mais engraçado e constrangedor do que era pra ter sido, tudo por conta da pressa. Era melhor até não ter falado do que quase cuspido as palavras. Mas ele escutou e ficou rindo, não sei se da minha timidez ridícula ou se do elogio. - Porra, é hoje! Foi aí que lembrei que ele tava arrumado pra sair. - Onde você vai, rapaz? Sua mãe sabe? - Vou brotar num bar com os parceiro. Tô ligado que minha mãe mandou tu ficar de olho em mim, Didi. - Pois é. - Mas tá suave, pô. Não vou voltar tão tarde. - Tudo bem, garoto. Toma cuidado que a rua tá perigosa. - Ih, o perigo sou eu, Didi! Aquela carcaça enorme tinha muita marra por dentro. No menor sinal dos amigos, eles carregaram as bebidas e saíram, todos juntos, um grupo de mais ou menos oito caras e três garotas. A noite pelo visto seria longa. E eu, como sempre, ia passar a mão na cabeça do moleque pra mãe dele não acabar ficando ainda mais estressada, ainda mais estando distante. Mesmo ela tendo pedido que ficasse de olho nele, quem era eu pra dizer a um machinho que já descobriu o gosto da liberdade que ele não pode sair com o grupo de amigos em plena sexta-feira à noite? Fiz o que faria de melhor, fiquei no sofá vendo filme até cochilar e pegar no sono. Só fui acordar 5 e pouca da manhã, com o barulho da campainha tocando copiosamente, sem qualquer interrupção. Num só pulo, levantei e fui até a porta. Olhei pelo olho mágico e não vi ninguém. Meio assustado e zonzo ainda pelo despertar repentino, abri a porta e dei de cara com o Renan meio que caído no chão. A cara toda amarrotada, os olhos vermelhos e perdidos, visivelmente bêbado. - Renan!? Ele nem respondeu, só deu o meio sorrisinho e encostou na parede. Eu abaixei e passei seu braço por trás do meu ombro, na intenção de levantá-lo, mesmo ele sendo maior e mais pesado que eu. - Segura firme, moleque! Ele apertou minha blusa e eu nos ergui sem muita dificuldade. Entramos devagar e não pude não perceber o cheiro forte de cigarro misturado com álcool que ele tava. Carreguei-lhe direto ao banheiro e, de cara, o garoto já foi abaixando no vaso e botando tudo pra fora. - Eita! Segura firme aí. Fui rápido na gaveta dos remédios e peguei um que ajudava nessas horas, junto com uma garrafa d'água. Esperei que ele vomitasse bastante e só depois dei o medicamento, pra não acontecer dele vomitar o comprimido. Ele ingeriu sem dificuldade e parou com o refluxo, mas ainda permaneceu zonzo e apático, meio gelado. - Você precisa de um banho, Renan. Consegue ficar em pé? Sem resposta. Devagar, comecei a tirar sua blusa e ele foi me ajudando como pôde, sem muito esforço pra levantar os brações e se livrar da peça de roupa. Ficou até um pouco de pé, apoiado na parede, enquanto eu tirava suas botinas e as meias. Imediatamente, o odor veio direto nas minhas narinas, fazendo a cabeça tontear no meio de toda aquela preocupação do momento. Mantive o foco e tirei sua calça, deixando-o só de cueca boxer. Liguei o chuveiro e, quando preparei o dedo na tira da cueca pra poder removê-la, o Renan segurou minha mão com a sua, quase duas vezes maior. - Tu vai me dar banho, tá maluco Didi? Eu barbudo desse jeito! Na esportiva, tirei a mão e me preparei pra sair dali, já sentindo o rosto formigando de vergonha e nem querendo olhá-lo novamente, mesmo percebendo que o cara tava era muito ruim e nem ia lembrar disso depois. Não esperei mais, saí do banheiro e fui pra cozinha fazer algo leve pro Renan comer. Em quinze minutos, improvisei uma canja de galinha com arroz e levei no quarto dele. Dei duas batidas na porta, mas ninguém respondeu. Entrei mesmo assim e acendi a luz. Ele tava só de toalha, completamente jogado na cama e de olhos entreabertos. - Que foi? - Você precisa comer alguma coisa. Acabou de vomitar só bebida porque provavelmente não tinha nada no estômago. Come essa canja, ó. Achei que o moleque fosse criar caso, mas ele não pareceu acreditar no que eu havia feito. Sem dois tempos, sentou que nem criança faminta na cama, ainda que meio zonzo, e com cuidado pra não deixar o nó da toalha se desfazer. Pôs o prato entre as pernas peludas sobre a cama e comeu feliz. Fiquei uns minutos observando e não esperei muito, virei e comecei a voltar pra sala. - Didi.. - ele falou. Tornei a olhá-lo e ele mastigava e esperava pra continuar. - Tu tá sempre me dando uma moral.. - disse - ..Tamo junto! - Que nada, garoto. - respondi. Antes que pudesse ficar animado pelo agradecimento, ele voltou a falar. - Eu já tô melhor. Pode ir pra tua casa descansar. Pensei que, de repente, poderia não ter gostado do meu abuso durante o banho, talvez achando que minha intenção seria vê-lo nu ou mexer em seu corpo, então por isso achou melhor mandar eu ir. - Tem certeza, cara? Você tava malzão quando te encontrei lá na porta! Continuei andando pra fora, mas ele insistiu. - Pode ir, tô tranquilão. Qualquer coisa que tu precisar, Didi. Parei pra ouvir. - É só tu me avisar. Outra pausa. - Se ligou? Só fiz que sim com a cabeça e saí. Achei melhor então ir pra casa, já que era o que ele queria. Acordei na tarde de sábado com uma mensagem no celular, de um número desconhecido. Abri o whatsapp e lá estava. - "Qual foi?" - Quem é? - respondi. - Renan, pô. Fiquei um pouco animado pelo fato do garoto ter pego meu número com a mãe, mas mais ainda pelo que veio depois. - Tem uma pizza aqui, brota! Num pulo, levantei, tomei banho e fui pro apartamento lembrando do que aconteceu no dia seguinte, com o moleque bêbado e eu quase dando banho nele, limitando-me só a cuidar de seu bem estar. Estava quase um servente completo do filho mais novo da minha amiga. Cheguei e, pro meu total desprazer, o Renan tava acompanhado por uma garota com a idade parecida com a dele. Uma morena peituda e da cinturinha fina, com uma bunda sinuosa, bem do jeito que homem brasileiro adora. Usava um topzinho pequeno e a bermuda bem curtinha, com as polpas da bunda de fora, como se soubesse que ninguém ali reclamaria. Pra completar, a pizza ainda tinha que ser feita, só a massa vinha pronta, o molho era à parte, feito em casa. O Renan não disse isso pelo telefone, então fiquei um pouco puto, mas logo lembrei que estava ali a pedido da minha amiga e que também estava recebendo por aquilo, não podia reclamar. - Tu vai fazer um bagulho pra mim, Dedé. - O que? - Tem um molho de pizza que eu me amarro.. Começou a explicar como queria e fui entendendo pra poder fazer. Do sofá, ele me explicava passo a passo e eu só o observava, ora olhando pra ele, ora pra garota, que por sua vez ria de tudo que ele falava. - .. aí fica que nem barbecue, tá ligado? - Sei como é, mas não é barbecue o nome. Só parece. - Tu consegue desenrolar aí? - Acho que dá sim. - Porra, quero ver então. Preparei a receita do molho que conhecia e, por sorte, todos os ingredientes estavam ali. Enquanto fazia tudo, não conseguia parar de prestar atenção no barulho dos beijos e dos amassos que os dois davam no sofá. Tinha hora que eu olhava e via perna pra um lado, mão pro outro, mas ambos ainda de roupa. Quando finalmente terminei de bater os temperos na panela, aproximei-me da poltrona na intenção de mostrar se era aquilo que ele tinha em mente. Aí vi o safado brincando de dedar a bocetinha da amiga por cima da bermudinha jeans, bem entre as pernas mesmo. Ela me viu e ficou sem graça, se encolhendo toda e dando uns tapinhas na mão dele. - Vê se é assim. - falei. Ele ainda permaneceu um tempo insistindo em dedá-la e ela fingindo que resistia, até que parou e olhou pro meu preparo. Eu tava um pouco nervoso por estar presenciando o lado puto do filho da minha amiga, mas me mantive firme. - Isso mesmo, Didi! Agora só jogar na massa! Voltei pra cozinha e preparei as pizzas em dois tabuleiros. Pré-aqueci o forno e as coloquei lá dentro. Nesse momento, Renan levantou do sofá com a piroca visivelmente dura na samba-canção de pano e puxou a garota pelo braço, entrando ambos em seu quarto. Fechou a porta e ficou por isso. Sentei no sofá onde há poucos minutos eles se pegavam, ainda senti a quentura proveniente de seus corpos, mas só pude imaginar o que aconteceria lá dentro. Em questão de minutos, comecei a escutar ruídos da cama e outros barulhinhos pequenos, quase morrendo de inveja pela menina, que devia estar toda suada, sustentando dentro de si a vontade do garanhãozinho que era o Renan. Imaginava ela toda aberta, completamente à disposição do que ele queria, assim como eu o fazia no dia a dia. Só que ela tinha a sorte de ter uma bocetinha, que nesse instante, era o que ele se empenhava em abrir e invadir com o próprio cacetão. E que cacetão devia ter. Tava tão concentrado em pensar em tudo que o cuzinho começou a piscar. Quando ia começar a bater a punheta ali mesmo, a porta do quarto abriu e o Renan saiu. Visivelmente ofegante, suado e meio vermelho, disfarçou um pouco e veio pra perto de mim. - Já tá pronta? Com a proximidade, senti o cheiro de sexo exalar de seu corpo, junto com a quentura do esforço na cama. Era uma delícia, quase um coito interrompido que eu presenciava daquele macho faminto, tanto de boceta quanto de putaria. - Ainda não. - respondi. E foi aí que, pra minha total surpresa e constatação da falta de pudores e limites do moleque, vejo a porta do quarto abrindo outra vez. Mas quem saiu não foi a mesma morena que entrou, porque essa agora era ruiva e não tinha tanto peito, era mais bunduda. - Ôô Renaan.. Com a voz manhosa e os seios de fora, ela sorriu tímida pra mim e veio atrás dele. A única explicação possível era que a garota já tava lá dentro antes deu chegar. Que cara mais safado era o filho caçula da minha amiga. Toda sorridente, ela o puxou de volta pro quarto e a porta fechou outra vez. Que fome! Fiquei mais alguns minutos perdido em pensamentos e aí o cheiro da pizza começou a espalhar pelo apartamento. O Renan saiu de novo e veio com a mesma pergunta. - E agora? Parecia um menininho pidão, perguntando se já chegou. - Ainda não, mas falta pouco. - Porra, tô cheio de fome! E passou a mão pelos pentelhos úmidos abaixo do umbigo. - Tô vendo! - respondi e sorri. - Tá? Ele perguntou. Não devia tê-lo respondido. Aquele olhar começou a ficar malicioso demais pra mim. - Acho que já tá bom pra comer. - falei. Levantei e fui até o forno. No ponto. Tirei as pizzas e pus sobre a mesa. Ele nem esperou a temperatura diminuir, foi logo tirando vários pedaços e se mandando de volta pro quarto, onde ficou o resto do tempo em que fiquei ali no apartamento. Tirei dois pedaços pra mim e fui pra casa, sabia que não ia passar daquilo naquele instante. No domingo, pelo final da tarde, apareci no apê pra organizar a jantar. O Renan tava só com a loira do dia anterior, ambos sentados no sofá da sala, esperando o jogo do Flamengo começar e bebendo cerveja. Assim que cheguei, ele já veio me oferecendo uma e eu recusei por educação. - Para de graça, pega logo. Acabei cedendo, mas não foi nada demais. Assim que o jogo começou, ele sentou no sofá e só prestou atenção na tela do televisor, atento à cada lance que acontecia em campo. Enquanto isso, eu ia fazendo a comida e a garota só mexendo no celular, às vezes fazendo pose pra tirar foto, às vezes tentando tirar foto junto com o Renan, mas ele só focado no jogo. Em duas vezes específicas, ele inclusive recusou os beijos dela e a afastou na hora exata de xingar o juíz. - AAAH, OLHA ISSO! QUE ROUBALHEIRA! Quanto mais o tempo rolava, mais tendo e bêbado ele ficava e mais puta a menina parecia, por não ter a atenção que queria. Toda hora o Renan dava uma pegada na rola, como se tivesse apertado pra ir ao banheiro, mas tivesse que esperar. Num dado momento, ele até acendeu um cigarro e começou a fumar de nervoso. A mina não aguentou mais, olhou pra ele e mandou a real. - Vai me dar atenção ou tu prefere esse jogo idiota? Ele ouviu isso bem no meio da tragada que tava dando no fumo. Relaxou bem à vontade no sofá e jogou os braços pra trás, por cima da cabeça. Olhou pra ela e ainda sorriu. Por alguns segundos, pensei que viria algo educado dele, mas logo a falsa doçura se desfez, até mesmo a garota deve ter pensado a mesma coisa. Ela já ia beijá-lo, quando o puto soprou a fumaça em seu rosto e respondeu a pergunta que ela fez. - Tu vai ficar puta ou prefere que eu minta? Deu um sorriso descarado e nem esperou a reação dela. O juíz apitou nesse instante o fim do primeiro tempo e ele levantou e despreguiçou-se. Na bermuda, a mala toda acumulada, toda amarrotada e visível, completamente marcada pra direita. Aquela com certeza era uma ereção pela vontade de mijar, mas só agora o intervalo do jogo. Não deu outra, o moleque se meteu pro banheiro, meio que tonto por ter despertado do transe da partida e por ter bebido o tempo todo sentado. Nesse meio tempo, a garota, visivelmente irritada por ter sido esnobada, só reuniu algumas roupas, foi no quarto, pegou a mochila, algumas coisas de comer que tavam na mesa e saiu porta à fora, sem dar qualquer pio ou explicação, nos deixando ali sozinhos. Ele voltou do banheiro, pegou mais cerveja na geladeira, acendeu outro cigarro e sentou à vontade no sofá, desfazendo-se de um dos chinelos pra ficar todo aberto na poltrona, mexendo no celular vez. Mais alguns minutos e a partida retomou. Da mesma forma que no primeiro tempo, à cada lance o Renan ficava mais tenso e preocupado, toda hora levando as mãos à cabeça e esfregando a cara com as decisões que o juiz tomava. - PORRA, OLHA ISSO! IMPEDIDO! Foi esse impasse até os últimos minutos, no quais o Flamengo marcou o único gol da partida e foi definido campeão, por conta da pontuação atingida até então. Na hora do apito do juiz, o Renan era só felicidade, pulando e xingando de um lado pro outro, gritando como se fosse uma copa do mundo. - MENGÃO, PORRA! AQUI É FLAMENGO, CARALHOOOOO! Da varanda, não parava de bater no peito e tremer, dando vários urros, quase como um grito de guerra. Quando me viu no sofá da sala, veio e pulou por cima de mim, nem aí pra vara na bermuda sem cueca chicoteando pela minha perna. - Bora pro bar, Didi! Bora encontrar meus amigos e encher a cara! Passou a mão na chave do carro da mãe, me pôs dentro e fomos pra rua, que por sinal estava movimentada e em festa pela vitória do time. Não posso deixar de comentar que a ideia de ter Renan na direção após ter bebido era ruim. Mas até que o safado dirige legal, mesmo com álcool na corrente sanguínea. Pra ajudar, o bar era a três esquinas de casa, então nem teve muito perigo. Chegamos em menos de 10 minutos e já fomos pra mesa dos amigos do Renan. - MENGOO! MENGOO! Animado, ele não perdia tempo em zoar. Seu colega de sempre, o mesmo moreno que aparecia pra beber água às vezes depois do jogo, tava com a blusa do Vasco, time rival ao do Flamengo, e com a cara fechada pela derrota. O Renan viu isso e ficou ainda mais tentado a implicar com ele, sentando ao lado do cara. O único espaço restante foi o que estava em frente ao desse moreno. Apresentei-me brevemente e em pouco tempo estávamos todos rindo e bebendo, sendo que cada vez mais o filho da minha amiga bebia e ele ainda teria que nos levar pra casa. - Cuidado ein, garoto! - Cuidado com o que? - Você quem vai dirigir, não pode entornar assim. - Ih, vai dar uma de Maristela agora? Com aquele tom alcoólico, apontou-me o dedo e riu. - Me deixa beber que hoje o meu time ganhou! Né não, menó? E abraçou o amigo vascaíno pela cintura com força. Incomodado com aquilo, o colega dele foi se desvencilhando e o enxotando, como se soubesse que era tudo brincadeira de bêbado. - Para de caô, moleque! - Tá maluco me chamar de moleque? Me respeita! - Ele tá brincando contigo, Renan! - falei. - É, ele não percebeu! Ele parou e olhou pra gente. - É só brincadeira, cara. Só tu pode brincar? - completou o amigo. Levantou e foi na direção do banheiro com aquela cara de bunda que eu conhecia. - Acontece direto, liga não. O cara falou. - É, eu sei.. - Faz parte já. Rimos e ficamos um tempo conversando arbitrariedades, até que o Renan voltou do banheiro e sentou um pouco afastado, mas não parava de olhar pra gente com aquele mesmo semblante de irritação, chegava a mexer a perna insistentemente pra se controlar e não falar nada. Enquanto isso, a gente num papo mega aleatório, rindo das pessoas bêbadas em volta e de como se comportavam. Ficamos nessa uns 10 minutos, o tempo necessário até Renan não aguentar mais aquele ambiente e me chamar pra ir embora, todo torto de álcool. - Olha como você tá, garoto! Melhor não arriscar dirigir assim. - Qual foi, tá duvidando, Didi? Logo tu? - Sabe como o trânsito é perigoso, Renan. Tem que ser responsável. - Ah, vai começar. Sem me dar chances, ele pagou nossa conta e saiu sem se despedir, puxando-me pelo pulso em direção ao carro. Abriu a porta, praticamente me jogou no banco do carona e entrou no do motorista. Antes de ligar o motor, me olhou no escuro interior do veículo e até ali, na ausência da luz, seus olhos conseguiam ser claros o suficiente pra me fazer gelar o corpo. - Que foi? - perguntei. - Tu tava flertando, num tava? O tom sério e bucólico, mais arrastado que o normal por conta do álcool. Não acreditei que escutei aquilo. - Eu o que? - Tu tava flertando com meu parceiro ali na mesa do bar. Não perguntou, agora afirmou. E aí sim virou a chave na ignição pra dar partida no carro. Como se fosse um profissional, manobrou o veículo sem o menor problema na ruela com pouco espaço. E completamente calmo, falava sobre o que queria falar. - Eu não flertei. - respondi. - Claro que flertou, Didi. Eu tava lá, porra! Parecia mais disperso que o normal. - Claro que não! Ele tava puto porque o time dele perdeu, eu compreendi isso, então não falei sobre futebol. Tem coisa mais óbvia? - Ele tava bolado porque eu gastei ele, Didi. Aí tu foi lá e ficou com pena do cara. - Pena? Do que você tá falando, garoto? Nunca imaginei que eu, na porta dos 40 anos de idade, seria questionado e colocado contra a parede por um garoto que tinha idade pra ser meu filho. Mais que isso, alguém por quem eu era atraído, mas que não parecia dar muita bola nesse sentido. Por que a preocupação? - Não mente pra mim, Didi. Chegamos tranquilos no apartamento e o Renan ainda conseguiu estacionar, mesmo bêbado. Mas ainda assim ele continuou fazendo aquelas perguntas sem pé nem cabeça, no maior papo de quem tá bêbaço, até então sem parecer uma discussão. Jogou-se no sofá da sala e ficou me olhando. - Por que tu flertou logo com ele? Tu é viado que eu sei, Didi. Mas aí já é vacilo. - Você tá viajando, moleque. Não tem nada a ver as coisas que você tá dizendo aí. Eu nem tenho intimidade com seus amigos pra ter essas confianças de flertar com eles, você sabe bem disso. Tá querendo me ver irritado? - Por que? Tô conseguindo!? - Tá sim. - respondi. Num só pulo, ele levantou e ficou de pé na minha frente, olhando pra baixo pra poder me encarar nos olhos. Um semblante de quem não queria ser mais contrariado. Um verdadeiro molecote mandão, mimado, cheio de vontades. - E o que tu vai fazer, Didi? Seu tom era tranquilo, por mais ameaçador que a frase parecesse. Eu sabia que ele não ia me fazer nada de ruim, mas não queria arriscar abusar e acabar tirando de vez a pouca paciência que tinha. - Você sabe que eu não vou fazer nada. Um olhando no meio da fuça do outro. Ele deu um sorrisinho e começou a tirar a blusa devagar, sem parar de me olhar. Passou um braço por baixo, depois o outro. Suspendeu o tecido e me deixou cara a cara com as axilas deliciosas de menino macho. Ele sabia do que eu gostava e tava brincando com isso. - Então por que tu tá ficando irritadinho? Tá devendo alguma coisa? Antes de me deixar responder, tirou os chinelos e abriu o zíper da bermuda. Em poucos segundos, tava só de cueca na minha frente. Tão perto, mas tão perto, que podia sentir seu hálito carregado de álcool quando falava. - É que não tô entendendo você me questionando. - Tu é o viado amigo da minha mãe, Didi. Tu trabalha pra gente, na nossa casa. Comecei a me sentir mais puto do que já tava, pronto pra discutir de verdade, por mais nervoso que estivesse. - E daí? E se eu tivesse flertando? A gente é amigo, então cada um com a sua vida! Ele riu. E com uma só mão, segurou meu rosto pelo queixo e bochechas, quase que agarrando minha cara. A próxima frase veio no pé do meu ouvido. - Se tu quer tanto dar pra alguém, por que não me avisou? Deu uma pegada firme no volume enorme de caralho que se acumulava dentro da cueca e roçou tudo na minha barriga, pra eu sentir a potência de seu calibre. Ali, diante de mim, estava o homem que mais desejei ao longo das últimas semanas, completamente ao meu dispor. Ou seria o inverso? Era o de menos. Meio nervoso, sentia a ereção mexendo e passando pelo meu corpo, me despertando sensações novas. O safado me abraçou e tacou um beijo bem piranho na minha boca, lambendo meu rosto, mordiscando minha cara e babando tudo, no maior estilo cafajeste, que gosta de deixar vestígios. Ao mesmo tempo em que me segurava e fazia isso, não parava de sarrar o pirocão enorme em mim. Até que foi me descendo pelos ombros, até o ponto onde fiquei de joelhos na altura de sua virilha, com aquela massa de pica diante do rosto. Com todo cuidado, ele suspendeu o elástico da cueca e liberou a maior vara que já vi até então, mais preta que sua pele normal e com parte da cabeça arroxeada de fora. Ele não era circuncidado, era do tipo que o pau duro ficava com a glande exposta, mas mole não. Além disso, o saco era enorme, bem enrugadinho e pesado, parecia que o moleque tinha o corpo completo de um adulto já feito, por mais que ainda fosse um jovem novo. Tomei aquela estaca numa só mão e ela pulsou pra saudar meu toque quente e apertado. Não conseguia fechar os dedos em volta dela por completa, de tão grossa e veiuda que era, além de bem quente e cheirosa. - Tá esperando o que, Didi? Fez um carinho na minha cabeça e pediu que parasse de namorar seu pau. Brincou de passar a cabeça nos lábios e foi me seduzindo até eu abrir a boca um pouquinho. Quando conseguiu a menor passagem necessária, foi entrando com o caralho preto até chegar na minha garganta, devagar mas de primeiro, sem recuar num só momento. Ao fazer isso, de pé no meio da sala, senti seus pelos das pernas arrepiando e o puto suspendeu os braços como se despreguiçasse. Aí a jeba ficou ainda maior no meu crânio. - Sssssssss! Que boquinha quente do caralho, ein Didi! Porra! Pra trás e pra frente com a cintura, não quis esperar muito e foi brincando de foder minha boca aos pouquinhos, com o freio da caceta deslizando na parte áspera da minha língua. Às vezes, só às vezes, ele tirava tudo e batia com ele na minha cara. Ou então deixava o pau e o saco repousando sobre meu rosto, como se fosse um porta-caralho, feito pra seu uso exclusivo. No meio disso tudo, ainda acendeu um cigarrinho pra ficar melhor, bem mais à vontade. Ainda tapou meu nariz algumas vezes, só pra eu engasgar e ir até o talo da verdura que era aquela piroca. Eu só sentia o cheiro de pentelhos, porque o Renan era daqueles novinhos que acha que pelos são sinônimos de virilidade e testosterona, então deixa crescer pra se sentir mais homem, mais macho, mais dono de si e do próprio quadril insistente batendo na minha cara. - Vai mamando, vai? Eu só obedecia, sem usar as mãos e recebendo os lentos impulsos do quadril nervoso do Renan. Era um mulato fodedor nato, tanto é que, se deixasse, o moleque já já estaria metendo na minha cara, fodendo minha garganta como mero objeto de seu prazer, uso e servidão. Fazia tudo aquilo gostando, mas com o pensamento em mente de que a qualquer momento teria que freá-lo e lembrá-lo de que eu também era gente. - Hmmmmmm! Quando ele começou a rebolar, aí não teve jeito. Se controlou o máximo que pode, mas não resistiu e logo estava ensaiando estocadas disfarçadas pela minha traquéia. Devagarzinho, me pôs deitado na quina da poltrona, com a cabeça virada e ainda comendo o boquete que eu lhe dava. De pé, colocou o saco sobre meu nariz e só subiu e desceu o corpo, terminando de me atolar em piru. Era maravilhosa a maneira como ele me conduzia a fazer algo que eu nem sabia se conseguiria, mas que quando via já tava fazendo e ainda por cima dando prazer pro putão do Renan. - Porra, imagina quando eu penetrar esse teu cuzinho! Quando tive a oportunidade de falar, mostrei que estava surpreso pelo desejo dele. - Você quer me comer? - indaguei. Ele riu. - Eu não quero, eu vô! Ou tu acha que uma mamada vai me satisfazer? Já passei dessa fase, Didi! Esse linguajar de malandro que o filho mais novo da minha amiga usava comigo, como se eu fosse uma simples cadela daquelas que ele costumava comer na rua, no quarto, na sala, tomava meu corpo. Afinal de contas, era um molecote abusado. Queria mesmo brincar no meu rabo, não era mera zoação. O moleque era decidido na putaria, um verdadeiro sacana. Do seu jeitinho cuidadoso e ainda assim faminto, ele me pôs de quatro e empinou minha bunda pra trás. Abriu bem meu rego e posicionou a cabeça da piroca na porta da minha rabiola, cutucando de leve a entrada e me deixando arrepiado pelo contato extremo entre nossas peles. - Sssssss! - Relaxa a rabeta que vai ficar gostosinho. Eu tentava, mas à cada cutucada era uma retraída que dificultava. O máximo que acontecia era a cabeça brincar de entrar e sair, passando pelo anel e me deixando cada vez mais larguinho e preparado pra curra. - Passa um creme, Renan. - Mané creme, Didi. E puxou um cuspe lá do fundo. Abriu bem a bunda com a cabeça fincada nas pregas e cuspiu exatamente nessa conexão, dando a lubrificação mais que necessária pra penetração acontecer. Agora, o cacete ereto do filho mais novo da minha amiga estava fazendo sua passagem completa por todo meu reto, todo meu interior. As paredes internas eram arrastadas pela baba daquele macho, juntamente com todo seu falo enorme pra dentro de mim. Totalmente agarrado, como se fosse morrer caso soltasse, ele fincou firme em mim e chegou com a boca no pé do ouvido. - Ssssssssss. Escutava o gemido baixinho e ficava ainda mais excitado, o que me fazia piscar ainda mais, relaxando até o talo do caralho dele. Como se o cu falasse de boca cheia, meio mal educado. - Que delícia, PORRA! SSSSSSS! É muito apertadinho, tô todinho agasalhado, Didi! - Tá gostando? - Eu tô, e você? Perguntou e estocou mais fundo, me arrancando um gemidinho. Quando viu que era só fazer isso que eu gemia, aí deu de foder com o talo do caralho arregaçando a passagem do anel do cu, pra dar uma noção do quão profundo o brincalhão do moleque estava, quase nos virando de cambalhota de tanta pressão que fazia com os pés pra meter. E ainda rebolava pros lados, querendo ter certeza de que sua vara seria aquela que alargaria um coroa de quase 40 anos de idade, que já dava a bunda quando ele nasceu. Uma ousadia que só a nova geração de machos possui. No meio disso tudo, sentia a fartura de pentelhos cobrindo minhas nádegas, porque o safado era um puto de um pentelhudão dos bons, por isso tudo seu cheirava a pentelho. Meu cu contraía e relaxava sem parar, completamente descontrolado com os impulsos de seu corpo em mim. A gente suava um por cima do outro e se embrenhava ainda mais na poltrona, chegando ao ponto de confundirmos nossas partes do corpo de tão bagunçados. Senti a vara engrossando uma vez e aí ele nos colocou de ladinho, segurando meus pés no alto e às vezes dando tapas firmes na carne da minha bunda. Quando batia, ainda segurava e apertava firme, querendo tirar o máximo de proveito de todo meu corpo e do que eu poderia oferecer ali, em completo contato com minhas entranhas. - Ssssssss! Com a boca, foi mordiscando minha nuca e minha orelha por trás, sem parar um só segundo de meter. Outra vez a piroca tomou muito espaço e parecia que ia me rasgar em dois. - Hmmmmm! Ele começou a rebolar e se esticou todo, fodendo com toda a velocidade que tinha naquela posição e arrancando de mim ainda mais gemidos. - SSSSS! FFFF No ponto máximo, senti o suor frio escorrer de nervoso pelo cu aberto, mas a vara se rendeu e gozou. Foram vários jatos consecutivos de leite quente sendo jogados diretamente no meu interior, via pica de macho novinho, diretamente da fonte. E era socado lá no fundo a ponto de chegar a empapar um pouco de esperma. Além disso, todo o suor da situação. - Hhhm! Hmmmmm! Safado! - Isso, caralho!! Tentava segurá-lo por trás, mas o esforço físico me deixou muito cansado, então só desabei na cama. Ele leitou meu rabo e permaneceu lá dentro, nos colocando de conchinha e ainda ficando encaixado comigo. - Vou dormir aqui dentro hoje, tá? - Tá. - ri. Mas o malandro falou sério, pegou no sono suado daquele jeito e dormiu dentro de mim, com a vara ainda meia bomba e quase escapando de dentro. Cansado, também pequei no sono. Acordei pela manhã com o cu pegando fogo e ainda úmido pela porra do Renan lá dentro. Abraço na minha cintura como se eu fosse fugir de madrugada, o filho mais novo da minha amiga, que me fodeu na noite anterior e que dormiu dentro de mim. A vara não tava mais lá, mas o tesão matinal não demorou a aparecer. Ainda despertando e com a cara toda amarrotada, esperei por alguns segundos que o puto talvez demorasse a lembrar do ocorrido, mas quem ficou pra trás fui eu. O bom dia dele já foi a mão me descendo pela nuca e mandando cumprimentar e ser educado com aquela rola. - Dá bom dia pra ela, dá? Comecei o dia ali, mamando na minha vara favorita e mais que desejada nas últimas semanas. Completamente tomado e feliz, logo tava quicando nela, de manhã cedo. Não era mais nenhuma piranha dando pro Renan, era eu. Ou melhor, era uma piranha sim, mas a dele, que ele selecionou pra servi-lo, inclusive na cama. - Quica pra eu jogar meu leite lá no teu estômago, vai! Ele gostava muito da coisa. Me dava a impressão de que era um moleque que, se bobar, nem havia passado pela punheta, de tão viciado e disposto que parecia, acordando já com o café da manhã preferido: boquete de viado com cuzinho mexido. - Sssssssss! As pernas peludas esticaram e a porra foi lá dentro. Caí pro lado na cama e ele me puxou pra dar um beijo safado e demorado, que logo evoluiu pra brincar de morder meu lábio. Em questão de minutos, o piranho do Renan tava caindo de boca nos meus peitos, lambendo e massageando a todo custo meus mamilos entumecidos, me deixando aberto que nem uma passiva indefesa, cercada pelo novinho comilão. E aí o pau dele já tava de pé, sarrando na minha coxa e faminto pelo segundo round. - Eu preciso arrumar a casa! Sua mãe volta hoje! - Ah, arruma mais tarde. Vamo foder gostosinho, tem coisa melhor? - Não tem, mas e se ela chegar e eu não tiver feito nada? - Tu prefere ir lá fazer ou ficar aqui metendo comigo, sentindo meu cheiro? Disse isso e deitou-se sobre mim, com o corpo suado dominando o meu. Seu odor era incrível, ainda mais naquela quentura. Eu nem ligava de suar e de estar no calor, tudo isso tinha lados maravilhosos agora, dadas circunstâncias. Mas só de pensar na Maristela chegando e nos flagrando, tudo parecia mais real, e aí me motivava a levantar e cumprir logo o que tinha de cumprir. - Preciso mesmo levantar, Renan. - Ah, é? Juntou minhas roupas na mão e guardou dentro do próprio armário. - Já é, pô. Vai lá então. Mas vai assim. Ele me soltou e, contra minha própria vontade, saí da cama pelado. Ele, por sua vez, só levantou pra mijar e fumar um cigarro, voltando a deitar em seguida. Se era assim que ele queria, era assim que eu trabalharia, completamente nu. Com o cu pegando fogo e sem qualquer roupa, preparei a comida com certa dificuldade, porque o safado do Renan não aguentou ficar no quarto sozinho e veio também pelado perturbar meu juízo. - Pega o socador pra mim, por favor. - pedi. Mas ele não tava nem aí, veio com o pau duro na minha direção e riu. - Tá aqui o socador. Inadvertidamente, segurei a vara e só então me liguei no que fazia. Ele começou a rir mais ainda e botou as mãos pra trás, com o corpo peludo e troncudo curvado pra frente e esperando que eu continuasse a punheta. Vendo aquilo, não tive como parar, parecia até uma brincadeira. Soquei aflito pra acabar logo e em questão de minutos era muito leite sujando minha cara e caindo na minha boca. Um gosto deliciosamente salgadinho. - SSSSSSSS! Assim que eu esperava!! Tô gostando de ver!! Finalmente me deixou sozinho e sumiu. Terminei de cozinhar em paz e comecei a varrer e passar pano na casa. Segui tranquilamente o resto da rotina de tarefas, exceto no final. Quando tava finalizando o chão do banheiro, me encontrava de quatro e completamente nu, empinado e esfregando as manchas dos azulejos, na reta final pra voltar pra cama do Renan. Mas ele não conseguiu resistir à visão de me ver ali, todo aberto pra ele, com o cuzinho recém-comido pra alto. Foi só ver que o safado veio brincar de enfiar o espanador lá dentro, cada vez mais fundo, me perguntando se tava bom, se aguentava mais ou se preferia o caralho dele. - Óbvio que prefiro essa piroca, que pergunta! - E se eu enfiasse os dois, tu aguentaria? Mas não sei porque perguntava, quando já ia tentando a proeza antes mesmo de finalizar a frase. De brincadeira, o moleque improvisou uma dupla penetração no meu cu. De um lado, sua vara preta e adulta. Do outro, o espanador de plástico grosso que eu usava pra tirar pó. Socou tão lá no fundo que parecia que o cu já estava até acostumado com as sessões de curra que começaram no dia anterior. Quando acontecia da vara sair sem querer, já voltava pra dentro sem ele precisar usar as mãos, de tão bem servida tava no meu cu. - SSSSSSSSSS! Me possuindo no chão, encheu outra vez meu cu de leite quente e se mandou pro quarto, pra mais uma pausa até o tesão juvenil e insaciável bater de novo e ele vir se aliviar em mim, numa rotina sexual paralela à minha no apartamento, com a limpeza. Naquele dia, precisei ir embora antes da Mari voltar de viagem, mas deixei tudo perfeito. Na hora de sair, o puto ainda me lembrou do básico. - Ó.. Apontou-me o dedo na cara e falou bem claramente. - Minha mãe não pode ficar sabendo de nada que eu fiz aqui, ein! Se liga! - Eu sei, relaxa. Tô sempre te salvando, lembra? - Isso aí, Didi! Tamo junto. mas nao dava pra responder tão tomado de pica. fazia um sim com a cabeça ao mesmo tempo que tentava não engasgar com a rola dura do filho da minha amiga entalada na garganta. Com a volta da minha amiga, a rotina retornou ao normal, mas não era por isso que deixávamos de foder quase que diariamente. Até quando não era dia de ir pro apartamento fazer a limpeza, o Renan me chamava com alguma desculpa que sempre terminava em eu de quatro, com a bunda pro alto, no meio da cama dele, e o pau me abrindo e chegando com a cabeça intrusa cada vez mais lá no fundo. Era tanta safadeza que fazíamos que poderíamos escrever um conto erótico sobre isso. Ele me usava desde os serviços de limpeza de seus pés após os jogos de futebol, o que eu fazia com muito bom gosto com a boca, até mesmo às transas que terminavam com a gente dormindo, ele dentro de mim por horas de sono. Às vezes o puto amarrava um cadarço em volta do pau e do saco e fazia de anel peniano, ficando ainda maior e mais grosso. - Olha essa piroca, viado! Olha pra ela! Eu a encarava e engolia por inteira. Naquela fissura de ter que foder que nem bicho, já aconteceu até de passarmos uma madrugada inteira transando na varanda, sob o risco de sermos pegos e dedurados por qualquer visinho próximo. Só nós, a noite fria e a brisa que transava junto com a gente, num jogo gostoso de carícias. Era beijo, tapa, mordida, cuspida e lambida em todas as partes do corpo. Eu saía com todos os fluídos corporais do Renan em mim, começando pelo suor, passando pela saliva e indo até à porra. Pra não falar das vezes em que fodíamos no banheiro e o puto mijava em mim sem perguntar se podia, só porque tava afim. Parecia um cachorro marcando sua propriedade, sua fêmea, sua cadela. Afinal de contas, era o que eu era, a cachorra do filho rebelde da amiga. -Tô todinho dentro de tu, Didi. Todo, até meu pau. Se tu abrir mais um pouquinho, consigo colocar até os ovos, quer tentar? Deixa eu guardar meus filhos aí dentro, deixa? sou eu quem tô te pedindo! Escutei cada coisa na beira do ouvido que só faltava enlouquecer, perdido em tesão pelo Renan. Ele puxava meu rosto, me agarrava pela pele, mexia na minha carne e sacudia minhas entranhas. Aquilo era a brincadeira favorita dele. - Sssssssssssssss Ficávamos agarrados trocando suor e nos beijando, o pau sem sair do cu porque ele não permitia. E assim que começava a escorregar pra fora, ele fazia questão de botar pra dentro de novo, mesmo meia bomba e com o leite escorrendo pelas minhas pernas e caindo sobre seu saco remexido. Por mais que fosse um moleque cheio de tesão e libido, fodemos tanto em pouco tempo que até mesmo ele com a energia da juventude ficou meio cansado. Mas nada disso diminuiu nosso ritmo, só nos deixou mais preguiçosos, mas ainda assim fodendo bastante. A notícia que chegou pra modificar toda a nossa rotina sexual, foi a que nenhum de nós esperava, muito menos eu. Depois de vários meses naquela relação, fui chamado pra trabalhar em outra cidade. Era uma empresa grande e uma vaga que tinha total compatibilidade com minha formação, então não teria como recusar, mesmo sabendo que teria que abrir mão de tudo aquilo que mais quis até então. Eu e Renan nos despedimos com uma transa bem intensa e carnal, com a troca de sempre de carícias e muita putaria envolvida. Na hora de ir embora, não quis me alongar muito pra não acabar chorando pela saudade, até porque não o veria sempre e ele sabia disso também. E aí eu comecei a reparar o quão engraçada as coisas eram, porque o moleque era bem mais novo que eu e não parecia se importar tanto. Ou, de repente, na mente dele as coisas agora voltariam pro que eram antes do nosso envolvimento começar, por isso não reagia tanto. Sai do apartamento e deixei a cópia da chave que a Mari tinha deixado comigo, assim como o endereço do lugar onde estaria, caso quisessem me visitar. Já tinha descido e passado pelo térreo. Quando tava virando pra sair, o Renan apareceu lá no alto da varanda e começou a cantar. - Mas quem sou eu se quiser vir pra cá, vou me contradizer e não aguentar. Não entendi a letra, até ouvir o que veio depois. - Fiz essa letra pra te incentivar, mas se você mudar, vai fazer falta. Não acreditei naquilo, mas não podia mais olhar pra trás. O peito encheu de ar quente, os olhos marejaram e só tive forças pra sair dali, ciente de que era mais do que o essencial. A partir daí, meu contato com o Renan passou a ser só por facebook, sendo que a gente não voltou mais a se encontrar. Foi excelente enquanto durou. Quase um ano passou desde então. Eu tava essa semana arrumando as coisas na casa onde moro nessa cidade, até encontrar, no meio das minhas roupas, uma calcinha vermelha dentro do bolso de uma bermuda. Automaticamente, a mente foi transportada ao dia em que menti pra minha amiga pra poder acobertar o moleque. Outra vez, a mente foi tomada de memórias e quase me permiti ficar um tempão ali pensando em tudo que poderia ter sido, mas o tempo passou tão depressa que não quis mais pensar nas mesmas coisas. Sexta-feira à noite, voltei cansado do trabalho e apaguei tudo, decidi descansar. Quando finalmente deitei na cama pra dormir, tenho a impressão de ouvir batidas no portão. - "Só pode ser de sacanagem, esperaram eu deitar pra vir chamar!". - pensava enquanto ia ver do que se tratava. Já apostava que era um dos insuportáveis vizinhos bêbados, mas entrei em choque quando abri o portão. Pronto pra reclamar, fiquei sem palavras. Então o moreno riu e falou antes de mim, cantando os versos de um funk. - Meu bem querer, como é bom te ver. Não acreditei nos meus olhos. - É ruim de mais, a falta que tu faz! Dei um sorriso sincero e ele também não se aguentou. Um ano de distância nos separou, pra agora eu abrir o portão e dar de cara com um moreno bem diferente daquele que deixei no apartamento da Maristela quando saí. Nem parecia o mesmo cara que me adestrou e mostrou pro que eu realmente era feito: ser cadela. Maior, mais forte e muito mais gostoso. A mesma cara de ruim e o jeitinho de moleque solto, por maior que o corpo estivesse mais adulto. Ele finalizou a música antes de fazer qualquer coisa. - Hoje tu tá de volta pra mostrar que é capaz! Como ouvir isso e resistir? Como escutar um moreno barbudo daquele cantar um funk desses pra você e não querer ser dele ali mesmo, na porta de casa? Não tinha como resistir. No fim das contas, eu aceitei mesmo ser transformado em cachorra pelo filho rebelde da amiga. ________________________