segunda-feira, 21 de maio de 2018

Trepando com o sogrão

Eaí pessoal, tudo bem? Me chamo Anderson, tenho 22 anos, branco, cabelo preto, corpo definido, pois semanalmente vou á academia, pratico futebol e natação também, sou bissexual ativo e não curto afeminados. Essa transa aconteceu recentemente e é verídica. Já faz uns 4 meses que eu estou namorando uma gatinha linda, ela tem 18 aninhos, com um corpinho maravilhoso, peito durinhos, pernas grossas e um bumbum de enlouquecer. Sempre que estamos juntos percebo os olhares para ela, o que me deixa excitado, seus pais são pessoas muito agradáveis, especialmente o pai. Ele se chama Roberto, tem uns 37 anos, mas aparenta ter menos, ele é um homem alto, descendente de alemãs, branco, loiro, corpo legal, pois ele é instrutor de Jiu Jitsu, é muito bonito, metido a mulherengo, trai muito a sua mulher, que é uma quarentona gostosona, ele é legal e muito brincalhão. Eu gostava de ir dia de domingo pra casa dele, pois almoçávamos, bebíamos e caíamos na piscina, minha parte preferida, pois além da Júlia, ele tem filhos gêmeos, que são muito gostosos também, ambos brancos, olhos azuis, eu amava ficar de fora da piscina admirando aquelas malas grandes, corpos sarados, aqueles homens perfeitos, sempre na discrição é claro, pra minha namorada não perceber. No primeiro domingo que eu fui, quando eu resolvi entrar na piscina, fui ao banheiro me trocar e voltei apenas de sunga preta, eu ainda fiquei conversando com a minha gata fora, meio distraído peguei o seu Roberto olhando pro meu corpo de dentro da piscina, então ele vira seu rosto rápidamente. Modéstia a parte eu tenho um corpo legal, além dos esportes, eu vou semanalmente á academia pra manter o tanquinho, sempre recebi elogios tanto de homens como de mulheres. Desde então, durante todos esses domingos que eu ia, e tinha a impressão que o seu Roberto me secava, de canto de olho eu percebia, ás vezes quando estávamos sentado na beira da piscina ele colocava a sua mão nas minhas coxas enquanto conversava, mas eu encarava com naturalidade. Até que em uma determinada semana a sogra dele, que morava no interior, ficou muito doente, sua mulher e seus filhos, inclusive a minha namorada resolveram ir visitá-la, ficando apenas o seu Roberto em casa. Era um típico sábado de manhã quando eu estava em casa assistindo e recebo uma ligação dele, me chamando pra montar um guarda roupa que eu combinei com ele de montar, mas eu tinha me esquecido completamente, eu disse que chegaria em 20 minutos. Quando eu cheguei na sua casa ele estava apenas de bermuda, sem camisa, entrei e fomos direto arrumar o guarda roupa que era gigante e estava no seu quarto, em um determinado momento eu tiro a minha roupa, pois aquele dia estava especialmente quente, eu suava muito, então começamos a beber algumas cervejas que tinha na geladeira enquanto trabalhávamos, depois de um tempo em meio á conversa eu perguntei: _Ei seu Roberto quando a sua... - Não, me chama só de Roberto, eu nem sou tão velho assim, tenho apenas 37 anos. _É, ainda ta novo. Eu disse. - Mas o que você queria me perguntar? _Quando a sua esposa e seus filhos voltam? A Julia disse que é na segunda - É verdade, só na segunda. Ainda bem, hoje ainda dá pra mim receber outra visita. _De quem? - Sabe a Gisele? _A que mora no começo da Rua e ta separado do marido? -Sim. _O que tem? - Não vai falar pra ninguém, mas eu tracei ela essa noite. _ Sério? - Sim, ela é muito gostosa, tem uma buceta grande e um rabão gostoso. Eu estava surpreso, me perguntando o porque de o seu Roberto estar me contando aquilo, eu não entendia. Ele continuou: - E ela gosta de chupar uma rola, chupou a minha e gozei na boca dela. _Eu amo receber uma chupada. Eu disse: _Eu também, e eu ainda comi o cu dela. _Sério? ela deu? - Deu sim, diferente da tua sogra que não gosta, ela não aguenta os meus 21 cm. _Caralho! Eu exclamei. -O Que, você acha grande? _ Eu tenho 18 cm é maior que o meu. - 18 cm é um bom tamanho, a minha filha deve sofrer na tua mão, ela ta bem servida. Ele disse. Fiquei sem reação, com vergonha, o alcool devia estar fazendo efeito pra ele falar aquelas coisas. _Que isso seu Roberto? - Ta com vergonha porquê? é papo de homem, além do mais você é namorado dela. _ É que o senhor é pai dela e tal, fica estranho falar sobre isso. _Que nada, todos namorados transam é normal, ou você não comparece na cama? Ele disse isso rindo. _Eita! aí não, eu sempre compareço. _Mas fala aí, foi você que tirou a virgindade da minha filha? _S..sim. Eu disse meio com medo ainda. _Grande garoto, fui eu que tirei a da tua sogra tambèm, quando... Ele começou a contar como tirou a virgindade da sua mulher, eu estava excitado imaginando a minha sogra de quatro com aquele rabão, eu olho pra baixo e vejo que a sua barraca estava armada e não perdi a oportunidade: _Parece que alguém acordou aí rs. _É que eu fico de rola dura toda vez que lembro, e parece que você ta também.. Ele disse isso enquanto ele olhava pra minha mala. _É. Eu disse apertando a minha mala. Sentei na cama procurando um parafuso específico no meio de muitos pra ajeitar o guarda roupa, ele senta do meu lado pra ajudar a procurar, o meu pau ainda estava duro e do nada ele pega no meu pau por cima da calça e aperta, eu me espantei. - É, a minha filha ta bem servida. Ele disse isso e não tirou a mão de cima do meu pau, eu estava quase gozando, e já dominado pelo tesão eu disse: _Caralho! eu quase gozei. Ele continuava apertando o meu pau e eu ali estava suando frio, apenas curtindo. - Tira, deixa eu ver. Eu não duvidei, me levantei, tirei a calça, ficando apenas de cueca, eu eu como sou safado disse: _Tira o senhor o resto. Ele ficou de pé, se aproximou de mim, olhou nos meus olhos e meteu a mão na minha cueca, tirou o meu pau e começou a punhetar, eu abri o zíper da sua calça, tirei o pau da cueca e comecei a alisar também, começamos a fazer uma mão amiga deliciosa. Esfregávamos o nosso pau um no outro, como numa briga de espadas, ele olhou pra mim e me lascou um beijão e eu retribuí, ficamos sarrando e passando a mão no tanquinho um do outro. Ele disse que ele ia tomar banho e pediu pra mim ficar, que ele queria sentir o meu cheiro, suor de macho, era o fetiche dele, eu fiquei deitado na cama pelado batendo punheta enquanto ele não voltava. Depois que ele voltou pelado, eu pude ver aquele verdadeiro macho, ele era maior que eu, branco, peitoral largo peludo, braços fortes e coxas grossas peludas, e um pauzão mole balançando entre as suas pernas, que visão do paraíso. Ele deitou em cima de mim, me beijou, esfregou o seu pau no meu e foi me beijando, primeiro o meu pescoço, lambeu os meus mamilos e foi abaixando lambendo os gominhos da minha barriga, cheirou o meu pau, e lambeu os meu pelos aparados e em seguida abocanhou os meus 18 cm, ele sabia como fazer e era gostoso, sua boca era quente, ele lambia as minhas bolas, fez isso por um tempão e eu disse que queria chupar também. Ele deitou de peito pra cima, e eu fui direto no seu pau, e que pauzão, ainda estava meio bomba e foi engrossando conforme eu chupava, seu pauzão era grande, mas não era muito grosso, branco, reto, cabeça rosada, cheio de veias, um sacão grande e com pelos bem aparados, eu chupava e passava a minha mão no seu corpo, seu pau era macio, cheiroso. Até que ele diz: _Mete esse seu pau em mim. _È pra já. Ele pegou uma camisinha, me deu e ficou de quatro na cama, mandei ele ficar de bruço, coloquei um travesseiro debaixo dele e fui pra trás dele, era lindo ver ele de costas, corpão largo, bunda grande e dura com alguns pêlos, bunda de macho. Ele disse: _Vai devagar, com carinho, faz anos que eu não dou. _Sério? _Sim, a última vez que eu dei foi pra um primo, eu tava com 18 anos, agora eu faço só chupar e mão amigas no banheirão. Eu ri e perguntei: _Me fala uma coisa? Todo esse papo de sexo, boquete, sexo anal e virgindade, você falou pra me deixar excitado né? - Sim, eu queria desde que eu te conheci ver o teu pau, parecia ser grande, na piscina eu ficava excitado quando te via só de sunga mostrando o teu corpo, era difícil disfarçar. _O senhor é safado, por isso eu vou te comer gostoso, vai ver um macho de verdade. - Vem gostoso, me mostra como tu come a minha filha. Eu encapei o meu pau, me abaixei e fiz um cunete nele, bem babado, eu metia a lingua no buraquinho, ele rebolava e gemia, eu me posicionei, encostei o meu pau na portinha e fui jogando o meu peso nas suas costas. Foi entrando cm por cm, cada pedaço, ele gemia, mandava eu ir devagar, eu mandava ele aguentar como um macho, e fui dando algumas paradas, em seguida os meus 18 cm já estavam dentro dele. Comecei a bombar, aumentando o rítmo devagar, ele gemia alto, eu amava ver aquele machão gemendo, eu comia o seu cu com vontade, dando tapa no seu bumbum, eu me deitei compretamente sobre a sua costas, passei o meu braço em volta do seu pescoço, e meti com força, que delícia, eu bombava o mais rápido que podia,, eu mordia a sua orelha, eu comi muito ele assim. Mandei ele sentar no meu pau, e ele começou a cavalgar, fazendo cara de dor, ás vezes de prazer, suas mãos estavam apoiadas no meu peito, ele quicava e rebolava gostoso, coloquei ele de frango assado e meti a piroca sem pena, eu o beijava enquanto o fodia e ele gemia e dizia: _Anderson, tu é muito gostoso, me arromba com esse pau que tu come a minha filha. - Era pau que o senhor queria, agora toma, agora você e sua filha são as minhas putinhas, se vacialar até a tua mulher também. Eu estava no auge do tesão, totalmente desinibido. _ah...shhh...que gostoso...queria ver tu comendo a minha esposa...eu e ela. _Sério? _Sim. É o meu fetiche ser corno e ver ela dando pra outro homem. _Eu iria comer o cu dela também, a sua filha ama. _Tu come o cu dela? _Sim. _Praticamente todo dia. Nessa hora eu senti ele contrair o corpo e apertar o meu pau, ele gozou em cima dele, no seu peito e pescoço, eu continuei metendo rápido, seu pau ainda estava duro, eu coloquei ele de ladinho e meti a piroca, estávamos suados, eu mordia o seu pescoço o fazendo revirar os olhos, o comi muito nessa posição, ele gemia alto. Em seguida botei ele de quatro e ele rebolava gostoso, rápido e depois devagar não demorou muito e eu anunciei que iria gozar, ele mandou eu gozar na boca dele e assim eu fiz, gozei muito, enchi a sua boca o fazendo engasgar. Ele disse que também queria gozar de novo, me ajoelhei e mamei os seus 21 cm por um tempo, ele mandou eu deitar na cama, veio por cima e ficou ajoelhado em cima do meu rosto, meteu o pau na minha boca e começou a meter como se estivesse fudendo uma buceta, eu engasgava, ele metia rápido e com força, até que ele gozou na minha garganta me fazendo engolir tudo, ele caiu exausto do meu lado, me deu um beijo provando a sua própria porra e disse que eu era muito gostoso e sabia fuder muito, ele virou pro outro lado, deitei atrás dele e dormimos de conchinha. Eu acordei com ele chupando o meu pau ainda mole, eu sorri pra ele e fui comer ele de novo, nós transamos a noite toda, eu passei o domingo o fudendo, ainda consertamos o guarda roupa e fudemos de novo, depois eu voltei pra casa feliz. Esse foi o meu conto, é verídico, ficou grande, mas é que eu gosto de contar todos os detalhes, desculpem os erros ortográficos, se vocês comentar e votar eu conto como fiz troca troca com um dos gêmeos, filho dele. Espero que tenham gozado, bjs

O catador de latinhas(primeira vez)

Isto realmente aconteceu comigo numa noite em que eu estava sozinho em casa.Quando fui levar o lixo pra rua e ao abrir o portão da casa me deparei com o catador de latinhas do meu bairro urinando no muro de nossa residência.Se assustou no momento por eu aparecer assim de repente mas continuava com seu pau fora da calça.Fiquei como que hipnotizado pelo tamanho e grossura que ali estava à mostra.Naquele instante só de ficar parado e vendo aquela maravilha meu cu já começou a piscar.Era mulato alto e magro.Ele notou que eu não parava de olhar pro seu pau.Ele perguntou se eu não tinha algo em casa para ele comer porque estava com fome.Como eu conhecia ele de vista sempre andando pelo bairro e era muito querido pelas pessoas pois davam até roupas,eu disse que poderia dar algo pra ele comer,com um sorriso maroto.Estava uma noite muito quente e eu usava um shorts bem curto.Ele olhava pra minhas coxas e notava em seus olhos o que ele estava desejando.Disse que ele poderia entrar pois eu não tinha nenhum receio e medo.Meus pais tinham ido viajar e eu estava sozinho em casa.Tenho 18 anos recém completados.Sempre gostei de ver fotos de homens dotados mas nunca tinha visto de verdade assim tão de perto.Como já estava tarde da noite a rua do meu bairro se apresentava deserta e com todo cuidado eu o levei pra dentro do nosso terreno.A casa é toda cercada por muro alto e nos fundos tem uma edícula.Ninguém poderia ver quem estava lá dentro.Eu disse que sempre desejava um homem de verdade e pauzudo.Mas eu quero que seja linda e inesquecível esta noite.Na casa dos fundos tem um banheiro e chuveiro e eu quero que você tome um banho bem gostoso.Levei ele pra casa dos fundos e disse que ele também ia receber roupas novas.Ele foi pro banheiro e pelado entrou no chuveiro e eu curioso pois a porta ficou aberta e me arrepiei todo quando seu pau ficou à mostra.Pensei assim comigo"meu Deus que enorme e grosso!Será que eu vou aguentar esta rola?"Ele cantarolava feliz no chuveiro,talvez já sabendo o que estava a esperar.Após se enxugar ele saiu do banheiro envolto com a toalha e chegou perto de mim e me deu um abraço.Ele estava cheiroso e gostoso ao mesmo tempo.Pude sentir nas minhas coxas o volume do seu pau que já começava a latejar.Ele disse que nunca esperava que ia comer um cuzinho tão gostoso na vida dele.Nem de perto parecia o maloqueiro que a pouco tinha visto mijando no nosso muro.Mordendo os lábios de tesão num impulso de desejo eu retirei a toalha e fiquei pegando naquela tora negra que começava a crescer e ficar cada vez mais duro.Fomos então pro quarto dos fundos da casa e eu retirando meu shorts ficando a mostra minha bundinha pra ele".Que bunda mais linda você tem,disse ele". "Vai ser toda sua mas quero que você seja carinhoso é muito grande e grosso teu pau"."Pode deixar meu garoto gostoso."Seu pau latejava e estava bem duro.Meu cu não parava de piscar de desejo e também um pouco de medo pelo tamanho daquele pau negro.Mas era pra aquele macho gostoso que eu queria dar meu cu virgem.Mandou eu ficar de quatro e levantar bem a bundinha.Meu cuzinho estava úmido ao natural pelo desejo de receber aquele pauzão.Começou a pincelar toda a minha bundinha de cima pra baixo e de repente senti uma pressão forte no meu buraquinho e gritei de dor."Aiiii!está doendo Silvio( o nome dele).Não vou aguentar!ele é muito grosso!"Estou com medo deste pauzão!É lindo de ver mas receber da medo."Calma meu garoto!Vou meter bem devagar!No começo é assim mesmo dói um pouco mas você tem que cooperar.Eu nunca dei pra ninguém Silvio!Você vai ser meu primeiro homem!È pra você que eu quero perder o meu cabaço.Estou com desejo e medo ao mesmo tempo,eu disse!Olha como está meu pau!Tudo por causa desta bundinha gostosa,ele disse.Eu sei Silvio!eu disse! É lindo de ver de tocar e chupar este pauzão,mas dá medo pelo tamanho dele."Vou meter bem devagar e você vai relaxar tá bom?" Hum!Hum!eu resmunguei!"Fiquei de novo com a bundinha bem levantada esperando novamente o ataque daquele macho super dotado!Ele foi chegando com aquele pauzão na minha bundinha e começou a meter bem devagarinho!Seu cabeção ia pedindo passagem e num misto de dor e desejo ia aguentando aquela tora rasgando minhas pregas.Até que de repente senti que tinha entrado aquele pauzão e tirando meu cabaço.Começou com movimentos lentos e meu cu ardia em brasa.Mas era já uma dor gostosa!Os movimentos foram cada vez mais rápidos e depois de meia hora de socadas eu já gozava pelo meu cu e o prazer aumentava cada vez mais.Meu maloqueiro querido sabia foder como ninguém!Foi uma noite inesquecível!Mas ainda teria mais noites,pois meus pais só chegariam no fim do mês.E faltavam somente 20 dias.E assim eu perdi meu cabaço pro meu macho com seu pauzão de 25 cm e grosso.E depois deste dia meu cuzinho ficou muito guloso.Êle vinha todas as noites me comer.Depois eu conto pra vocês.

Sabe que jogar futebol nem era tão ruim?

Aquela parecia uma tarde de quarta-feira como outra qualquer. Duas aulas de matemática e uma de geografia, intervalo de 20 minutos e pimba! Duas aulas da tortura chamada educação física. Para aqueles que não sabem, aula de educação física, em um colégio em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, no final da década de 80 só significava uma coisa: futebol. Não sei se ainda é assim, mas naquela época alguns professores da disciplina, não sei se por preguiça ou pela falta de equipamentos e materiais, simplesmente davam uma bola para os meninos e deixavam a pelada correr solta. Digo tortura porque nunca fui de jogar futebol. Acabava sempre como goleiro, mas sabe que até agarrava bem? Após a aula, a tortura continuava, mas de uma forma diferente, gostosa, no vestiário... Já me explico: para um garoto de 18 anos, com os hormônios em ebulição, era uma verdadeira tortura ver aquela profusão de corpos adolescentes desfilando em vários graus de nudez pela sua frente. Não sei se era minha escola que era afortunada ou se eram os hormônios falando, mas achava quase todos os caras atraentes. Quarta-feira pela manhã era dia de tocar várias punhetas preventivas, para tentar evitar de ficar excitado na frente dos meus colegas. Nem preciso dizer que sempre falhava em meu propósito e tinha que fazer malabarismos pra que ninguém percebesse meu pau duraço em pleno vestiário masculino. Eu estava no 2o grau e era da turma dos mais cdfs. Não era fortão ou definido, mas estava naquela fase de ganhar músculos própria da adolescência. Como todo adolescente, me achava feio, gordo. Mas olhando em perspectiva, com cerca de 1,78 e 88 kg, aqueles poucos quilos a mais sobre os músculos recém desenvolvidos me faziam bastante atraente. Mais do que poderia imaginar. A aula de educação física da minha turma era compartilhada por uma turma mais atrasada, de pessoal mais velho. Quase sempre era um massacre, na época não se usava o termo bullying, mas era isso o que acontecia. Eu até que passava quase incólume, tinha um primo que era bem popular e que ajudava a aliviar minha barra. Mas o pior estava reservado para o vestiário... A maioria dos garotos da minha turma não tomava banho, só colocava o uniforme por cima da roupa de educação física e sumia dali o mais rápido possível. Eu, normalmente, tirava a roupa suada e me mandava dali logo, sem banho mesmo, para não virar alvo dos caras mais velhos, mas aproveitava esses minutos ao máximo. Era uma profusão de coxas, bundas, paus e peitos pra ninguém botar defeito, todos desfilando em sua glória naquele vestiário calorento. O cheiro! Ah, o cheiro daquele vestiário: aquele cheiro de fundo de urina que tem em todo banheiro masculino mal cuidado e mais uma mistura de suor com sabonete barato. Não dá pra definir bem... pensando bem, dá sim: cheiro de homem! Estranhamente, só de lembrar daquele cheiro faz meu pau subir até hoje. O efeito daquele coquetel era uma bomba para mim. Meu pau ficava tão duro que era difícil fechar o zipper da calça. Se eu ficasse uns minutos além do devido, meu pau já começava a babar. Nem quero imaginar o que aconteceria se eu ficasse mais... Os hormônios, como já disse, me faziam achar quase todos gatos. Não que fosse virgem, alguma coisa já tinha rolado, mas não era tão simples conseguir encontrar caras e ficar no armário como eu estava e queria ficar naquela altura do campeonato. Apesar de achar todos gatos, alguns se destacavam: o Márcio, carinha menor que eu, cabelo louro cortado asa delta (anos 80, procure no google) e olhos cor de mel. Ele era magrinho e tinha um pau bem normal, o que se destacava nele era uma bundinha pequena, mas absolutamente deliciosa, que dava vontade de fazer de tudo com ela. Tinha o Sérgio, que era maior que eu e tinha o corpo bem definido. Na primeira vez que o vi levei um susto! Um pau descomunal balançava entre suas pernas, sabe aquele tipo pesadão que chega verga? Pois é! Ele parecia orgulhoso em desfilar aquele pé de mesa por todo o vestiário. Ficava pelado todo o tempo que podia pra tirar onda com o pau. Não me lembro de ninguém que fosse mais insuportável do que ele. E, por fim, tinha o Eduardo, da mesma turma que o Márcio e o Sérgio, e que era indefinível para mim. Era mais alto que eu, uns 1,85, tinha o corpo definido, mas não era tão bonito quanto os outros. Tinha, no entanto, uma cara de safado, um sei-lá-o-que que me deixava extasiado. Ah sim, esqueci de mencionar que ele tinha um pau que rivalizava com o do Sérgio! Mas ele não era tão convencido e parecia de boa com todo mundo. Ver aqueles dois desfilando pelados rumo ao chuveiro era o que mais me fazia ter que sair correndo de lá. Nenhum deles parecia notar minha existência. Um dia, a escola estava meio parada, pois havia uma ameaça de greve de professores (sempre a mesma história!) que ainda não havia se concretizado, mas que, pela incerteza, já estava fazendo muitos alunos faltarem às aulas. A aula de educação física foi uma das que rolou e ficamos na pelada de sempre. Da minha turma, quase um terço estavam presentes, mas da turma do Eduardo, só ele e mais uns 3. Como estávamos em maioria, o pessoal ficou mais tranquilo. Alguns até tomaram banho! Eu, no entanto, fiquei encarregado de guardar o material e quando entrei no vestiário, vi que a maioria já tinha ido embora e o resto já estava quase saindo. Me despedi dos meus colegas que saíam e pensei em tomar um banho, já que não havia mais ninguém. Tirei a roupa suada e abri o chuveiro, sentindo o alívio da água gelada caindo sobre o meu corpo. Como nunca tomava banho na escola, não tinha levado sabonete. Então pensei em ficar uns 10 minutos debaixo do chuveiro gelado e me arrumar com calma, pois não teria mais aulas naquele dia mesmo. De repente, enquanto estava de olhos fechados debaixo do jato de água, ouço alguém se aproximando, entrando na área dos chuveiros. Abri os olhos rapidamente e me deparei com o Eduardo, pelado, com uma toalha no ombro e um sabonete na mão, me olhando. Apesar do susto, o mirei da cabeça aos pés, em fração de segundos, mas ele percebeu e me deu um olhar meio zombeteiro e disse: - E aí?! Meu coração parecia que ia explodir dentro do peito, de tão acelerado. Fiquei imediatamente com medo de ficar de pau duro, mas a descarga de adrenalina foi tão forte que ele nem se mexeu. Meu olhar estava fixado no rosto do Eduardo, que esperava, com aquele meio sorriso zombeteiro, por uma resposta. Uma resposta, meu deus, os segundos passavam e tinha que responder. Minha cara devia estar transfigurada de pavor, mas eu consegui reunir forças e dar uma resposta completa, em dialeto adolescente: - E aí!? Ele sorriu, acho que meio satisfeito com o seu efeito sobre mim, e entrou embaixo de um chuveiro a duas posições do meu. Ele fechou os olhos enquanto a água gelada caiu sobre a sua cabeça e emitiu uns sons de satisfação pelo alívio do calor. A água estava mesmo muito boa. Ele se ensaboava com vontade: peito, barriga, coxas, bunda e aquele pauzão enorme. A água escorria pelo seu corpo: cabeça, pescoço, peito, barriga, pau, pau, pau... meu olhar havia travado e eu não conseguia não olhar, mesmo contra todo o bom senso. De repente, ele abre os olhos e me pega olhando para ele, completamente apalermado, e pior: meu pau havia começado a subir. Fiquei completamente paralisado de terror imaginando que iria tomar a surra do século, além de virar chacota pra toda a escola. Saí subitamente do chuveiro tentando inutilmente esconder meu pau, que doía de tão duro. Já na área dos bancos comecei a me vestir molhado mesmo, pois não tinha toalha. Vesti a cueca e me curvei para procurar pelo pente na mochila quando senti alguém passar por trás de mim, tirando um sarro da minha bunda. Me endireitei rapidamente e olhei para trás. - Desculpe. Disse o Eduardo com uma toalha amarrada na cintura. - É meio apertado aqui! - Sem problemas! Disse enquanto dava um risinho nervoso e esticava a minha calça do uniforme. Podia sentir sua movimentação atrás mim, o cheiro do sabonete lux na sua pele, mas não me atrevia a olhar para trás, pra não dar mais bandeira. Vesti a calça, mas o zipper não fechava de jeito nenhum por conta do volume do meu pau. Quando já pensava em desistir, sinto um movimento e, quando dou por mim, o Eduardo me abraçava por trás enquanto suas mãos passavam pelo meu zipper. - Deixa eu te ajudar, senão você pode se machucar. Ele falou, na minha orelha. O tempo parecia ter parado. Sentia seu corpo colado ao meu, suas mãos no meu pau e sua boca na minha orelha. Ele estava quase imóvel, esperando minha reação, o safado. O predador estava quase certo em seu bote, mas alguma coisa ainda o segurava, enquanto aguardava sua presa responder às suas investidas. Primeiro, o pânico me invadiu e o medo de alguém nos flagrar ali me paralisou, cheguei a ficar tonto. Logo, no entanto, a sensação de sua boca no meu pescoço, as mão sobre o meu pau e o volume enorme me pressionando por trás decidiram a questão, fazendo meu sangue ferver. Empurrei meu corpo em sua direção, empinando a bunda e virando a cabeça para trás, me entregando ao seu corpo, que também parecia estar incendiando. Ele beijou meu pescoço, suas mãos percorriam meu peito e meu pau, enquanto me sarrava furiosamente. Ele baixou minha calça e minha cueca e tirou sua toalha. Quando ele se encostou de novo, pude sentir a enormidade do que estava por vir, seu pau parecia que estava em chamas enquanto passava de um lado ao outro na minha bunda. Me virei de frente pra ele e o beijei. Na verdade quase engoli sua boca, tamanha a minha fome.Terminei de me livrar da minha calça e cueca e nosso paus agora roçavam livremente. O beijo era selvagem, com um senso de urgência afinal, havia o perigo de sermos pego ali no ato, o que certamente acarretaria uma expulsão. Parecíamos dois canibais tentando nos devorar mutuamente. Seu toque, apesar de intenso, era suave e suas mãos passavam por todo o meu corpo. Ele desceu pelas minhas costas e apalpou a minha bunda com ambas as mãos, me levantando um pouco. Sem encontrar oposição, seu dedo médio deslizou pela minha coluna e roçou o meu cuzinho, onde passou a brincar. Suspirei profundamente com aquela sensação e abri os olhos. Sem separar nossas bocas, ele me encarava, meio que estudando as minhas reações. Fechei os olhos, me entregando àquela sensação, mas também desci a minha mão pelas costas dele e pressionei levemente seu cuzinho com meu dedo médio, imitando suas ações. O movimento pareceu pegá-lo de surpresa, pois senti seu corpo se contrair levemente. Para meu deleite, senti seu pau pressionar minha coxa, soltando uma grande descarga de baba. Não só ele não me deteve como ainda mostrou que estava excitadíssimo. Quando abri os olhos novamente, ele continuava a me encarar, mas agora seus olhos tinham o brilho daquele sorriso zombeteiro. Tinha muito jogo ali. Ele começou a mordiscar minha orelha e a descer a língua pelo meu pescoço, me fazendo balançar de novo. Quando ele chegou ao meu peito e deu uma mordidinha no mamilo eu gritei, já fora de mim. Ele tapou a minha boca com a mão, meio assustado, mas com um ar divertido de quem estava satisfeito de estar provocando aquelas sensações. - Ssssshhhhhhhh - Não pode fazer muito barulho, senão podem ouvir a gente. Ele falou. Eu assenti com a cabeça e ele tirou a mão da minha boca. - Mas e se entrar alguém? Perguntei com uma dose de bom senso que não sei de onde apareceu àquela hora. - Eu tranquei a quadra. Ele falou e me mostrou a chave em cima da mochila dele. O professor precisava sair mais cedo e me pediu esse favor. Antes que eu pudesse pensar em alguma coisa ele já estava chupando meus peitos de novo, me arrancando suspiros. Quando dei por mim, ele me empurrou no banco do vestiário e deu uma lambida da base á cabeça do meu pau. Nem um mil anos eu podia sonhar em ver um macho pauzudo e marrento com aquele ajoelhado entre as minhas pernas com o meu pau nas mãos e aquele baba brilhante do meu pau na língua. Ele sorria pra mim com aquele sorriso meio de lado, zombeteiro que lhe era característico, novamente satisfeito em estar provocando tudo aquilo. Eu estava muito transparente, completamente a reboque das ações dele. Sem pensar muito cruzei as mãos atrás da cabeça dele e o puxei de leve pra frente. - Chupa meu pau. Falei quase sussurrando. Ele abriu a boca e botou mais da metade do meu pau na boca de uma vez. Não tenho um pau muito grande, uns 16 cm, mas bem grosso, que enche bem a boca. Ele parece gostar, pois começou a gemer bastante enquanto ia e vinha com aquela boca, trabalhando todo o meu pau e fazendo com que eu eu gemesse mais alto ainda sentindo aqueles lábios lustrarem a cabeça do meu pau. A posição já não satisfazia mais e, sem parar de me chupar ele me botou deitado de lado no banco e deitou junto, ao contrário, num movimento tão rápido que quase fui nocauteado pelo seu pau. Aquele monumento que vira mole e molhado no chuveiro, agora estava em riste e brilhante de tanta baba. Seu pau era um colosso de uns 20 cm, ele era do tipo que crescia pouco quando ficava duro, mas mesmo assim era impressionante. O cheiro que exalava dele me arrepiava todos os pelos do corpo. A glande, proporcional ao corpo, formava um capacete vermelho quase vinho, coroada por um buraco grande que babava sem parar. Depois de admirar por alguns segundos aquela tora a apenas centímetros da minha cara, inalando aquele cheiro inebriante de macho, abocanhei com vontade aquela cabeçorra vermelha. Ele se assustou com meu ímpeto e soltou quase um grito, que foi abafado pelo meu pau em sua boca. Seu susto logo foi substituído pelos gemidos conforme eu ia trabalhando sua glande e engolindo mais e mais daquele pau. Ele era bem maior que o meu, devia chegar aos 20 cm, bem proporcionados batia de leve na minha garganta quando eu tentava engolí-lo todo. Após alguns minutos eu já era capaz não só de engolir todo o seu pau, afundando a cara em seu saco, como ainda podia mantê-lo vários segundos nesse esquema, sentindo sua glande latejar na minha garganta, até acabar o meu ar. Ele enlouqueceu com as sensações, parou de me chupar e começou a abrir caminho por entre as minha pernas, fazendo-me levantá-la para lhe dar acesso ao meu cu. Ele roçou os dedos melados pela portinha e pensei que ele fosse ficar nisso, por estarmos suados, mas em seguida comecei a sentir sua língua vibrando pelas bordas e a pressão da ponta tentando entrar. Aquilo era demais pra mim. Mete esse pauzão em mim, vai! Quase implorei, num sussurro. Como você quer, gatinho? Ele me perguntou, numa demonstração de consideração que não esperava naquele momento. Sem mais delongas mostrei a ele como eu queria, me deitando de costas no banco e abrindo as pernas pra ele. Mais claro, impossível! Ele deu aquele sorriso meio zombeteiro que derrubava a todos pelos corredores da escola, pegou sua toalha, dobrou-a e, levantando minha cintura, colocou-a por baixo de mim, me deixando na linha de tiro, e que tiro! Já queria meter gostoso nesse cuzinho desde o começo do ano, mas você não me dava mole. Ele disse, num tom meio queixoso, meio brincalhão. Mal sabia ele que bastava que ele estalasse os dedos e eu teria ficado de quatro pra ele todos os dias que ele quisesse. Ele pincelou a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho, espalhando a baba que não parava de sair, cuspiu um pouco e, aos poucos, começou a introduzir aquela cabeçorra no meu buraco. Devagarinho, ele foi me abrindo e me penetrando. Tão devagar que eu só sentia a pressão constante e o leve deslizar de seu pau. Nunca tinha estado com um cara tão atencioso às sensações do passivo. Sem dor e com aquele leve fricção um arrepio me percorreu todo o corpo e meu pau deu um salto, voltando a babar profusamente. Logo senti sua pélvis pressionando o meu saco e percebi que aquele pauzão todo estava dentro de mim. Ele soltou um suspiro profundo e se deitou sobre mim, me beijando. Tá gostoso, gato? Tá sentindo meu pau latejando la dentro do teu cuzinho? Ele perguntou num sussurro no meu ouvido. Minha resposta foi um gemido e cruzar as minhas pernas sobre as suas costas, pressionando-o contra mim. Ao perceber que estava tudo bem, ele começou a meter compassadamente, mas aumentando o ritmo a cada vez, estocando profundamente. As preliminares, a pouca idade, o calor, o perigo, tudo conspirava pra que aquilo não demorasse muito. Eu sentia seu calor sobre mim, seu suor escorria e pingava sobre mim a cada vez que ele se inclinava pra me beijar. Eu jogava meu corpo contra o dele, tentando que ele fosse mais fundo. Um calor começou a subir pelas minhas pernas, eu comecei a punhetar meu pau ferozmente. Ele, percebendo o que acontecia, começou a meter com fúria, sem estribeiras, enlouquecido com a excitação. Aquele calor agora era canalizado pelo meu pau e me fazia explodir em um gozo épico que fazia com o o meu coração parecesse que ia explodir dentro do meu peito. Meu esperma bateu no meu peito, na minha cara e até no banco acima da minha cabeça. Logo ele também começou a ter uns espasmos, caiu sobre mim e cravou o pau tão profundamente que me fez sair do lugar. Ele gemeu alto na minha orelha e eu quase podia acompanhar os jatos de sua ejaculação pelo espasmos de seu corpo. Aos poucos, nossas respirações foram voltando ao normal. Ele chegou até a cochilar alguns segundos deitado em cima de mim. Num susto, ele despertou e me olhou meio desorientado, mas logo veio aquele sorriso, mas dessa vez carinhoso. Ele me beijou de leve. Lambeu meu queixo e me mostrou a língua cheia de gosma branca. Logo entendi que era o meu gozo, que estava em meu queixo. Rindo, ele engoliu a minha porra e voltou a meu beijar. Tomamos mais uma ducha rápida. Ele me emprestou o sabonete pra me ajudar a tirar todo aquele esperma do meu corpo. O meu e o dele, que escorria aos borbotões de dentro do meu cu. Nos arrumamos e saímos do vestiário tentando aparentar naturalidade. A quadra e o pátio estavam vazios, só havia gente próximo á cantina, mas eles não nos viram. Nos dirigimos então ao portão lateral, para tentarmos sair sem sermos vistos. Nesse momento, avisto o Sérgio, sentando num banco meio escondido pra fumar. Num tom quase sério, mas com um riso no olhar, ele me pergunta: Foi boa a educação física?

sábado, 5 de maio de 2018

Dani. O evangélico novinho e fudedor.

Eu já expus em outro conto as razões pelas quais vim morar com meu pai. É um bairro da periferia distante uns 15 minutos do centro, um bairro bom de se morar. Aqui em menos de um mês já me senti como se tivesse morado a vida inteira nele, haja visto que conheci quase todos da rua, quando adolescente eu sempre passava uns dias na casa de meu pai. Vamos ao conto. Uma das vizinhas é a Cleide, tem a minha idade, eu a conheço desde adolescente, mora na mesma casa que era de sua mãe. Tem um casal de filhos e o menino Daniel tem 1.... anos e adolescente bem novinho. Daniel é o tipo comportado e educado, não tem ninguém que não goste do menino. Sua vida se resume em casa/escola/igreja, ele toca violão e faz parte do ministério musical da igreja. Sempre conversamos de boa, o menino sempre que pode toma tereré em frente de casa. É um mulatinho de rosto lindo deve ter mais ou menos 170 de altura e de corpo proporcional, não faz academia mas é saradinho por natureza e tem cabelos nas pernas. Aconteceu que, certo dia eu estava sentado na frente de casa e o dani passou como de costume com seu violão, foi até sua casa mexeu no portão, mexeu na mochila, demorou um pouco no celular e veio até mim. Perguntou se eu vi a mãe dele saindo, respondi que sim e ela disse que ia resolver um problema é demorari. Ele falou que havia esquecido sua chave no quarto e não conseguia falar com sua mãe. Eu falei que podia esperar em casa de boa, já estava anoitecendo falei para ele entrar. Entramos e ficamos na varanda conversando e tomando suco. Até que eu disse que ia tomar banho e enquanto isso ele poderia tentar falar com a mãe dele do meu celular pois o dele havia acabado a bateria. Ficou na varanda e fui tomar banho. Voltei pra varanda com a toalha para estender e o dani me avisa que conseguiu falar com a cleide, ela ia demorar ainda é falou para ele ir para casa de sua avó, mas ele disse que estava na minha casa e que esperaria ali, ela concordou e pronto. Após isso o menino me pergunta : - Cara, você está namorando? Achei um pouco estranho ele perguntar isso mas respondi que não. Então ele fala: Bem, seu pai eu sei que não trás mulher aqui e se você não tem namorada nem pegueti, de quem é esse fio dental vermelho ali? Na hora eu corei, gaguejei. Eu aproveito os dias que fico sozinho em casa e lavo as langeris, sempre com cuidado pra ninguém ver, mas naquele dia dia vacilei. O dani vendo meu embaraço, deu uma risadinha marota e disse : - é sua né cara, você curte né? Eu tentando explicar : - Po, dani não é isso que você está pensando. ... - Cara fica tranquilo, não sou fofoqueiro, não conto prá ninguém . E acrescentou : - Você dá gostoso com ela? Falou de um jeito bem safado. Eu só disse, que isso muleke, olha o palavreado e atirei a langeri nele, ele pegou rindo olhou pra mim e cheirou o fio dental e depois apertou em seu pau simulando movimentos de uma foda. Fiquei meio com tesão meio confuso quando ele me pediu para colocar pra ele ver, eu disse que não ele insistiu em eu falei que não acrescentando que ele nem devia saber fuder direito. - olha sua idade garoto. Nem deve saber fuder. Ele respondeu, abrindo o zíper da bermuda e apertanto a pica dentro da cueca : - Cara, veste a calcinha que te mostro se sei ou não fuder, veste lá na moral, vai.! Passou mil coisas pela minha cabeça, aquele garoto daquela idade me intimando daquele jeito. Ele, sempre com um sorriso sacana, acrescentou que ficaria só entre nós. Olhei pra ele e perguntei se ele falava sério mesmo e ele respondeu : - Claro que é Alex. Olha a pica duraça aqui. Vai, veste. Peguei o fio dental da mão dele e ele falou baixinho: - Se quiser vestir algo mais veste. Depois você me diz se o garoto aqui é inexperiente e sabe ou não fuder. Fui ao quarto, confuso e com tesão. A idade do garoto me incomodava. Mas pensei e Decidi ir até o fim com o garoto. Vesti o fio dental, um par de elástico nas coxas, uma cinta de rendinha vermelha para prender as ligas até o elástico rendado nas coxas e uma um baby doll rosa com bojo vermelho de seda. Voltei a varanda e o dani estava lá todo largado na cadeira de fio. Quando me viu apertou a rola e sorrindo disse apenas: - Nossa! Alex.... Sentei ao seu lado e dei um beijo em seu pescoço enquanto uma de minhas mãos já alisava seu cacete dentro da cueca. O dani retribuiu o beijo no pescoço dizendo : - Bom hem! Perfume de mulher. Ficou dando chupadas em meu pescoço e suas mãos alcançaram meu peito que ele apalpou, apertou depois abaixou o bojo do baby doll e abocanhou, chupava meu peito como um bezerro, mamava os dois, meu tesão aumentava com o garoto sugando meus mamilos, parou e comentou que era como as tetinhas das gurias de 14 anos. Aproveitando a parada dele sai do lado e me coloquei de frente tirei sua camiseta, era lindo seu corpo, axilas com poucos pelos, tórax e abdômen lisinhos e uma penugem bem rala na cintura. Literalmente lambi ele o que pude, fui lambendo e descendo até sua cueca que tirei e sem pestanejar abocanhei aquela pica duraça toda babada, Chupei como nunca aquela rola, era a primeira vez que mamava um garoto assim e a pica era fenomenal, apesar de sua pouca idade tinha uma rola bem desenvolvida, uns 20cm ou mais, grossa, reta e um cogumelo delicioso. Caprichei no boquete, engolia o que podia, lambia as bolas e passa a língua na cabeçona da vara. Assim fique por uns vinte minutos . O garoto era só risinho maroto sinal de quem tá curtindo. Em dado momento ele me diz : - Alex! Cara tá dando um talento hem! Boquete gostoso do carai! Me levantei e disse para irmos para o quarto. Fomos, o colchão já estava no chão e com o dani em pé me ajoelhei e dei mais uma sessão de boquete nele que afastando minha cabeça de seu pau pede para eu pegar a camisinha e colocar nele. Coloquei a camisinha dei mais umas chupadas, com a rola tinindo de dura o Dani me fala : - Ajoelha no sofá e empina esse cú que o " inexperiente " aqui vai fincar a madeira. E pode gemer se quiser. Me ajoelhei, empinei a bunda. Dani pegou o gel e passou na cabeça da pica dura e tirando o fio dental do meu rabo, puxou de lado, passou um pouco de gelzinho na porta de entrada. Encostando a pica no meu cusinho me diz : - Quer minha rola nesse cu? Quer? Até o talo? Quer? Respondo que sim. E ele já empurrando a cabeça dilatando meu anel anal, prossegue : - Fala, o que eu sou seu agora? Fala. Sou seu garoto fudedor? Eu, gemendo com metade da pica no meu cusinho respondo : - Sim, você é meu garoto fudedor. E ele tirando a pica do meu cu deixando só a cabeça finca com força até o talo de uma vez só. Dizendo : - Resposta errada. Sou é seu boy macho comedor de cú. Entendeu? Com a fincada forte dei um grito abafado de dor e ia puxar a bunda da pica mas ele com as mãos em meu quadril começou a fincar com força sua vara no meu rabo. Sem dó, as estocadas faziam barulho das bolas batendo em minha bunda. Eu urrava e gemia com o garoto me rasgando o rabo. Cada medida era acompanhada de um palavrão. O garoto meteu firme sem parar por vários minutos até parar de novo tirar até a cabeça e dizer : - Você não responde o sou seu. Responde pra levar mais rola nesse cú, responde, carai! E novamente caprichou na estocada que apesar de doer e eu gemer a cada fincada eu já havia assimilado a dor e era agora só prazer sentir a pica me arrombando o cú. Parou com a pica socada até as bolas e falou: - vou madeirar seu cú até arder. Responde o que sou seu agora? E reiniciou a deliciosa sessão de arrombamento. Gemendo respondi que ele era meu boy macho comedor de cú. Ele sem parar de meter falou que agora sim eu tinha acertado a resposta mas: - Vai sofrer um pouco o mais na minha vara por ter demora a responder. E empina essa bunda. Empinei o que pude pra receber sua rola. Daquele jeito, ele estava mesmo possuído. Kkkkkk. Metia e perguntava se eu estava gostando da pica dele em meu cu e eu balbuciando dizia que sim. Então ele falava: - Isso, tem que gostar sem reclamar, tem que dar esse cú pro seu boy macho fuder sem dó. Depois de muito pirocar meu cusinho, dito muito mesmo, quase uns 35 minutos de fincadas, eu já estava de rabo ardendo. Esses novinhos tem um fôlego e tanto. Dani parou, tirou a rola do meu rabo e pediu para eu deitar no colchão ficando de frango assado. Sem demora veio pra cima de mim, abriu minhas pernas ajeitou a pica pulsando fincou de novo em mim dizendo : -Quero ver sua cara quando seu comedor mete nesse cú. E fincou a rola. Dessa vez deu umas quinze medidas e segurando a pica até as bolas dentro de mim, deu um suspiro longo e gozou. Eu a essa altura já havia gozado duas vezes. Depois de gozar gostoso ficou algum tempo com a rola engatada em mim até que ficando meio mole tirou do meu cusinho que ardia. Retirou a camisinha me mostrando a quantidade de porra. E dizendo: - Carai! Que cú delícia, não pensei que eu podia gozar tanto. Sentou extenuado no sofá. Eu fiquei deitado me recuperando também. Nos recuperarmos colocamos nossas roupas e voltamos para a varanda. Dani ficou em pé olhando para o nada e eu ia fazer mais suco porém cheguei perto dele que se virou e me deu um selinho e encostando a cabeça em minha orelha falou baixinho : - Eae! Fala se não curtiu o inexperiente. Fala agora que não sei fuder. Abracei ele pela primeira vez nos beijamos de língua. Paramos o beijo e disse sorrindo pra ele: - Safado.! Ele riu e me beijou novamente. Então eu disse que só tinha faltado eu tomar leite então ele me faz sentar na cadeira e fala : - Sem problema. Tá com bastante porra ainda prá você. E abrindo a tirando a pica prá fora se coloca na minha frente. A rola apesar de ter gozado a poucos minutos estava duraça novamente. Não perdi tempo comecei a mamar o garoto alternando entre chupar a pica e parando prá chupar as bolas enquanto eu chupava as bolas ele batia punheta eu voltava com a boca na rola chupando e ele segurando minha cabeça fodia minha boca cansando eu voltava para as bolas, dessa vez não demorou muito pra ele gozar. Segurou minha cabeça colocou a pica até minha garganta eu com as mãos em sua cintura senti seus músculos enriquecerem e culminou esguinxando leite na minha boca que a cada jato ele ia tirando a rola devagar até gozar tudo. - CARAI! Bebe toda minha porra. Bebe. Bebi tudo. Era deliciosa, grossa, perolada com gosto de rola de garoto e exuberante. Depois disso se sentou e eu fui preparar mais suco. Ficamos conversando e tomando suco. Perguntei como ele que era o menino certinho da rua, o evangélico puro que só ia da casa prá escola e da escola pra casa e igreja, como ele tinha experiência em fuder. Sorriu e respondeu que eu sabia melhor que ele que sempre tem um jeito de dar uma escapada, de dar um perdido e que se eu tivesse curtido e ficasse no sigilo dava pra nós darmos umas escapadas sempre. Nisso chegou a mãe dele. Entrou tomou suco e agradeceu por ter deixado o dani ter ficado ali. Respondi que tinha SIDO UM PRAZER. O dani deu um risinho maroto de quem entendeu a expressão. Nos despedimos e fui dormir pensando no garoto que me deixou de cú ardendo

A putinha do titio parte 1

Este é meu primeiro relato aqui no site Espero que gostem , não sou muito bom com as palavras mais enfim... Me chamo Jonas e hoje tenho 44 anos de idade Sou moreno claro , 1,77 de altura , sou magro , calmo e muito trabalhador Tenho uma rola acho que de bom tamanho Porém sei usar para o prazer total de ambos Na cama sou muito safado e amo sexo Fui casado por 16 anos e me separei em 2009 Tinha 35 anos de idade e fui morar sozinho Vivia na punheta nos últimos meses Catava uma mulher casada de meu trabalho até quando deu pra mim Depois que ela inventou em querer separar do marido e querer algo sério comigo Resolvi que era hora de cair fora Não sou de balada e muito de rua Prefiro o aconchego de minha casa Renato meu sobrinho é filho de meu irmão chamado Bruno Bruno igual eu tem 4 filhos A diferença é que ele é pai de 3 meninas e um menino Eu é o contrário dele , tenho 3 meninos e uma menina Tirava os finais de semana para ficar com os meus filhos Vinham a cada 15 dias passar o sábado e domingo em minha casa Quando eles não podiam vir , eu enchia a geladeira de cervejas e ficava de boa Em uma sexta-feira meu sobrinho Renato perguntou se eu estaria em casa no final de semana Respondi que sim acrescentando que os primos não viriam neste final de semana Foi quando ele me perguntou se podia passar o dia em minha casa Pois os pais iriam passar o dia na casa de uns amigos evangélicos e ele não estava afim de ir Respondi que sim claro que poderia aí me faria companhia Meu irmão depois confirmou se ele poderia mesmo ficar comigo Se não atrapalharia em nada o meu dia Reafirmei que sim que poderia vim No sábado meu irmão veio trazer meu sobrinho logo pela manhã Mal deixou o moleque no portão de casa e teve de se retirar Estava atrasado para o encontro que teria Nunca havia prestado muito atenção em meu sobrinho Olhava mais para as gostosas das minhas três sobrinhas As garotas estavam crescendo e virando uns mulherão Já me imaginava metendo a rola em uma delas ao menos Mais quis o destino que tudo fosse de maneira diferente Renato é mais solto e comunicativo do que as irmãs Me complimentou do mesmo jeito que faz com o pai dele Ou seja com um beijinho no rosto Fui dizendo : Já está moço para dar beijo no rosto de outro homem Ele me olhando disse : A o senhor é o meu tio preferido , sempre vou te complimentou deste jeito Nós rimos da situação até eu sério lhe dizer : Mais não precisa me chamar de senhor Afinal , estou tão velho assim ? Ele sorrindo respondeu : Não tio , claro que não Você está jovem ainda Agradeci e ficamos ali conversando Perguntei se queria tomar café Mais Renato pediu foi uma cerveja Disse que café havia tomado fazia algumas horas Falei que não queria problemas com o seu pai Ele disse que ficaria tranquilo pois só tomaria umas 3 latinhas Concordei e peguei duas latas na geladeira Fomos até a sala assistir televisão Passava os canal e nada que presta Parei com a tv num canal que só tem filme pornô Olhei para o meu sobrinho e perguntei : Gosta de assistir filmes assim ? Falou que por ele sem problemas Porra quando me dei conta era um filme gay O cara pauzudo metendo a rola no cu do amigo Passou uns 10 minutos quando eu disse para o Renato : Posso mudar de canal ? Ou você está gostando deste filme ? Ele disse que eu poderia mudar Mais acrescentou que estava gostando Pela primeira vez olhei direito para o meu sobrinho Branquinho , magro , faixa de 1,70 de altura Bonito , pensei que cataria várias meninas por aí Olhava na tela e o cara berrando na pica do comedor Sentia minha rola latejando de tão dura que estava Para piorar estava usando um short fino que deixou a mostra o volume do cacete Renato não desgrudava o olhar da televisão Fiquei meio cabulado e resolvi ver sua atitude Fui até a cozinha , voltando com mais duas geladas Meu sobrinho disse estar meio que zonzo já Eu perguntei se era pelo efeito da bebida Ou se era tesão pelo filme que estávamos vendo Ele titubeou e falou : É pelos dois tio Olha só o jeito que o cara fode o cu do rapaz Sentei bem próximo de meu sobrinho e disse : Vc está com tesão né ? Ele confirmou que sim com a cabeça Passei a mão em minha rola chamando a atenção do moleque Pela primeira vez notei seu olhar desviando da tela Ele perguntou se eu também estava gostando Minha resposta foi mostrada ao vivo Baixei um pouco o short e a tora saltou pra fora Renato me olhou com os olhos arregalados e falou : Nossa tio , que pau grande vc tem Pedi para que me mostrasse o seu também Me olhava acanhado e com vergonha Fui acalmando ele dizendo : Não tem nada , nós somos homens Ninguém precisa saber do que estamos fazendo Insisti tanto e ele acabou cedendo Me mostrou seu pau pequeno e fino Estava constrangido por ter a pica pequena talvez Como vi que não desviou o olhar de meu cacete Perguntei se queria pegar Nada respondeu quando eu pensei comigo Vou comer o cusinho deste meu sobrinho hoje Para o azar dele , fazia 15 dias que não fodia ninguém Catei uma mão de Renato e levei até meu pau Como não fez menção alguma em querer tirar resolvi continuar Sempre dizendo que tudo ficaria ali em 4 paredes Tive certeza que seu cusinho seria meu quando me levantei e fiz sinal de que levaria meu cacete até seu rosto Poucas palavras depois e meu sobrinho já abocanhava minha pica Com a boca pequena mal conseguia engolir a cabeça da vara Fui ordenando que chupasse direito minha rola Dizia que não era viado Que estava fazendo aquilo devido estar bêbado Fui calar sua boca tentando fazer ele engolir a vara Quase levei o garoto a engasgar com o que fiz Sentia um tesão da porra e não parava de gemer Renato na verdade estava gostando de ser tratado como uma putinha A putinha do titio Anunciei que iria encher sua garganta de leite quente Tentou tirar a boca da pica mais foi em vão Soltei vários jatos de porra em sua boca O que não bebeu , caiu em seu rosto ! CONTINUA

Chupando meu melhor amigo na casa da praia

Olá, eu sou o Rafael. Sou branco, loiro, olhos azuis, 1,70 m e uns 60 kg. No meu primeiro conto, relatei como perdi a virgindade inesperadamente na praia. Depois daquele dia, eu só conseguia pensar em sexo ainda mais do que já costumava pensar. Fiquei pensando o que eu podia fazer para transar de novo, mas sem depender da sorte. Eu ainda estava na praia com meus pais e nós tivemos que voltar para nossa cidade natal, alguma coisa com uns exames que eles tinham que fazer e não quiseram me deixar sozinho lá. Uma pena, porque meu plano inicial era passar todas as noites que estivesse sozinho caçando outras pessoas que quisessem comer meu cuzinho... De volta em casa, arquitetei um plano para transar de novo. Perguntei aos meus pais se poderia levar um amigo com a gente para a praia. Na época, o meu melhor amigo era o Sérgio, um japinha gostoso um ou dois anos mais novo que eu. A gente andava juntos pra cima e pra baixo, já que eu não tinha muitos amigos da minha idade, e eu sempre ficava imaginando coisas quando o via passar na minha casa depois das aulas na escola de futebol, todo suado e com aquele shortinho marcando as coxas grossas. Meus pais topara, convidei o Sérgio e alguns dias depois estávamos voltando para a praia. Logo que chegamos, já fomos aproveitar o mar e o fim da tarde. Eu estava de sunga e ele de bermuda. Até tentei fazer uma daquelas brincadeiras de puxar a bermuda dele, mas ele recusou. Como eu não queria estrgar a semana que teríamos pela frente, deixei por isso mesmo. À noite, quando chegou a hora de dormirmos, eu teria outra chance. O quarto em que nós dormiríamos era pequeno, por isso tinha dois sofás-camas daqueles pretos e moles, bem desconfortáveis. Pelo tamanho do quarto, nossas camas ficavam a menos de trinta centímetros uma da outra, então Sérgio dormiria pertinho de mim por pelo menos uma semana. Eu sempre demorei a dormir, então aproveitei isso e fiquei esperando que Sérgio adormecesse. Quando achei que ele estava dormindo, cutuquei-o no braço uma vez, depois mais outra, e nada dele responder. Passei a mão devagar na perna dele e deixei-a parada uns instantes, tentando verificar se ele se mexeria. Nada. Fui aos poucos chegando mais perto do pau dele e o acariciei por cima da cueca e da bermudinha fina que ele usava para dormir. Como ele não reagia, enfiei meus dedos por dentro da bermuda e da cueca e comecei a brincar com seu pinto. Estava mole e pequeno – e certamente menor do que o pau do cara que havia me comido na semana passada –, mas era o pau de um outro macho ali ao meu alcance. Sérgio então se mexeu e eu rapidamente voltei para a minha cama, o coração batendo a mil. Acho que ele não acordou, mas não consegui voltar a tocá-lo naquela noite. Fiquei na minha cama apenas cheirando e lambendo meu dedo... O dia seguinte passou tranquilo, mas à noite o Sérgio não estava com sono, então ficamos conversando durante a noite no quarto com a luz apagada. Eu queria que ele dormisse logo para ter mais uma chance de brincar com seu pau, mas isso mudou quando ele começou a falar de sexo, perguntar se eu já tinha feito e tal. Respondi que sim, mas disfarcei quando ele pediu detalhes porque não queria contar que minha única experiência sexual tinha sido dar para um cara na praia. Embora eu soubesse que gostava de homens, não queria que ninguém soubesse que era gay, coisas de adolescente medroso. Como o Sérgio ficou insistindo para que eu contasse alguma coisa, resolvi brincar dizendo que ele certamente não tinha transado ainda. Quando ele respondeu que já, eu brinquei fazendo uma pinça com a mão, uns 10 cm entre o polegar e o indicar, dizendo que o pinto dele não devia ter nem aquele tamanho. Ficamos naquela coisa de é maior, não é, é sim, até que ele me lançou um desafio que eu não estava esperando: – Se for maior, então, você chupa meu pau? Óbvio que eu fui à loucura e fiquei pensando o que responder para não dar na cara que eu estava louco pra me acabar chupando ele. Respondi que que era óbvio que era menor, então que eu nem precisava me preocupar. Nessa hora, fiquei com medo que ele desistisse, mas não, ele tirou o lençol, baixou a bermuda e a cueca e começou a mexer no pau, punhetando-o meio rápido, como que com pressa de provar que o pau era mesmo maior do que eu estava indicando. Logo o Sérgio estava com o pau duro apontando para o teto. Olhando de onde eu estava, não dava bem para ter certeza de que era maior do que a distância que eu havia indicado, então aproveitei que ele estava encarando o próprio pau e fiz uma pinça com os dedos levemente menor. – Aqui, ó, tá vendo? – ele apontou. Eu aproximei minha mão do pau dele. Com a pinça diminuída, o pau dele havia ficado uns dois ou três centímetros maior. Ele abriu um sorriso travesso e eu fiz o máximo para fingir uma cara de espanto. Com o mão na base do pau, Sérgio o apontou para mim e disse: – Chupa. Não hesitei mais e me abaixei perto do pau dele, lambendo primeiro a cabecinha, depois o corpo e a base. Era um pau pequeno e fino, mas muito gostoso de chupar. Engoli-o inteiro e fiquei sugando. Enquanto chupava, ouvia os gemidos de Sérgio. Ele tentava se controlar, já que meus pais estavam no quarto ao lado e nós não podíamos fazer barulho, mas quanto mais eu chupava, mais difícil ficava para ele fazer silêncio. Depois de alguns minutos, ele colocou as duas mãos na minha cabeça e começou a foder minha boca e minha garganta, acelerando o movimento com a cintura. Ele jorrou vários jatos de porra na minha boca. Era a primeira vez que eu sentia porra na língua, então voltei para minha cama e fiquei saboreando, enquanto Sérgio se vestia de novo e se virava para o lado para dormir. Naquela noite eu quase não dormi, ora imaginando o que seria da nossa amizade dali pra frente, ora sentindo aquela textura viscosa e diferente que era a porra do meu melhor amigo...

Ganhei o dia com o boy favelado.

Meu amigo tem uma empresa de reestruturação. Dessas que se contrata para reerguer outras empresas, geralmente a beira da falência. A empresa dele reorganiza financias, fecha acordos, realoca os recursos humanos isto é, contratam ele para tirar empresas do buraco. Estava eu de férias e passei para tomar um café com ele. Aquele dia ele disse que eu havia caído do céu, pois o funcionário que fazia a correria dos acordos e pagamentos, um tipo de ofice boy, havia pegando dengue e ele não tinha ninguém para substitu-lo. Como estava prestando serviço para uma empresa havia alguns acordos de demitidos a pagar. Era só ir a casa do sujeito pagar e trazer os papéis assinados. Como era de manhã eu disse que poderia fazer isso pois estava de férias mesmo. Meu amigo me passou os pacotes com endereços e valores. Eram cinco no total. Até o fim da tarde eu havia feito quatro. Meu amigo me liga perguntando como estava indo. Informo que tudo bem e faltava um, então ele disse que se eu quisesse poderia levar para casa e ir direto no outro dia, isso se eu não tivesse compromisso. Respondi que, tudo bem. No outro dia levantei cedo foi um daqueles dias que a gente acorda com tesão. Tomei um banho frio, fiz a chuca, verifiquei o rabinho se estava liso. Vesti um fio dental ver pra acalmar meu tesão. Me vesti normalmente por cima, cueca boxer, calça e camisa. O fio dental bem socado no cusinho sem ninguém imaginar. Peguei o pacote que faltava entregar e li o endereço, não conhecia o bairro. Então liguei para meu amigo e ele me disse que era uma favela e tinha uns anos de existência dessa favela. Me disse onde era e desliguei. Favela! Pensei. Bom ficava atrás de um bairro que eu conheço, próximo de uma mata. Peguei os pacotes e parti. No caminho, ainda com tesão sentido o fio dental roçar meu cusinho me acalmava. Cheguei na favela .depois de algum tempo procurando consegui encontrar a rua e o tal joilson - nome fictício - só encontrei o sujeito devido ao apelido que havia no papel. Broca. A casa ou barraco era típico de favela. Uma edicula sem reboco com cerca de arame. Bati palmas chamei. Demorou um pouco para alguém atender. Ao abrir a porta perguntei se era o joilson. Disse que sim. Me apresentei e ele me fez entrar no barraco. Tinha acabado de acordar embora fosse quase 9:30 da manhã. Cara de sono, cabelo revolto, só de bermuda. Típico morador de favela, pensei comigo. E não pude deixar de perceber que estava de baraca armada, pau duro. Como todo homem ao acordar. Ele me tratou super bem, muito espontâneo. Sentamos numa mesa de madeira e com os papéis na mão explicava sobre o assunto. Joilson pediu para parar um pouco pois não aguentava de vontade de mijar. Pediu um tempo para ir ao banheiro. O banheiro ficava entre a peça que estávamos e o quarto. Não tinha porta e ele não fez questão de fechar a cortina improvisada. Continuamos a conversar com a maior naturalidade. Ele mijando e eu na porta. Perguntei, brincando porque o apelido de broca e ele disse que era zoação do pessoal. Terminou de mijar pegou um pedaço de papel higiênico e secou a cabeça da pica bem na minha frente. Ao ver aquele rapaz de 24 anos, cafuçu, corpo em forma, mais ou menos da minha altura e com aquela pica enorme não me contive e brinquei: - Rapaz! Isso tudo é seu mesmo? ! Ele, na maior naturalidade diz : - Cara, meu não. É de que quiser e guentar. Se você curte pode brincar com ele. Eu não esperava aquela resposta tão direta. Perguntei se era sério e ele respondeu que sim, se eu curtia que ficasse a vontade. Me ajoelhei e dei uma lambida na cabeça da rola, olhei pra ele que disse apenas : - Engole tudo. Comecei a chupar aquela rola bem desenvolvida que de meio bomba ficou dura feito ferro na minha boca. Muito bom o cheiro e sabor da pica com gosto de suor da noite. Caprichei no boquete, engolia o que conseguia e lambia como se fosse um picolé de nervos delicioso, descia e engolia as bolas do jeito que curto, com pelos. Chupei até o joilson se afasta e perguntar se eu também dava o cu. Ele era muito direto e espontâneo. Respondi que sim e perguntei se ele Curtia e novamente foi direto. - Cara eu é que curto comer cu. Você vai aguentar até o fim? Olhei a rola tamanho cavalar e fiz que sim com a cabeça. - Então fica de quatro no sofá. Ordenou ele.Abaixe minha calça jeans tirei a camisa e fiquei de joelhos no sofá com o fio dental no rabo. Ele vendo isso falou : - Cara! Legal hem! Safado já sai preparado pra fuder hem! E se colocou atrás de mim sarrando minha bunda, subia esfregando sua pica dura em meu rabo me deixando louco de tesão ,colocou a rola por debaixo do meu fio dental e no meio do meu rego começou a roçar como se tivesse metendo. Puxou o fio de lado e começou a esfregar a cabeçona da vara em toda extensão do meu rego parando na porta do meu cu e fazendo movimentos circulares abria minha bunda pedia para eu piscar o cu e alojada a cabeça fazendo círculos. Parou foi ao quarto pegar o que pensei ser camisinha e lubrificante. Voltou passou um pouco de um creme no meu cusinho e em sua pica dura e continuou a roçada deliciosa. Colocando sua pica na minha entrada pedindo para eu piscar ele força firme e enterra parte do cacete. Eu ia pedir para colocar camisinha mas era tarde agora com 4 dedos de sua vara dentro do meu rabo só me restava gemer e guentar aquela trolha. Joilson puxou a pica para trás e devagar porém, sem parar deslizou inteira dentro de mim, com suas mãos abriu minhas nádegas e repetiu o movimento umas 4 vezes até enterrar a pica duraça até as bolas. A mim restava gemer de dor e prazer com o favelado me alargando o rabo. Joilson mexeu ou pelo menos tentou mexer sua vara dentro de mim e falou: - Cara se guenta mesmo até o fim hem! Cusão apertado cara. Agora se vai saber porque o apelido de broca. Dito isso começou a "brocar " meu rabo que por momentos doeu mas a dor deu lugar ao prazer e joilson estava com fome mesmo de cú. Só pedia para eu aguentar a brocada e que eu podia gemer a vontade pois só ia parar depois de encher meu rabo de porra. Foram pra mais de 20 minutos de medidas de rola em meu cusinho ali de joelhos no sofá até ele parar e mandar eu sentar em sua broca grossa. Me ajeitou em seu colo e mandou vara pra dentro. Se eu tinha umas últimas pregas no meu cusinho elas se foram naquele momento, segurou minha bunda um pouco afastada e metia de baixo para cima na mesma intensidade que de joelhos, meteu até o momento que me puxou para sua cintura e disse : - Mexe a bunda cara. Agora eu já conseguia rebolar e assim fiz. Joilson deu uma esguinxada de pora em meu cu levantou minha bunda e reiniciou o batidão enquanto gozava. Aquilo era fantástico, nunca antes alguém gozou metendo em mim. O favelado se satisfez. Gozou gostoso e eu também. Levantei de seu colo ouvindo ele dizer : - Cara! Cu gostoso do carai, porra! Faz uma cara que não meto assim e gozo desse jeito. E se levantou foi ao banheiro deu uma lavada na pica. Falou prá eu também limpar o cú pois estava escorrendo porra. Fiz isso e,como se nada tivesse acontecido,voltamos à mesa para terminar o que tinha vindo fazer. Passei os papéis e pagamento. Fechamos o acordo. Me despedi passando meu número dizendo que podia ligar caso tivesse dúvida sobre o acordo ou pra outro assunto, e ele me disse com riso safado que ligaria sim para " outro assunto ", com certeza. Fui para o escritório feliz tinha ganhado o dia. Até o próximo conto caro leitor!

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Usando um masturbador, fodi meu amigo

Fala galera, eu sou o leknegro, hoje tenho 22 anos, 180alt, 70kg e 18cm grosso. Vou contar hoje sobre como comi meu colega da faculdade. Aconteceu ano passado 2017. Acontece que o pessoal da faculdade principalmente em particular e que estuda a noite, se não for filhinho de papai, tem que ralar muito pra pagar as contas e tudo mais. Nisso, tinha uma menina da minha turma que além de trabalhar ela vendia por fora produtos de sex shop, ia com uma revistinha com os produtos que tinha e oferecia pra geral, os meninos tudo com vergonha, as meninas eram as que mais compravam (fiquei sabendo em off por ela) e ai resolvi que queria melhorar minha punheta e pedi uma revista. Esse meu amigo que vou chamar de João (fictício), viu que eu tinha pedido a revista, mas nem zoou nem nada. Levei pra casa, escolhi o masturbador que queria e pedi pelo o whatsapp pra menina. Combinamos tudo direitinho, demora pra chegar e tals, depois de duas semanas chegou o produto, ela me entregou em uma sacola preta, dentro de uma caixinha, super discreto e eu levei pra casa. Mano, esse negócio é muito bom! Pqp! Ás vezes gozava com 5min usando, passava bastante lubrificante e usava, chegava a ficar sensível. Acho que já cheguei a gozar 3x seguidas usando de tão bom que era. João tinha a mesma idade que eu, era meio saradinho, por volta de uns 1,70alt, branquinho, jogava vôlei e tinha a bunda empinadinha, o pau dele devia ter uns 16cm, era um pouco fino. Eu depois que entrei pra faculdade comecei a morar sozinho em uma kitnet e por ser pequeno, não costumo levar pessoas pra cá, a não ser pra fuder. Na faculdade a professora passou uma atividade que podíamos fazer separados ou em dupla, mas quem escolhesse dupla tinha tipo que fazer o dobro do trabalho de quem fizesse sozinho. Eu já estava decidido em fazer sozinho, quando o João perguntou se podíamos fazer junto. Como ele é todo gostosinho, vi uma oportunidade, mas nem dei bandeira, pq ele não sabia de mim. Concordei com ele e ele perguntou se podia ser na minha casa e falei que não tinha problema nenhum, só que era pequeno. Marcamos de se encontrar no outro dia a tarde na minha casa. Por eu ter ganho bolsa na faculdade, eu não precisava trabalhar integralmente, então eu estagiava pela manhã e tinha a tarde livre, meus pais me ajudavam com as despesas tbm. Quando voltei do estágio, dei uma arrumada mais ou menos no lugar, jogando os papeis sujo de porra no lixo, guardando as roupas ou colocando no cesto, só pra da uma enganada mesmo. Almocei e quando deu umas 15hrs +-, ele chegou. Eu usava uma camiseta preta e um short desses de jogador de futebol sem cueca, ele tava com uma bermuda jeans e uma camisa branca com chinelo. Eu já tinha deixado a mesa livre, sentamos e começamos a fazer. Dentro da kitnet eu tinha aquelas prateleiras de plástico preta que dá pra montar fácil e ocupa pouco espaço e nela tinha várias coisas, sendo uma delas o masturbador, só que tipo ele era preto no estilo “fleshlight”, então parecia uma lanterna, nem esquentei de esconder. Quando terminamos a atividade que foi até rápido, acho que gastamos no máximo 1:30 pra fazer, ele pediu água e eu fui pegar, nisso ele comenta: -João: Iah que massa! Você tem uma lanterna, mas pra que vc tem uma? Hoje em dia geral usa o flash do celular e pegou na mão. Nisso eu ri e respondi que aquilo não era uma laterna, era um masturbador no formato de cuzinho que comprei da menina lá da sala. Ele ficou meio vermelho, e ai eu falei pra ele puxar a tampa e quando ele puxou, ele viu um cuzinho de silicone. Ri, entreguei a água pra ele, peguei o masturbador e botei na mesa de lado, mas sem colocar a tampa de novo. Passado esse primeiro momento de constrangimento pra ele, ele começou a fazer um monte de pergunta, se era bom, se era apertadinho, se era igual a um cú de verdade. Aí eu comecei a falar que era massa, que não era melhor que o de verdade, mas que quebrava um galho, que meladinho deslizava fácil e é bom pq da pra socar fundo sem medo... E nesso papo chulo, carregado de putaria, começamos nós dois a ficar excitados e perguntei se ele queria usar. Aí ele falou que não, que a parada já tava marcada já com meu pau, na qual confirmei, dizendo que gozava direto dentro, que curto muito, mas que se ele quisesse usar era só por uma camisinha. Ele ficou pensando e nisso resolvi aproveitar, peguei o note, sentamos na cama e comecei pesquisar algum pornô onde os caras usavam um masturbador pra ele vê. Do modo que ele estava curioso, parecia mesmo que nunca tinha visto ou usado um. Passado um tempo estava nós dois excitado olhando pra TV na parede onde eu tinha conectado o notebook. Meu pau por ser maior e mais grosso que o dele e por eu estar sem cueca estava bem marcadão, eu ficava com as mãos em cima apertando, dando umas patoladas e percebi que tinha hora ele olhava. Nisso o vídeo acabou eu levantei da cama, botei um vídeo de um negão fudendo uma loirinha, passei na frente da TV e vi que ele ficou meio sem graça, mas ficou filmando minha barraca. Peguei o masturbador na mesa, um potinho na estante que era um lubrificante e me sentei novamente na cama. Na maior naturalidade (ou cara de pau), peguei o lubrificante, botei meu pau pra fora e comecei a passar nele todo bem devagar, alisando deixando bem melado e coloquei no masturbador, perguntei pra ele se ele ligava de usar ali na hora, mas é pq tava com mto tesão. Ele falou de boa, que a casa era minha. Ai fiquei batendo um pouco com a mão mesmo e ele hipnotizado pelo meu pau, olhando todos os detalhes quando deixei bem exposta a cabeça e fui empurrando pra dentro do cuzinho de silicone. Nessa hora olhei pra cara dele que desviou o rosto do meu pau pro vídeo e eu comecei a fuder segurando com as duas mãos, fazendo comentários que era apertadinho, que tava muito bom e ás vezes eu gemia tbm dizendo delicia. Nisso vi que tava pra gozar, então parei e perguntei se ele realmente não queria tentar, então ele cedeu falando que queria, mas que não tinha camisinha com ele, ai eu entreguei o masturbador pra ele que nessa tava quentinha e babada com meu pré gozo, me levantei e peguei uma camisinha na mochila. Eu gosto de me exibir e vi que ele tava filmando minha vara preta brilhando balançando pra cima e pra baixo rsrs. Joguei a camisinha no colo dele e falei pra ele se divertir. Tirou a roupa toda, encapou o pau, passou o lubrificante e começou a socar. Foi só elogios, que realmente era bom, que iria comprar um tbm, que tava quentinho, uma delicia, que a parada engolia tudo, enfim, o mlk se divertiu. Resolvi começar a atacar e propus o seguinte. -leknegro: João, só tem nós dois aqui, pq não tentamos colocar no meio da coxa do outro e tipo simular que estamos fudendo? Ele ficou espantado na hora. -João: Cara num sei... como seria isso?... -leknegro: Então é simples, tipo um fica de bruço e coloca o masturbador no meio das coxas, enquanto o outro fica em cima e começa a fuder o masturbador. Ele ficou pensativo. -João: Tá. Eu topo, mas eu vou primeiro. Apesar de eu ser só ativo, não vi problema nenhum, pq meu objetivo era comer ele e se pra isso eu tivesse que ficar de bruço, de boas haha Ai eu concordei, me deitei de bruços, coloquei o masturbador no meio das coxas só que um pouco mais pra baixo, ele se posicionou e começou a fuder a parada, hora olhando pro vídeo, hora olhando pra minha bunda. Ele não aguentou muito e acabou gozando logo. Aí foi minha vez, dei a ele uma toalha dessas de rosto pra ele se limpar e peguei um travesseiro pra por embaixo dele e ficar mais alto, peguei a toalha que ele se limpou, botei em cima e quando ele foi se deitar pra ficar de bruço eu falei que era pra ele ficar com os joelhos dobrado em cima do travesseiro e apoiar as próprias mãos nas coxas, ai coloquei o masturbador debaixo da bunda dele como se tivesse dois cús um em cima do outro, só que deixando a bunda dele mais pra fora do que o masturbador, com a intenção de que quando eu fosse por meu pau no brinquedo, ele sentisse primeiro minha vara sarrando no cú. Ele não gostou muito de ficar nessa posição não, mas eu falei que ia ser rápido, que gozaria até mais rápido. Então chegou a hora, ele com aquela bunda empinadinha pra mim, com o cú aparecendo que não me parecia ser mais virgem. Peguei o lubrificante, poli a vara e fui empurrar no brinquedo, mas de propósito dei uma passada bem generosa com a cabeça do meu pau no cu dele, fazendo com que o mesmo se contraísse. Ele deu um gemido bem baixinho e ai eu comecei a fuder o brinquedo. Empurrava e tirava devagar pq queria aproveitar o máximo possível e com isso ele sentia o talo do meu sarrando o cuzinho dele que nesse momento além de está todo lubrificado, piscava muito. Percebi que ele começou a gostar pq o pau dele voltou a ficar duro e começou a tocar uma. Ficamos nisso uns 10min, o vídeo já tinha acabado. Aí comecei atiçar mais ainda, agora tirava meu pau todo do brinquedo e colocava dentro de novo, mas todas as vezes fazendo com que meu pau cutucasse primeiro o cu dele. Resolvi fazer agora sem direcionar com o mão e ao invés de empurrar mais pra baixo pra encontrar com o brinquedo agora ficava era cutucando direto o cu dele, que não reclamou nem nada, estava lá todo submisso, batendo punheta e gemendo baixinho, com o cuzinho piscando sem parar. Quando percebi que tinha bandeira verde comecei empurrar com mais força pra dentro do cu dele, só que ele tava trancando, não deixando entrar, mas todo lubrificado não ia demorar mto até a pregas cederem. Ai pedi pra ele deixar entrar, e ele gemendo falou que não, que eu estava sem camisinha... Usei o velho truque do “ah mais deixa eu por só a cabecinha...” e cara, é incrível como as pessoas “caem” nessa! Ele “tá bom, mas sério, só a cabeça”. Foi quando ele parou de trancar o cuzinho e meu pau finalmente começou a entrar. Acho que dei umas 5 bombadas só com a cabeça, tirando e colocando, aproveitei pra tirar o brinquedo debaixo dele, permitindo que ele tbm pudesse empurrar mais a bunda pra baixo. Aí a cada encaixe que eu dava eu enfiava mais um pouco e ele começou a retribuir empurrando pra trás tbm. Já era tarde demais, meu pau tava todo dentro dele. Fiquei parado e falei que tava todo dentro. Ele me chamou de puto e com a voz fininha falou “vai meu macho, me fode, leita esse cuzinho”. Nem precisou falar duas vezes, comecei a bombar mais rápido e mais forte e ele gemendo, pedindo rola, se transformou legal em outra pessoa, foi tipo como se o teatrinho tivesse acabado e ele tivesse liberado a verdadeira puta interior. Bombei durante uns 10min, fiz ele ficar de 4 e soquei mais fundo ainda. Quando vi que ia gozar, tirei meu pau, me deitei e falei pra ele cavalgar e foi o que fez, com a bunda virada pra mim sentou e começou a quicar freneticamente. Aí não teve mais jeito e anunciei que ia gozar já gozando dentro... rsrs ele começou a gemer tbm, pegou o masturbador e com meu pau ainda dentro dele, encaixou o brinquedo no pau e gozou. Nós dois suados e cansados fomos tomar banho, aproveitei pra lavar o brinquedo no chuveiro e ganhei mais uma mamada dele lá. Perdemos a primeira aula da faculdade a noite, mas valeu muito a pena. Ficamos transando durante um tempo tipo uns 3 meses, mas aí ele começou a querer namorar e falei que não rolava, ai ele ficou com raiva e parou de me dar. Ainda nos falamos, mas agora ele tá namorando sério com outro cara

Gozei na boca do meu amigo na brincadeira

Fala galera, eu sou o leknegro, hoje tenho 22 anos, 180alt, 70kg e 18cm grosso. Isso aconteceu comigo quando estava no 3º ano do ensino médio. Bom o 3 º ano é o ano da neura, que vc fica preocupado com pré-vestibular, empregos e etc. Minha turma tava toda tensa por causa disso e uma menina da turma estava fazendo aniversário, me convidou e chamou só algumas pessoas da sala pra ir também. Acho que da sala foram cerca de 10 a 12 alunos. No dia da festa dela, eu combinei com esse meu amigo que vou chamar de Vitor (fictício) de irmos juntos. Vitor era bem parecido comigo, alto, magro, branco e a bunda dela era mediana. Não era muito bonito não, mas conseguia pegar uma mina ou outra. Quando estávamos na festa, uma das meninas deu a ideia de fazer o jogo de vendar os olhos de duas pessoas, fazendo duas equipes e ai eles tinham que adivinhar o que estava sendo colocado na boca, podia ser comida ou objeto, mas combinamos que não seria nada sujo ou algo estragado/amargo. Nos divertimos, bebemos e fomos embora. O Vitor era meio fraco pra bebida e com medo dos pais brigarem com eles por está meio alto, perguntou se podia dormir lá em casa, na qual respondi que não haveria problema nenhum já que meus pais não ligavam de meus amigos dormirem lá. Chegando em casa, tomamos um banho, emprestei um short pra ele e fomos dormir. No outro dia, meus pais já tinham saído pra trabalhar, era umas 10 da manhã, eu com aquele tesão matinal de pica de dura e ele deitado no colchão, com a bundinha virada pra mim dormindo de boa. Eu resolvi ir no banheiro mijar pra ver se amolecia. Eu tinha dormido sem camisa com aqueles pijamas que são bem soltinhos, com tecido mole. Passei por ele e vi que ele já estava acordado, mas tava deitado parado, ele viu minha mala dura, fazendo uma barraca legal, deu um risinho e eu fui no banheiro sem da moral pra ele. É como disse galera, ele não era bonito, nem sentia nada por ele, tesão nem nada. Mijei, fui pra sala, montei mais ou menos a mesa pra lanchar e nesse momento ele já tava saindo do banheiro, nessa hora meu pau nem tava mais duro, tava meia bomba pra mole já. Sentamos na mesa começamos a comer e falar da festa, das meninas, quem tava gostosa, quem comeria, meu pau até chegou da sinal de vida e quando levantei pra guardar as coisas na geladeira, vi que ele deu mais uma vez uma manjada. Como tava com tesão, comecei a pensar em alguma maneira de fazer ele me chupar e foi quando eu lembrei da festa ontem da brincadeira de vendar e por algo na boca do outro. Eu com meu pau meia bomba, perguntei pra ele se ele queria jogar aquele jogo da festa e pra minha surpresa ele topou. Falei pra sentar no chão da sala e fui pegar uma meia daquelas social que estica pra fazer como venda. Ele sentado e eu pé na frente com meu pau na altura do rosto dele me inclinei e tampei os olhos deles e fui na cozinha pegar molho, comida pra fazer a brincadeira... Nisso já comecei patolar bem meu pau pra ficar duro e quando voltei perguntei se ele conseguia ver algo e ele dizia que não, então eu botei meu pau pra fora e cheguei perto do rosto dele e perguntei de novo se ele conseguia ver e novamente ele respondeu não naturalmente, bom como não demonstrou surpresa, acredito que não estava vendo mesmo. Primeiro eu peguei uma colher botei um pouco de mel e falei pra ele abrir a boca, feito isso, perguntei o que era e ele respondeu certo, eu patolava mais um pouco meu pau e peguei uma geleia que tinha lá, acho que era de goiaba, botei um pouco na colher de novo e ele respondeu certo. Ai resolvi pegar um pedaço de pão, ele meio que deu pra trás, tipo no susto, sei lá deve ter pensado que era outra coisa, riu, mastigou e respondeu o que era. Com o polegar enfiei dentro da maionese e levei pra ele, ele chupou um pouquinho e tirou a boca, falei pra relaxar que era meu dedo, pois as colheres já estavam sujas e era mais fácil de limpar, ai ele riu, levei meu dedo de novo, ele chupou e eu até zoei fazendo meu dedo entrar e sai como se ele tivesse pagando o boquete pro meu dedo, aí ele riu e respondeu certo, Aí resolvi arriscar, botei bastante leite condesado na cabeça do meu pau que nessa hora além de duro estava babando e falei que ia ser alguma coisa doce, mandei abrir a boca, puxei bem a pele pra trás deixando só a cabeça exposta e levei meu pau pra boca dele. Bicho, ele deu uma chupada com tudo na cabeça, chegou o dente bater e me incomodar, ai eu tirei, reclamei e falei pra ele tomar cuidado, pois ia machucar meu “dedo”. Não sei se nessa hora ele já tinha sacado que era meu pau, mas nada falou de reclamar, só pediu desculpa e disse que ia tomar mais cuidado, ai levei meu pau de novo pq ainda tava com leite condesado e ele deu umas duas mamadas na cabeça e falou que era leite condesado. Aí abri um potezinho de Danoninho, enfiei meu pau dentro fazendo que ficasse não só a cabeça, mas uma parte do pau lambuzado e levei de novo, ele abriu a boca e chupou tudinho, eu ainda cheguei a fazer um vai e vem na boca dele como se tivesse fudendo, ai ele tirou a boca, respondeu o que era e perguntou no que eu tava colocando pq era grosso pra ser meu polegar, ai pensei na primeira besteira que veio na cabeça e disse que era o cabo de uma dessas colheres de pau. Lógico que não colou, mas ele não falou nada, então peguei leite condesado de novo e passei só que agora até a metade do meu pau e botei pra ele mamar e fiquei fudendo a boca dele enfiando a metade e tirando e ele chupando sem reclamar, ai quando eu puxei meu pau pra trás pra enfiar de novo, ele tirou a boca, disse que tava cansando, porra eu já tava quase gozando, perguntou se tinha mais alguma, ai eu disse que sim, comecei bater mais rápido e quando estava perto de gozar parei, peguei mais um pouco do iogurte e botei pra ele mamar de novo, só que aí foda-se, com uma mão segurei a cabeça dele e puxei pra ele engolir todo, nisso não tinha nem como ele fingir que não sabia que era meu pau, eu enfiava fazendo ele levar umas boladas no queixo e sem avisar enfiei no fundo da garganta e gozei, gemi alto. Tenho certeza que foi umas 4 gofadas direto na garganta e mais algumas na língua e um pouco nos lábios. Aí tirei a venda dele e botei meu pau pra ele limpar com a língua, coisa que fez sem reclamar. Levantei meu pijama e fui no banheiro mijar de novo, ele aproveitou e colocou a roupa dele e falou que tinha que ir embora, agradeceu pela comida, pelo leite rs e partiu.

domingo, 15 de abril de 2018

Pegando o vizinho casado.

To eu aqui de novo. Fiquei um tempo parado com a putaria porque meu bofe tava de licença medica. Mas ele logo voltou pro trabalho e eu já comecei a ativa. Então, meu bofe está em casa desde o começo do mês. Então fiz a linha de dona de casa cuidando dele. Mas o cuzinho piscando pros machos aqui da favela, mas so piscando, porque não tava rolando nada nada. Nem o moreno eu tava podendo ver. Mas a males que vem para o bem. Durante o tempo que meu bofe ficou em casa, ele pediu um carrinho de mão emprestado pra poder mexer em algumas coisas em casa. Só que ele esqueceu de entregar e o o vizinho veio até a porta buscar. Aqui na favela todo mundo se conhece e todo mundo sabe da vida de todo mundo, mas você não fala com todos. Ele sabia da minha vida, que eu era gay, sabia que eu tinha ido morar com o ex namorado da minha mãe e talvez sabia que eu dava minhas escapulidas com os machos da favela. Da mesma forma que eu sabia que ele e a esposa dele não se davam bem, brigavam o tempo todo e que tanto ela como ele botava um par de chifre um no outro. Mas tambem ninguem comenta nada.. Quando bateu na porta meu bofe tava dormindo e eu fui atender. Quando abri a porta dei de cara com meu vizinho, um rapaz de uns 27 anos, negro, cabelinho enroladinho e um sorriso branco. Perguntei o que ele queria e ele me disse que precisava do carrinho de mão que meu bofe pediu emprestado. Falei que tava no quintal e que ia pegar, ele disse que so mostrasse onde estava que ele mesmo pegava. O quintal é nos fundos, então atravessamos o barraco pra ir até lá. Eu na frente e ele atrás. Quando avistei o carrinho mostrei a ele. Só que tava cheio de coisas em cima e ele se dispos a tirar. Passou por mim pela a porta esbarrando em mim e senti um calafrio na hora. Enquanto ele tirava as coisas em cima do carrinho vi que ele tambem tinha um corpo bem malhadinho e era uma delicia e comecei a imaginar como seria a piroca dele. Geral sempre falou que pica de negro é grande e fiquei curiosa. Fiquei ali olhando pra ele e ele olhou do nada e me pegou encarando. Nós dois ficamos sem graça e ele pra desfaçar falou: " Desculpa as brigas entre eu e minha mulher, ela fala muito alto e a favela toda escuta". realmente a mulher dele era uma barraqueira, mas não comentei nada e so disse que era normal brigar, desde que depois o casal se acertasse. Mas ele falou que com ela não tinha mais jeito e que qualquer dia ia sumir no mundo. Eu doida pra dar umas atiradas pra cima dele, mas tava com medo do meu bofe dormindo e dele me dar uma patada. Então enquanto ele ali tentando tirar as coisas do carrinho, eu fui dar uma olhada no meu bofe pra ver se ele tava realmente dormindo e vi que tava sim. Chegava a roncar. Voltei para porta dos fundos e resolvi dar uma de ousada. Falei que muito tempo juntos as vezes atrapalha o casal. Ai mandei a letra pra ver se colava dizendo que o meu bofe tava de licença, que homem dentro de casa só atrapalha, que ainda bem que ele tava voltando pro trabalho no outro dia. Falei que ele trabalhava a noite e isso me dava a liberdade de ficar um tempo sozinha com meus pensamentos. Esperei a a reação dele. Dai ele falou que não adiantava muito, porque a mulher dele trabalhava no shopping, so saia 11 da noite, mas quando ela chegava o inferno vinha com ela. Rimos bastante e saiu puxando o carrinho até o portão. Antes de sair ele me perguntou se eu não tinha medo de ficar sozinha em casa. Respondi que nada, ficava ali bebendo uma cervejinha, no zap e no facebook até o sono chegar. Ele sorriu e foi embora levando o carrinho embora. A noite chegou e eu fiquei ali pensando naquele homem delicioso. O dia amanheceu e continuei pensando naquele homem. No dia seguinte acordei era quase 2 da tarde, fiz as coisa de casa e fui olhar meu facebook e tinha uma solicitação de mensagem e uma mensagem. Abri e vi que era um perfil com foto de um cachorrinho, então fui na mensagem e vi que era do meu vizinho. Na mensagem ele dizia que para adiciona-lo naquele perfil, pois a mulher dele era o diabo, se descobrisse que ele tinha uma vizinho gay no facebook podia matar ele. Como eu já disse em outro contos, encaro tudo pelo lado positivo. Se ele tava me adicionando no perfil escondido dele é que alguma coisa tinha pra sair dali e pra mim era melhor, quanto mais escondido mais certo.. Tambem vi que ele tinha 25 amigos neste perfil. Entre eles, piranhas e 2 travesti. Isso ja me animou. Então respondi: EU: tudo bem e vc ta bem? ELE: tranquilo e seu bofe, volta pro trabalho hoje mesmo? EU: graças a Deus, vai a noite trabalhar, agora vou ter minhas noites sozinha e tranquila de novo. ELE: Não sei como consegue ficar sozinha, deve ser muito ruim e perigoso. EU: na favela não tem perigo e alem do mais eu tomo uma cervejinha e fico levinha. ELE: tomar cerveja sozinho é muito chato. EU: Fazer o que? não tem ninguem pra beber comigo. ELE: Como eu disse, minha mulher chega as 11 da noite, não é muito tempo, mas se quiser a gente pode tomar umas e trocar uma ideia. EU: Nossa, seria bom, pelo menos uma companhia pra animar. ELE: Que horas ele sai? EU: às 6 da tarde Ele: então a gente se fala mais tarde Olhei o relogio e era 4 da tarde, daqui a pouco meu bofe saia. O tempo passou, meu bofe me deu uma esfolada gostosa e se arrumou pra ir pro trabalho. Quando foi 6:15 olhei pra ver se tinha mensagem e tinha. Era o vizinho perguntando se a cerveja ainda tava de pé. Falei que sim e ele falou que ele tava indo la beber comigo. Me produzi toda, como sempre bem piriguete e vi quando o vizinho chegou com 5 cervejas, pediu licença, entrou e sentou no sofá enquanto eu guardava no freezer e abri uma pra gente. Enquanto estava na cozinha guardando a cerveja, imaginei alguns truques pra chamar a atenção do vizinho. A velha abaixada mostrando o rabetão, mas não foi necessário. Quando voltei, ele ja estava todo cheio de ousadia. Ja foi logo dizendo: Seu bofe tem sorte heim. kkkkkk, eu ri e disse que tinha mesmo. Encontrar alguem como eu era dificil. Dai ele respondeu: mas vc não é tão dificil, é? Ja que a sacanagem tinha começado entrei nela e disse: Depende, as vezes sou as vezes não, dependia da pessoa. Ele respondeu: Mas um neguinho desse não é pra jogar fora, é? fala a verdade. Já foi dizendo isso e me puxando, me alisando e esfregando a piroca em mim. Eu nunca tinha recebido uma cantada tão rapida assim. Então fui cedendo e me entreguei completamente. Ele foi tirando a minha roupa e me mordendo e me esfregando contra ele. Quando tirou a caceta pra fora ai tive certeza que eu ia me esbaldar muito aquela noite. Pedi pra tirar uma foto, ele ficou na duvida na hora, mas depois falou que se não mostrasse o corpo inteiro podia tirar. Dai tirei da da piroca mesma. Voltamos em ação e ele era meio violento, me puxava contra ele, me segurava pelos cabelos e botava pra mamar quase me engasgando. Nisso tudo ele ficava dizendo: "Quer ser minha putinha quer? Vai mamar gostoso? mostra esse rabão pra mim. Que coisa linda, deliciosa. Vou te mostrar como comer um cuzinho" Quando ele colocou aquela piroca no meu cuzinho, não quis nem saber se eu ia aguentar, empurrou de vez. Dei uma reclamada da força e ele me disse: "Você não queria piroca, safada, ficou me secando com os olhos quando vim aqui ontem, agora aguenta, vai tomar peru até não aguentar. Vou esfolar este cu. Teu bofe não te da um trato maneiro, mas teu neguinho aqui vai dar." E da-lhe piroca. O neguinho era muito safado, não parava não. Me virava de frente, de costas, de lado. Me botou deitada no sofá com a cabeça pra baixo e fodeu gostoso a minha boca. Depois me levantou, me encostou na parede e mandou ver no meu cuzinho, batendo forte e minha cabeça batendo na parede. Me puxou de novo e me colocou de 4 no sofá e atolou aquela berinjela toda em mim e gozou dando uns urros baixinho. Ficou ali esperando eu gozar e quando gozei cai no sofá e senti aquela tora saindo do meu cuzinho ja todo arrombado. Ele pediu pra tomar banho, vestiu a roupa, olhou no relogio e disse que tinha que ir embora. Falei e a cerveja? ele disse que a gente tomava depois. Abriu a porta e se mandou. O filha da puta so queria me fuder. Que foda gostosa. Mais uma pra coleção.

Meu primo comprou meu cabaço por 10,00R$

Olá estou de volta! Bom creio que não preciso me apresentar, pois vocês já me conhecem do outro conto! Como já havia dito, depois do do meu primo malandrão ter me feito de putinha boqueteira, este outro primo cuja o nome é Paulo, foi pro RJ de bem novo e quando voltou, veio bem diferente e já comecei a olhar com um olhar de putinha pra ele, pois já estava bem assanhado depois de ter minha boca arrombada mas, continuava bem normativo!, ele chegou forte com uma voz grave e um pouco mais alto que eu, eu sempre gostei muito dele mas na irmandade pois ele sempre foi muito protetor comigo quando éramos crianças e lembrava bem disso, mas esse gostar de irmandade desapareceu quando vi aquele homem maravilhoso em minha frente. Quando me viu ficou bem entusiasmado e feliz e disse: -iai rapaz, como cresceu -oi porque demorou tanto pra voltar? - sabe que nem eu sei? -ata, senti tua falta - eu também senti a tua. E continuamos conversando, passando-se os dias o nosso vínculo de amizade vai aumentando, e ele me convida pra ir pra casa da nossa tia e eu vou de boas, então ele me pede uma massagem reclamando-se do cansaço. Eu digo: - ah se tu me pagar eu faço -ok, quer quanto? -10,00 R$ -faz então Aí eu comecei e ele começa a gemer dizendo que a massagem estava maravilhosa, aí logo depois eu paro reclamando também do cansaço. É ai que ele fala: -ah, esses 10 reais foram muito mal gastos, tu não fez nem 5min de massagem mano como pode querer meus 10 reais? Assim eu não pago não!. (Falou em um to. Autoritário). -sim, e tu quer mais oq? E ele sem rodeios diz na minha lata - ah, pelo menos uma chupadinha -cara eu sou homem!, Não gosto de homem não ( eu fazendo o difícil) - cara eu também sou, e sei que tu é isso vai afetar tua masculinidade em que? -.... Cara vou fazer isso mesmo só parque quero que tu me pague -nada mais que justo, agora chupa meu pauzão. Pessoal a rola grande eu constatei que é de família porque a rola dele era muito grande e grossa igual a do meu outro primo. Quando eu botei a boca na rola, dei umas duas chupadas: - vira de costas. -pra quê?. - deixa eu comer teu cuzinho?. Eu não retruquei, dei minha resposta dando as costa como ele havia me pedido porém disse: -cara será se vai entrar? Eu nunca dei. - É grande mas é macio, te acalma e tu sabe que eu jamais iria te machucar. Ele mela a cabeça do pau com cuspe e começa a meter. -aiiiii caralho tira tá me machucando primo, por favor, tá doendo muito Ele foi muito inteligente de ter me posto em uma posição que me deixava totalmente imóvel, eu estava de costas e ele em cima de mim, como sairia? -calma, que agora que eu botei só tiro depois que gozar. E continuou empurrando sem nem respeitar meu buraquinho contraído ele metia meami assim. -tu prometeu que não me machucaria, tá doendo muito tira porfavor. - eu não sabia que era tão fechadinho assim, tá muito gostoso eu não consigo me controlar. E nessa altura a rola já estava toda dentro do meu rabo, ele começou a fazer movimentos um vai e vem bem lento mas, estava doendo muito e assim eu comecei a chorar pedindo pra ele tirar e eu não sei o porquê eu fui chorar ( porque tava doendo muito, lógico) mas, isso fez com que ele ficasse louco e metesse com mais força dizendo: - chora na pica do primo vai viadinho safado eu sei que tá gostandoz tá chorando e de prazer safado, grita vai pra todo mundo saber que tu é viadinho e eu tô te comendo vai, gritaa. Eu estava louco pra que alguém batesse na porta mas pra minha tristeza e depois felicidade ninguém bateu. A dor estava abrindo espaço pro prazer e eu comecei a gostar e rebolar naquele rola imensa, e ele sentiu isso e saiu de cima e deitou e eu fui com tudo em cima dele parecia que eu era um profissional pulava igual uma cadela no cio tremia minha bunda com o pau dele dentro apertava minha bunda e ele ficava louco até que anunciou que ia gozar - deixa eu gozar na tua boca? - não eu quero leite no meu cu porra, tu foi o primeiro e quero que fique tua marca nesse buraco agora. - sim, senhor. E ele da um urra de prazer dizendo que vai ficar indo sempre me visitar pra comer meu cuzinho apertado, só que não mais tão apertado kkkkk. Entretanto ele me enganou pois o filha da puta voltou pro RJ dizendo que havia recebido uma proposta de emprego irrecusável. Então é isso pessoal espero que tenham gostado e se quiserem eu conto mais histórias da minha vida a vocês..

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Voyeur de incesto

Olá, estou aqui para contar à vocês sobre o dia que me tornei um voyeur de um caso nada comum. Bem, meu nome é Henrique e estou com 21 anos agora, para contar essa história, vamos voltar dois anos atrás. Com os meus 19 anos, eu ainda morava com meus pais e meu irmão. Estava juntando dinheiro, procurando emprego e tentando passar no vestibular. Agora irei introduzir os protagonistas desse relato, meu pai Roberto e meu irmão mais novo Junior. Agora algumas características, meu pai tinha 43 anos, estatura média, corpo médio, sem barriga mas sem definição, cabelos castanhos e olhos da mesma cor. Um cara comum. Meu irmão tinha acabado de fazer 18, ele é um pouco alto, fortinho, cabelos pretos, olhos escuros, meio tímido. Um rapaz normal. Tudo normal até agora. Minha madrasta, da qual é quase uma mãe para mim, da aulas de manhã e de tarde chegando em casa 7 ou 8 horas da noite. Era uma terça normal, meu pai não trabalhava neste dia, ele é vigilante, e meu irmão ficava fazendo nada como sempre. Eu iria sair depois do almoço para entregar currículos, então me arrumei como sempre, avisei que iria sair e voltava mais tarde e sai porta fora. Eu já estava quase saindo do condomínio, quando percebi que havia esquecido a pasta com os currículos. Voltei. Estava tranquilo, mas antes de colocar a mão na maçaneta eu escuto risadas. Vou até a janela e observo com cautela, meu irmão sentado no sofá com as pernas esticadas até o colo do meu pai. Meu pai estava sem camisa, meu irmão apenas com uma boxer preta, que estava um pouco apertada nele e que parecia um short, esses de piriguete. Eu olhei melhor, os pés do meu querido irmão estavam massageando o pacote de meu pai, enquanto o mesmo acariciava as pernas de meu irmão. Se estava achando estranho? Com certeza. Estava achando gostoso? Também. Porra, nunca pensei que curtiria incesto. Voltando ao acontecimento, meu pai acabou puxando Junior pelas pernas, o fazendo sentar em seu colo. Eles se encaravam, enquanto meu pai apertava a bunda um pouco grande de seu segundo filho, e o mesmo rebolava devagar. Eu quase gritei quando os dois se beijaram, tipo se beijaram. Não sei como descrever, mas tinha algo mais do que apenas desejo. Eles pararam de se beijar, foi quando meu pai falou um pouco baixo. -Papai vai te ensinar algumas coisas novas. Então meu irmão respondeu. -Me ensine pai, eu quero aprender. Os dois levantaram e seguiram para o quarto do meu pai. Do lado de fora eu não poderia ver nada, então, cautelosamente abri a porta e entrei sem barulho. Eu ouvi a cama ranger, então provavelmente eles já haviam deitado. Por minha sorte, eles deixaram uma fresta na porta, o que me permitiu ver sem que eles me vissem. Encontrei meu irmão deitado e meu pai por cima, os dois se beijavam com aquela mesma intensidade. Não pensei duas vezes, peguei meu celular e comecei a gravar. Um ótimo conteúdo incestuoso real oficial, claro que eu não perderia isso já que havia admitido naquele momento que já gostava. Onde se acha um site de vídeos incestuosos real oficial? Ainda mais de um pai e um filho? Exatamente, não tem. Assim que apertei o botão de gravar, meu pai começou a descer seus beijos até o pescoço e não perdeu tempo para tirar a blusa de meu irmão. Ele desceu e começou a beijar, chupar e morder as pernas e coxas. Junior estava para gritar de prazer, por algum motivo ele estava segurando seus gemidos e isso lhe dava muitas expressões de prazer. -Bebê, pode gemer. Geme bem gostoso, papai quer ouvir você . Meu pai disse e logo voltou ao sei trabalho nas pernas, então meu irmão não se segurou mais. Soltou um gemido alto, porém era bem manhoso que o normal. Foi quando a minha ficha caiu, meu irmão era super sensível e manhoso. Com apenas alguns chupões, sua pele ficava vermelha e ele sentia muito prazer. Em meio a um chupão, meu pai levantou sua cabeça e puxou as pernas do meu irmão, igual fez no sofá, mas dessa vez suas virilhas se encontraram. Eles voltaram a se beijar, mas não durou muito. Meu pai pegou na mão do meu irmão e fez ele levantar da cama e ficar em pé. Ele se sentou de pernas abertas na borda da cama, olhou para seu filho mais novo e falou. -Fica de joelhos filho, chupa o papai. Consegui ver que meu irmão engoliu em seco, mas ele se ajoelhou. Ele olhou o que estava a sua frente, com timidez, retirou o short de meu pai o deixando de boxer vermelha. Ele começou acariciando de leve com as mãos, logo depois começou a lamber por cima do tecido da peça intima, não demorou muito para colocar para fora e começar a masturba-lo. Aos poucos, meu irmão foi se aproximando até que deu um beijo tímido na cabeça do pau dele, logo em seguida abocanhando. Seus movimentos de sucção eram constante, além de que toda vez que colocava todo na boca, meu pai gemia com um urro. O pau de meu pai deveria medir uns 17 centímetros e um pouco grosso. Depois de minutos de um oral, meu pai segurou a cabeça de seu filho mais novo e começou a fode-la devagar e constante. Não demorou muito para ele parar, ele se levantou da cama e terminou de descer a cueca e o short. Ele segurou o rosto de meu irmão, lhe beijou e depois perguntou. -Onde aprendeu a chupar assim bebê? -Eu vi em um pornô pai. -Você nunca transou ninguém? -Não, eu sou virgem. Eu fiquei surpreso nessa parte. -Então o papai vai tirar essa virgindade, você quer? -Quero papai. Quando meu irmão falou papai, o pau do meu pai pulsou. Quanta palavra com a letra p. Meu pai deitou meu irmão de novo, tirou a cueca dele e deitou por cima o beijando novamente. Logo em seguida, virou ele de bruços e sem cerimônia, começou a lamber o cuzinho do meu irmão. Ele parecia que queria entrar ali dentro, pois ele lambia e chupava quase igual um loco. Não demorou para soltar um “que cuzinho delicioso bebê”, enquanto meu irmão só gemia manhosamente. Meu pai esticou e colocou, os dois dedos na boca do meu irmão, o fazendo chupar. Depois de minutos, meu pai se cansou de lamber e chupar o cu do meu irmão. Eu achava. Então ele tira os dedos da boca do meu irmão, e começa a introduzi-lo no cu do mesmo. O gemido dessa vez estava mais alto. -Relaxa bebê, só relaxa. Ele começou a colocar o outro, o que acarretou em outro gemido alto. Depois de algum tempo o fodendo com os dedos, ele se posicionou. Se esticou até a cabeceira para pegar a camisinha, quando meu irmão o impediu e falou. -Papai, sem camisinha. Eu quero sentir você gozar dentro de mim. Por favor?! Meu pai balançou a cabeça e deu um risinho de lado, voltou e beijou ele novamente. Se posicionou e começou a penetrar devagar, dessa vez meu irmão segurou o gemido. Meu pai foi indo devagar, até que entrou tudo e ele foi voltando um pouco e depois entrou de novo. Ele estava indo devagar, até meu irmão soltar o gemido baixo e manhoso de sempre. Depois disso, ele começou a aumentar a velocidade, arrancando gemidos cada vez mais de prazer. Meu pai acabou virando ele de frente, colocou suas pernas em seu ombro e voltou a fode-lo com vontade. Ele fazia movimentos em uma velocidade considerável, enquanto beijava meu irmão com aquele desejo. Até que, meu irmão corta o beijo e pede para cavalgar. Meu pai deu um sorriso e o colocou em seu colo, quase que de imediato. Meu irmão passou a cavalgar de devagar, em um rebolado rítmico. Momentos depois ele estava quase pulando no pau dele, os dois gemiam juntos, até meu irmão gozar primeiro. Foi quando meu pai o colocou de quatro, e fodeu com um pouco de força e rápido até gozar dentro dele. Os dois caíram exaustos. Quando olhei o celular, ele estava com um aviso de memória cheia. Eu apenas bloqueei e sai devagar dali, provavelmente eles iriam sair do quarto. Eu andei no condomínio até uma pequena praça que tem ali no centro, fiquei lá digerindo tudo. Quando deu algum tempo, eu voltei. Quando entrei eles pareciam assustados, acho que pensaram que eu podia ter pegado eles na boca na botija. Eles já estavam banhados e com outra roupa. Eu simplesmente entrei em meu quarto, peguei meus fones e fui rever o vídeo. Depois desse dia, eu fiquei cauteloso e passei a observar quando os dois ficam sozinhos. Em resultado, todas as vezes eles transam. Passei um ano, sendo voyeur do meu pai e do meu irmão. Hoje moro sozinho, mas, eu sei que eles ainda transam. Ainda mais que, os dois ficam sozinhos de segunda a sexta, das 6 da manhã até de noite. Sem falar que meu pai instalou câmeras de seguranças, que salvam os vídeos na nuvem. Meu irmão edita todos, mas eu descobri a senha e salvo antes dele editar. Ele edita, mesmo sabendo que a mãe dele nem sabe que tem câmeras. Enfim, esse foi meu relato. O voyeur do pai e do irmão. PS: Quem souber de um site de incestos, eu agradeço