sexta-feira, 19 de maio de 2017

Me ajuda a limpar.

Era festa e um amigo na chácara de seu pai e tudo aconteceu muito bem, entretanto dava para se notar que ele já estava um pouco bêbado, mas tudo transcorreu bem. No finalzinho da festa, quando todos já iam embora, ele se virou pra mim e pediu: - me ajuda a limpar? - o que? - me ajuda a dar um trato aqui, por favor. Vendo que ele já meio que não se aguentava em pé, porem não abandonava o copo, disse a seus familiares que ficaria para ajuda-lo e depois o levaria em sua casa, então seu pai me disse: - faz companhia a ele, que amanhã a faxineira vem. Então pouco tempo depois estávamos só eu e ele ali. Por mais que eu dissesse qualquer coisa ele não parava de beber e assim ele foi até que apagou. De inicio fiquei puto com aquilo, praticamente o arrastei até o vestiário da piscina e disse a ele que seria melhor ele tomar um banho, mas ele nem me respondia. Vendo seu estado abri a ducha e dizia: - vai, entra embaixo da água que você melhora. E ele nada. Então com muito sacrifício tirei sua camisa e ele ainda meio morto, com ele sentado no chão, comecei a tirar sua bermuda, com o intuito de enfia-lo debaixo da água, porem assim que a tirei, não consegui mais tirar os olhos de seu pau, que era um espetáculo, mole, caído sobre um saco peludo, me fazia imaginar a delicia que seria se estivesse duro. Como ele não reagia a nada, “sem querer” passei a mão sobre seu pau, ele ainda nada e depois de pensar em um plano, disse a ele: - vai Arthur, entra na ducha, se não vou ter de ficar de cueca para não me molhar. Nada, ele se quer me respondia. Já só de cueca, com cuidado arrastei-o para debaixo da ducha, sempre falando com ele para ver alguma reação, eu ia me aproveitando também. Enchi a mão em seu pau e ele nada, aproveitei e resolvi matar minha vontade, já todo respingado de água, me sentei ao seu lado e ao mesmo tempo em que falava com ele, comecei a arregaçar aquele pau delicia, eu já brincava a um tempo e como ele não reagia, fui me ajeitando e entrando embaixo da água, fui aproximando cada vez mais o rosto de seu pau, quando eu estava bem próximo, arregacei a cabeça e coloquei seu pau mole na boca, comecei então a chupar, mas atento a suas reações, conforme o tempo ia se passando, seu pau ia endurecendo mas ele ainda nada e comigo mamando, o cacete ficou uma pedra, dura, linda, grossa e muito gostosa. Já de pau duro também, eu estava me acabando na boquete, quando senti uma mão começar a deslizar por minha bunda, era a primeira reação que Arthur tinha, ainda com seu pau em minha mão, parei de chupar e com o dedo enfiado na lateral da minha cueca, ele também parou. Durante alguns segundos ficamos assim e eu então voltei a chupar aquela delicia de pau, ao mesmo tempo, com o dedo já preparado, ele começou a puxar minha cueca, levantei um pouco o corpo e ele a puxou até as coxas, com a outra mão, terminei seu serviço e me livrei da cueca. Voltei a me concentrar na mamada, quando sua mão começou a explorar meu rego e quando seus dedos chegaram ao meu cuzinho, eu quase tive um troço. Quando senti seu primeiro dedo entrar em meu cu, tive a certeza de que aquele pauzão delicioso também entraria e então para minha surpresa ele diz: - demorou para acontecer né? Eu já estava afim dessa bundinha a muito tempo. Ouvindo aquilo não pensei em mais nada, me coloquei de 4 ao lado dele, abaixei o peito até o chão, arreganhei o cu para ele e disse: - então vem e soca essa delicia de pica em meu rabo. Ele então se ajoelhou atrás de mim, pegou o pau na mão e começou a esfrega-lo em meu rego, parava com a cabeça encostada na portinha, ameaçava enfiar e voltava a esfregar por todo meu rego, não aguentando mais de tesão, pedi a ele: - vai, para de judiar e enfia ele logo em mim, vai, por favor. Senti então um tapa da bunda e ele encostou a cabeça na portinha, enquanto eu sentia aquele pau entrando em meu rabo, me rasgando e me enchendo de alegria, ele dizia: - vai eu quero que você diga putaria, afinal agora você é minha puta e quero que fique pedindo pica. Obediente e sendo mesmo sua putinha eu dizia: - vai meu macho me fode, mete esse pau gostoso em mim. E ele socava cada vez mais forte, me dava tapas na bunda e eu continuava: - isso gostoso, mete forte, soca até esse sacão em meu cuzinho, vai me arromba, me regaça. E ele safado me mandava gemer e me comia deliciosamente. Aquele macho gostoso me comeu um tempão e então quando me viu gozando disse: - ah! A putinha tá gozando né? Tá gostando da rola no cuzinho, então toma. Começou a tira a pica por inteiro da minha bunda e socava tudo dentro novamente do uma só vez, meteu assim um tempo e voltou a dizer: - vai, agora vem aqui que vou gozar nessa sua boca enquanto você pede mais, vem vou matar sua sedinha. Apenas me virei e ainda de 4, abri o bocão para ele. Enquanto ele seu punhetava encostando o pau em minha boca eu dizia: - vai me dá esse leitinho gostoso, vai enche minha boca de porra quente. Um, dois, três e mais vários jatos de porra acertavam em todo meu rosto, porem a maior parte foi dentro da boca e ele esfregando o pau em meu rosto e espalhando a porra por tudo disse: - vai putinha bebe. Safado, engoli tudo e em seguida agarrei seu pau e enquanto chupava desesperadamente disse: - que delicia, adorei essa surra de pau, adorei. Ele então me levantou, me abraçou, apertando aquele pau duro e delicioso contra meu corpo e disse: - também adorei cara e espero que essa trepada seja a primeira de muitas. Tomamos um belo banho relaxante e fomos embora.

Para de frescura!", me disse o filho da empregada

Desde mais novo, fui criado dentro de casa. Era da escola pra casa e de casa pra escola, ou seja, quase não tinha amigos e passava a maior parte do tempo sozinho. Mesmo que fosse chato ficar sem companhia, a vida não era nada demais e só tinha que brincar e estudar pra ocupar o tempo. Ainda assim, esse ócio durou até o dia em que minha mãe contratou uma antiga amiga dela pra trabalhar na nossa casa como doméstica. Nas primeira semanas a gente começou a conversar e ela se mostrou muito simpática, revelando ser ótima pessoa. No mês seguinte, num dos dias em que ela foi trabalhar, chegou com um filho da minha idade e perguntou à minha mãe se tinha problema dele ficar até ela terminar, já que não tinha ninguém com quem pudesse deixá-lo. - Claro que pode! É bom que o Erick faz companhia pro Frederico. Foi assim que eu e Erick nos aproximamos e nos tornamos bons amigos, ao ponto em que já fazíamos tudo praticamente juntos, desde os trabalhos de casa até os banhos de borracha, pedaladas de bicicleta e tudo mais. O principal hábito que desenvolvemos juntos foi o de passar o começo da noite observando as estrelas, deitados na laje que tinha em cima da minha casa. A gente estendia duas toalhas, deitávamos lado a lado e conversávamos sobre qualquer besteira, até pegar no sono. Seguíamos cochilando até um de nós acordar e chamar o outro pra entrar. Isso só era possível porque, como ele e a mãe moravam distante, às vezes acabavam dormindo lá em casa pra não ter que sair no meio da madrugada. Compartilhamos bastante tempo e, cada vez mais, um sentimento crescia dentro de mim. Quanto mais eu tinha a certeza de que estava me apaixonando, mais me sentia inseguro de contar tudo ao Erick, com medo de sua reação e de como nossa amizade poderia acabar sendo afetada por isso. Outra coisa que mexia muito comigo era como eu ficava diferente quando estava perto dele. Normalmente, eu era o mais medroso da dupla, mas sempre era convencido por ele de que não existia perigo. Exemplo disso foi quando sua mãe permitiu que viajasse conosco e fomos até um sítio de uma tia do interior. Lá, o danado inventou de se pendurar num cipó que ficava sobre um riacho, balançando de um lado pro outro no maior estilo Tarzan. - Vem logo, Fred! Para de frescura! Acreditando nele, como sempre, eu esquecia o restante das preocupações e só metia a cara no que quer que fosse, talvez por isso ia me envolvendo mais num clima que imaginava existir entre nós. - Bora pular a fogueira? - Tá maluco, Erick? O pessoal tá todo em volta dela. - E daí? Para de frescura, só vamos! Diferente de mim, ele tinha mais amigos e era criado um pouco mais solto, por isso era tão corajoso e audacioso, e isso me influenciava diretamente. A gente pulou a fogueira e se queimou, mas tudo virou risada só pelo desafio em dupla. Ainda que tudo terminasse em diversão, acabou que, de uma hora pra outra, a mãe dele teve que se mudar da casa onde moravam e foram parar ainda mais longe de onde a gente morava. Assim, ela não voltou a trabalhar lá em casa e eu não voltei a ver mais meu primeiro amor. No nosso último encontro, porém, durante a rápida despedida, eu fiz o que achava certo. - Eu amo você, Erick. - Também gosto de você, meu amigo. Ele estendeu a mão, mas dei-lhe um abraço. Os olhos encheram d'água, mas não chorei, ainda assim ele percebeu. - Para de frescura, Fred! A gente vai ser amigo pra sempre! E aí me abraçou. O momento pareceu durar pra sempre, mas o que durou mesmo foi o tempo em que permanecemos afastados. A vida segue. Muitos anos foram passando e a imagem do filho da empregada cada vez mais se tornou instável nos meus pensamentos. Alguns detalhes sumiram, o contato não aconteceu e a vontade só cresceu, mas mesmo assim não parei minha vida por causa disso. Eu havia terminado o ensino médio, então já eram mais de 8 anos que não tinha qualquer notícia do Erick e da mãe dele. Num dia desses qualquer, estava eu de bobeira no facebook quando, sem mais nem menos, encontro uma mulher que muito me lembrou a mãe do Erick, e ainda por cima com o mesmo sobrenome. Intrigado e tomado pela curiosidade, comecei a vasculhar pelo perfil, só pra acabar confirmando que se tratava de alguém da família deles. Passei pelos álbuns e fiquei em choque ao dar de cara com o meu melhor amigo e primeiro amor de infância, mas agora crescido e bem diferente do que havia conhecido. Erick estava visivelmente maior e com um jeito de homem em formação. Uma bem leve marca de barba no rosto rústico, o corpo moreno e meio rígido, como se já trabalhasse e em algum serviço braçal. Um semblante mal encarado que não existia antes. Por mais que o choque tenha ocorrido na minha mente, mais aflito eu fiquei quando percebi que aquelas fotos eram de 4, 5 anos atrás, ou seja, ainda não estavam perto da realidade, ele devia estar com uns 17, 18 anos, igual a mim. Descendo, comecei a ler os comentários, mas nenhum deles se tratava do Erick. - #CKFAZ18 - tmj ckzãoooo! - É nóis, cria! mt mídia essa galera!! Fui passando pelas imagens e ficando cada vez mais impressionado por seu desenvolvimento, ainda que não representassem o momento atual. Numa das fotos, ele segurava um copão de cerveja, algo que muito criticava quando menor. Estava alegre e cercado por uma porção de pessoas também parecidas com ele, como se fosse uma comemoração ou celebração, num churrasco. A bermuda de algodão da Hollister estava meio caída e deixava o elástico da cueca da Calvin Klein de fora. Sem blusa, ele tinha um peitoral em formação e alguns pêlos descendo pelo umbigo, continuando pelas pernas morenas. Chinelos da adidas no pé e os braços pra cima, fazendo um X junto com o restante da galera e revelando duas axilas peludinhas. Pra completar, ainda tinha um bigodinho de safado nascendo bem escuro no rosto. Apesar de ver aquelas imagens, não encontrei o perfil do Erick no facebook. Uma mistura de calor, temor e saudades bateu forte dentro de mim e preferi não mais ver aquilo durante um tempo, seja lá por quais motivos. Havia vivido bastante tempo sem me remoer e martelar a mente nesse garoto, pra chegar agora e começar a me descontrolar. Outra vez deixei que algumas semanas passassem, mas não me agüentei. Acabei comentando com minha mãe sobre a descoberta que havia feito, aí que o bicho pegou. - Tem certeza que são eles, Fred? - Absoluta. Olha! Mostrei algumas das imagens e ela nem hesitou, ficou toda alegre e sorridente. - Adiciona logo eles, então! Vamos ver se a gente faz uma visita, arma alguma festa, um reencontro. Que tal? - Sério!? - Ué, por que não? Eu já ficava eufórico só de pensar em encontrar novamente com a primeira referência masculina que tive perto de mim, ainda mais agora, com tanto tempo passado. Por outro lado, lembrava de nossa despedida e da forma como não fui compreendido no meu discurso de "eu te amo" e sentia um certo frio na barriga, pensando que talvez não fosse ser bem recebido. Óbvio que adicionei aquela pessoa, mesmo não a conhecendo, e logo fui aceito. Expliquei por mensagens quem eu era e fui reconhecido sem quaisquer problemas. - Caraca, como você tá grande!!! Como se fosse uma armação do destino, antes mesmo deu sugerir um reencontro, a tia do Erick já se antecipou. - Vem no aniversário da minha irmã, ela vai ficar feliz de ver vocês depois de tanto tempo! - Quando é? - Semana que vem, vou passar o endereço!! Mas não conta nada a ela, é surpresa! De uma hora pra outra o encontro foi marcado. No sábado seguinte, iríamos eu e minha mãe encontrar sua antiga amiga e filho. Pra não falar de mim, que ia rever quem tanto queria depois de anos. As pernas só faltavam tremer de nervosismo, mas não ia perder a oportunidade. A cabeça tomada pelos seguintes pensamentos: e quando chegar lá? E quando nos virmos? Será que ele vai lembrar de mim? Fomos de carro, ela dirigindo e eu me controlando pra não dar um grito ou abrir a porta e me jogar pra fora. - Sossega o facho, Frederico! Como você vai falar com o menino assim? - Não me pede pra ficar calmo que eu já te contei essa história. Minha relação com minha mãe sempre foi boa, então ainda durante a adolescência eu optei por sair do armário e foi a melhor coisa que fiz. Mais que isso, decidi contar que eu gostava do Erick assim que ela demonstrou interesse em ir ao evento. E me apoiava que fizesse algo quanto a isso, minha mãe sempre foi maravilhosa. A gente levou um tempo na estrada e acabou atrasando um pouco, mas finalmente chegamos no sítio. Antes mesmo de estacionar o carro, a mãe do Erick e sua irmã já vieram nos receber. Pelo que eu lembrava de ambas na infância, parecia que não havia envelhecido um dia sequer, não fosse por alguns fios brancos de cabelo. - Meu deeeeeeeeeeus! Eu não acredito!! - Não te falei, menina? Eles vieram! Ela veio com as mãos no rosto e chorou de felicidade. O abraço delas durou uns minutos e logo ela parou pra me olhar. - Menino, olha pra você! Agora já tá um homem, Frederico! - Ah, que isso tia Dora! Nos abraçamos apertado e logo ela foi nos levando pra dentro, sem soltar de nossos braços. Era muito gentil e ótima pessoa, eu sabia que suas saudades eram sinceras e que ela estava realmente feliz com a surpresa. Fomos andando em direção às mesas onde estava o restante da família e o meu coração começou a acelerar, doido pra sair pela boca. Os olhos percorreram por todos os lados do ambiente e o tempo pareceu acelerar instantaneamente. Em pouquíssimos segundos, identifiquei alguns tios do Erick, um grupo de pagode mais atrás, dois cachorros correndo no gramado de um lado e algumas garotas dançando funk do outro. O que estava faltando? Exatamente, estavam todos ali, menos o Erick. Tia Dora, a mãe dele, colocou eu e minha mãe sentados numa mesa onde estavam algumas primas e primos que conhecíamos da época em que ela ainda trabalhava na nossa casa. Em seguida entrou pra buscar alguma coisa e sumiu. Por ser uma pessoa simpática, mamãe logo entrosou e engatou uma conversa com elas, enquanto eu permaneci meio que em alerta por qualquer sinal do homem que havia vindo ver. Tia Dora retornou e veio na minha direção, puxando minhas bochechas e sorrindo novamente. - Menino, ainda não consigo acreditar que cê já tá até de barba! Tá que nem o Erick! Aliás, não sei quem tá maior. - É sério, tia? E ele, tá por aqui? Ela fez um movimento com o rosto, como se me indicasse a porta pela qual saiu há poucos minutos. Eu virei e vi uma silhueta enorme saindo das sombras do que parecia ser uma sala, vindo na direção onde estava. O primeiro pé pisou na varanda e recebeu a luz do sol de forma quase que divina. A cor morena brilhou intensa, de forma que nunca havia visto antes. Os negros pêlos da perna foram banhados naqueles fracos feixes luminosos de fim de tarde. O restante do corpo veio rápido e o tempo agora preferiu parar. Eu sabia que aquele homem era o Erick, porque ainda sentia nele alguma coisa que me lembrava a época antiga, talvez fosse o sorrisinho bobo, de moleque, ou então o par de sobrancelhas fortes, que agora mais me intimidavam do que atraiam. O bobo agora era eu, porque a intimidação virou justamente atração. Seu corpo parecia ter completado o processo de desenvolvimento que eu vi nas imagens do facebook da tia dele. Aparentava uns 24 anos de idade, usava uma bermuda dessas molinhas, que parece de jogar bola, visivelmente sem cueca e com um volume de pau balançando sem pudor entre as pernas grossas. Os mesmos pêlos sob o umbigo, porém agora não somente desciam, também subiam por uma fina linha bem no meio do tórax. Um bigode de safado, a barba escura marcada, várias tatuagens pelo corpo e um cordãozão de prata espalhado pelo pescoço e pelo trapézio iminente. Os olhos negros me fitaram e eu me desconcertei todo. Foi aí que veio a pior de todas as sensações: ele simplesmente passou por mim, sem nem falar nada. Continuei olhando pra porta de onde o Erick veio, completamente incrédulo pelo que havia acabado de acontecer. Por um lado fiquei eufórico com a cena de macho que presenciei, mas fui completamente tomado por um sentimento horrível de vergonha e arrependimento. A tia Dora o puxou pelo braço e o fez dar a volta pra falar comigo, o que me deixou ainda pior. - Olha o Frederico aqui, Erick! Ele parou na minha frente, forçou um sorrisinho qualquer e estendeu a mão forte, um relojão num dos pulsos. Suas tatuagens se estendiam, quase que fechando o braço por inteiro. - E aí, Fred? Até a voz estava completamente diferente da que eu conhecia. Queria acabar logo com aquilo, então o cumprimentei e tentei sair, mas o puto apertou firme. - Vocês viviam juntos quando eram pequenos, lembram? Não respondi, ele respondeu. - Ah, é, né!? Bons tempos. Percebi que talvez ele nem se lembrasse e forcei um sorriso. O aperto de mão acabou e alguém chamou tia Dora do lado de dentro. Ela saiu e nos deixou, eu fiquei sem graça e sentei na cadeira que estava mais perto de mim. O Erick me deu uma olhada como se me conhecesse e lembrasse claramente de mim, mas como se nada daquilo ainda realmente importasse. Tirou um maço de cigarros do bolso, acendeu um com o isqueiro e, ainda me olhando, jogou a fumaça no ar. Cada segundo ali só assassinava nossa história e nossos momentos compartilhados, porque contrastava tempestuosamente com tudo que eu conhecia por Erick até então. No passado, ele falava o quanto beber devia ser ruim e como queria que todos os cigarros do mundo fossem destruídos. Afinal de contas, fora essa mistura que levou embora seu pai antes hora. Hoje estava ali na minha frente, um homem, fazendo tudo aquilo que dizia que não ia fazer. Mas por pouco tempo, logo ele foi na direção do pessoal dançando funk e encontrou a própria turma. Fiquei ali onde estava só observando sua nova maneira de se divertir, sem mim. Ele dançava todo solto, sarrava nas garotas, fazia uns passinhos de baile e todo mundo gargalhava. Quando vi que uma das garotas o agarrou e tacou um beijo, desisti de continuar. Peguei algumas latinhas de cerveja e fui dar uma volta pela parte afastada do sítio, longe de toda a barulheira e daquelas pessoas. Encontrei uma espécie de vestiário vazio, com uma escadinha que levava até uma laje de onde podia observar o restante do sítio e onde estava um silêncio salvador. Estendi uma toalha que trouxe na mochila e sentei, observando as estrelas. Ali, completamente sozinho e acompanhado somente dos ruídos da natureza, deixei que a mente se libertasse de todos os fardos e correntes e comecei a chorar. Não era um choro por ter sido idiota, mas sim pela libertação. Por saber que todo o nervosismo foi medíocre e que não ia conseguir nada, o Erick não fazia essa questão. Fiquei ali por mais de uma hora até a noite cair e quase que peguei no sono. Tirei o celular do bolso e mandei mensagem pra minha mãe. - Cadê você? Vamos? Ela demorou uns minutos. - Já fui pra casa, ué. - O QUE? E EU? - Falaram que você ia dormir aí hoje e você até levou roupa. Aí eu voltei kkkkkk - É SÉRIO? VOCÊ AINDA RI? QUEM DISSE ISSO!? Mais alguns minutos. - Teu amigo. E ficou offline. Mandei mais algumas mensagens pra mostrar que estava muito puto, mas ela sequer as recebeu. Comecei a me ajeitar pra sair, foi aí que ouvi alguém subindo pelas escadas. Virei pra trás e o coração saltou. - Qual foi, moleque? Não respondi, só fiquei nervoso e me sentindo idiota outra vez. Por que? Porque estava me permitindo ficar daquele jeito, mesmo sabendo que não ia rolar. Virei de costas pra ele e voltei a guardar as coisas na mochila. Ele veio calmamente até minha direção e passou por trás de mim com aquele corpo largado, parecia que deslizava com os pés descalços de homem sobre o chão cimentado da laje. - Tu se importa deu fumar aqui de cima? - A casa é sua. Terminei de arrumar tudo e fiz que ia sair. - Ah, mas vai que tu não curte o cheiro da erva. Travei o corpo. Outra facada. Álcool, cigarro e agora maconha. Virei preparado pra dar um fim, responder alguma coisa em vez de só fugir e me sentir idiota, mas antes mesmo de falar ele já sabia o que fazer. Sentado de costas pra mim, me interrompeu. - A minha coroa sabe, Fred. Agora o que travou foi minha voz. Não pela tia Dora saber e permitir, mas sim por ele ter me chamado pelo apelido. Virou só o rosto pra trás e sorriu pra mim, com cara de menino que foge de casa pra fumar escondido. Ainda de pé, não sabia mais o que fazer. Ele tava com a mesma bermuda de antes, só que agora usava um boné pra trás que o deixava com jeito de malandro, as pernas abertas no chão, sentado. Agora sem virar, ele só deu outra tragada no baseado e fez um sinal de "vem aqui" com a mão, sem se importar se eu vi ou não. Meu corpo obedeceu, mesmo eu estando puto. Parei de pé ao seu lado e ele me olhou de baixo, com aqueles olhos negros de lobo, tornando a abrir as pernas. - Senta aí, pô. Tomei coragem, respirei fundo e comecei. - Cara, você tem problemas? Ele não respondeu, só me olhou e riu debochado. - É sério! Primeiro tu finge que nem me conhece, agora me chama pra conversar? - Fred! - Fred nada, Erick! Tu virou outra pessoa, eu que não te conheço mais. Eu que devia ter te ignorado. Você não é mais nada do que era naquela época, não faz mais nada daquela época, como a gente vai conversar se parecemos dois estranhos? Ele deu outra tragada e riu ainda mais alto, soltando parte da fumaça. Puto por sua reação, comecei a andar na direção da escada, preparado pra ir embora logo. - Eu tô te chamando pra olhar as estrelas comigo e tu que tá indo embora, seu puto! Parei outra vez. - Tá vendo? E aí, vai falar o que agora? Não tinha o que dizer. Ele realmente estava certo. Outra vez eu voltei ao seu lado, mas agora sentei no chão, um pouco afastado, destinado a conhecer de uma vez por todas aquela nova pessoa que era o Erick. - Vai, cria? Me ofereceu o baseado, mas recusei. - A gente fazia muito isso quando era menorzão, né? - Ah, você lembra? - Claro, moleque! Um puxão no beck, a tragada e o soltar da fumaça. Seus olhos ficaram vermelhos em pouquíssimo tempo e cada vez mais ele se soltava pra ficar à vontade de verdade. Eu certamente estava ficando na brisa, mesmo sem fumar, só por estar exposto à fumaça da maconha e estar ali respirando. Mesmo que ainda houvesse um certo rancor por tudo que tinha acontecido, fui me deixando fluir por aquela onda e por aquele papo. Precisava transformar os sentimentos ruins em algo que pudesse florescer novamente, não importa como ou no quê. Sentados ali, o novo Erick conseguiu nos trazer à antiga vibe que possuíamos quando mais novos. E isso foi uma mistura surreal e incoerente de elementos, porque naquela época tínhamos outras mentalidades, éramos outras pessoas, mas ali ele tava fumando e conversando comigo, contrastando imensamente com todo o resto ao redor, no passado e no presente. Pra tentar explicar sem usar metáforas, é como se eu visse o Erick pintando um novo quadro, porém por cima de um antigo. E detalhe: ele pintava a mesma cena, a mesma imagem, só que de um jeito completamente diferente, com outras cores, novos pincéis e maneiras. Eu tinha medo de como seria o resultado final dessa pintura, mas já tinha deixado ele jogar a primeira mão de tinta, então agora iríamos até o final. Na minha mente, tentava encontrar um sentido pra tudo que ele fazia atualmente. - Você lembra do que falava sobre bebida, cigarro? - Lembro. - E por que hoje você fuma até isso aí? - A vida dá muitas voltas, Fred. - Não dá não, Erick. Isso é desculpa de quem sabe que tá errado e não tem explicação. Por mais que eu fosse taxativo e julgador, ele sempre reagia da melhor maneira, sorria com aquele olhar de ruim e isso me deixava numa gostosa sensação de falso perigo. Me sentia conversando com um cara fantasiado de monstro, não sei explicar. - Pô, Fred.. não dá mesmo pra te passar essa visão. Tu ia ter que viver tudo que eu vivi pra dizer. - E você acha que eu não vivi? - Não sei, tu viveu? A minha vida deu várias voltas, meu parceiro. Se a tua não deu, é porque tu parou em algum ponto. - .. Não sabia o que dizer ou o que pensar. Me sentia perdido, porque nunca havia visto por essa maneira e pra ele isso era possível. Estava ali me dando explicações que nem precisava dar, poderia ter me ignorado e deixado por isso, mas não, ele se abria, ainda por cima enquanto fazíamos algo que já tínhamos o hábito: olhando as estrelas. - O que você quer dizer? - perguntei. - Tu que tem que se perguntar, Fred. Quantas coisas tu já desistiu de fazer por medo? Ele deu uma coçada na mala e distraiu minha atenção. Chapado de leve, demorei um tempo vendo aquilo, mas ele nem se importou, então eu também não. - Eu acho que nenhuma. - Então fuma essa porra aqui. E me deu o baseado. - Qu- - Não, sem conversinha! Só fuma, seu moleque. Desafiado, tomei o beck e puxei a densa fumaça, mas não sabia tragar e comecei a tossir, porque tentei engolir a fumaça. Ele riu à beça e devolvi o cigarro de maconha. - Tu tem que entender o seguinte, Fred: eu falava aqueles bagulhos por causa do meu pai, mas ainda não sabia o que era a vida. Meu coroa viveu como quis, a vida foi dele e ninguém teve nada com isso. A vida de geral é assim. - E hoje.. você sabe, né? O que é viver e tal.. Ainda me recuperava da péssima experiência em tragar, ele deu um puxão e tornou a meter a mão na mala, desviando meu foco. Deu uma pegada tão perfeita que eu vi certinho o piru todo marcado no tecido. - Eu não sei, ninguém sabe. Mas tamo sempre aprendendo, né não? Mais próximos, observava sob a clara luz da lua seu corpo escultural e desenvolvido de forma desgraçada para aquele exato momento. Cada detalhe era uma forte ameaça convidativa a tocá-lo, senti-lo. E o que mais fomentava a situação era justamente o fato de estarmos nos redescobrindo a partir de um hábito antigo. Eu notei a tatuagem escrita "DORALICE" em seu ante-braço e também a pulseira com as cores da África no tornozelo e não pude não querê-lo ainda mais. Em sua pintura, o resultado já estava pronto, o quadro estava feito. Eu podia não entender tudo completamente, mas sabia que já havia superado todas aquelas diferenças, pra não dizer que até experimentei a maconha dele, só pra me adaptar à sua sintonia mais uma vez. Travei quando mirei seus olhos entre a fumaça densa que saía do baseado enquanto ele fumava e também a soltava lentamente pela boca. - Toma. Passou-me o cigarro. - Puxa um pouco de fumaça pra boca e deixa. - Hmm.. - Agora respira fundo pelo nariz e segura. Obedeci e o corpo esquentou imediatamente. - Solta, Fred. Liberei a fumaça e já dei a primeira tonteada, sentindo o ar ao meu redor como se estivesse dividido em camadas. - E aí? - Cacete! - É isso! HAHAAH Ficou rindo da minha onda e eu rindo junto. Ficamos mais um tempo só nos olhando, ele com aquele semblante de ruindade, desconfiança, mas eu sem qualquer medo, sabia que meu amigo nunca esteve tão mais vivo. - Tá olhando o que, seu bosta? E me deu um soco de leve no ombro. - Eu te quebro, garoto! - Tenta a sorte! E lá estávamos como antigamente, se estapeando de verdade, mas na brincadeira. Trocamos uns socos, tapas, até chutes, mas nada sério como sempre. Suados e já ofegantes pelo fato de estarmos fumando, tornamos a sentar na toalha e novamente o encontro de olhares foi inevitável. -Vô ter que te bater de novo, Fred? E levantou pra me bater, mas dessa vez não rolou. Sentamos de costas, um apoiado no outro. - Tô aqui pensando.. tá faltando alguma coisa em você.. Ele riu. - É sério, sem brincadeira! E ri. Ele não respondeu. Esperou um pouco e virou-se pro meu lado. Ficou me olhando de rabo de olho e eu sorri. Ele não resistiu e deu uma risadinha sacana, tornando a mexer no pau. Eu o manjei e aí ele simplesmente tirou um pau mole e cumpridinho pra fora, uma grossura média. Deu duas batidas nos pentelhos que vinham daquele umbigo safado e chegou mais pra perto de mim. - Vem cá, Fred. Meu coração disparou. Eu tava com a boca seca por ter fumado e não esperei aquilo, por mais idiota que fosse reagir. Mas, além disso, estávamos num espaço aberto, ainda que sozinhos. - Aqui? Tá maluco!? Ele botou a mão na minha nuca e foi aí que encontrei a resposta do meu último questionamento. Mais um elemento que conectou nossas diferenças de vida. - Para de frescura, Fred! E me olhou com cara de quem havia sacado a própria referência. Isso foi a chave certeira na fechadura. - Mama esse pau, anda! Foi me forçando lentamente e não resisti, caí de boca naquele pauzão mole, preparado pra descontar tudo que havia acumulado desde sempre. Ali estavam todas as melhores oportunidades das quais precisava: de estar intimamente com Erick, de saciar minhas vontades em relação a ele, de saciar as vontades dele em relação ao sexo, de compartilharmos mais um hábito novo, e por aí vai. Sentia um leve gostinho de mijo, mas nada que me impedisse de continuar da melhor maneira possível. Ele mantinha a mão sobre minha cabeça, com as pernas dobradas pra cima e meio que forçando o quadril na minha cara, me afogando em pica e também em pentelho. - Hmmmm.. desde quando tu tá chupando piroca, ein Fred? De boca cheia, nem respondia. Aquele caralho foi ganhando tamanho e volume, ficando completamente ereto na minha garganta. Ele não era do tipo grossão, era mais cumprido, então entrava fácil, mas também chegava ainda mais fácil ao fundo, dando aquela leve vontade de tossir, só que eu resistia em prol da qualidade da mamada. - Caralho, que delícia! Hmmmm. Em pouco tempo entramos num ritmo deu só ter a boca fodida, o safado do Erick mantendo minha cabeça travada. Ali mesmo, no chão de cimento da laje. Ele chegava a levantar, inclusive, só pra meter o mais lá em cima possível, e eu tentava me equilibrar pra não fazer feio. - Porra, se eu soubesse antes que tu tava um viadinho desse! E deu um tapão no meu rabo, apertando-o em seguida e o suspendendo, como se puxasse pra si. Isso foi me despertando de uma maneira tão intensa que não sei explicar ao certo. Mas, pra tentar, era como se ele me pintasse do jeito dele num outro quadro, à sua maneira. Estava me moldando do jeito que queria. Tirei a pica da boca. - Ia fazer o que? - Ia lá te comer no terraço da tua casa. E me deu um tapinha de leve em cada lado do rosto. Enfiou dois dedos dentro da minha boca e a alargou de leve, deixando-me ajoelhado. Levantou tranquilo e só encaixou o cacete babado no lugar dos dedos, tornado a foder. Ainda de bermuda, com o pau atravessado pela saída da perna. - Isso! Ssssssss E tornava a estocar velozmente, acabando com a minha garganta, mas eu nem tinha tempo de tossir. - SSSSSSSS! Filha da puta! Brincava de me usar, revezando tapas em cada canto do meu rosto, às vezes batendo no próprio pau que marcava minha bochecha, como se escovasse minha boca. Quando cansou dessa zoação, abaixou-se por trás de mim sem interromper o boquetão e alcançou outra vez meu rabo, puxando-o novamente pra si. Removeu minha bermuda junto com a cueca e já foi alisando meu cuzinho, que piscou em resposta a seu toque. Ele lambeu o dedão médio e brincou na portinha, botando só um pouquinho. De nervoso, contraí e relaxei outra vez, perdendo logo o controle das minhas pregas e dando a passagem necessária para que o dedo ganhasse mais espaço. - Isso, viado! Empina aqui, vai! E mama essa porra! Eu só obedecia. Ele entrou todo e ficou me dedando, indo e vindo, forçando as pregas pelos lados. - Esse cuzinho tá limpinho, tu já veio preparado, né? E o pior que não, mas me cuidava. Ele lambeu outra vez os dedos e colocou dois. Brincou mais um instante e logo veio o terceiro. Eu já não agüentava mais, tanto pelo caralho cutucando minha garganta incansavelmente quanto pelo tesão que sentia com o Erick brincando de usar meu cuzinho. - Posso pegar esse rabão emprestado? - Claro! - Pode deixar que não vou devolver escangalhado, tá? A gente riu. Erick nem se preocupou em me apoiar na pilastra que tinha próximo de onde estávamos, ele me colocou ajoelhado ali no chão mesmo, posicionou um pézão de um lado do meu rosto e ajoelhou a outra perna. Abriu minha bunda, botou a cabeça do pau na porta do meu cu e foi entrando. Eu senti cada centímetro atravessar o anel elástico das pregas, que por sinal pegava fogo como se fosse dilacerado, mas numa forma deliciosa de luxúria. Quando ganhou direção, o danado só pôs as mãos na lateral das minhas coxas e foi entrando. - Primeiro eu vou te preparar, moleque. - É uma boa ideia. Deu uma risada e bateu com a virilha na pele da minha bunda. Mexeu o quadril pra um lado, pro outro, ganhou espaço suficiente na primeira atolada e ficou cutucando de leve. Eu sentia cada engrossada que aquela piroca paciente dava, como se a gente se comunicasse sem precisar de falar. - Se prepara, Fred. Foi saindo lentamente e entrou novamente, mas sem ir ao fundo. Repetiu o movimento e foi aumentando o ritmo, eu só tomando tapa na bunda e tentando me empinar ao máximo. Uma hora tirou o pau todo. - Tá sentindo esse vazio? - Tô. - É o oco que eu vou deixar nesse cu, seu viado. Cuspiu na cabeça da vara preta, ficou agachado sobre meu corpo e dessa vez fincou com gosto dentro de mim, chegando fundo no meu interior. Eu dei uma trancada feroz e o corpo automaticamente foi pra frente, mas o safado foi mais esperto e me travou com as mãos nos ombros, trazendo-me de volta pra si. Como eu havia dado um impulso brusco, acabou que me dobrei pra trás, quase que levantando de tanto tesão. Foi aí que o impensável aconteceu. - Vem aqui. Ainda me comendo, ele puxou meu rosto pro lado com as mãos e tacou o línguão pra dentro da minha boca, sugando que nem um bicho cheio de vontade de foder. Largou o quadril rápido em cima de mim e foi vasculhando minha boca de maneira nervosa, só aí comecei a responder aquele beijão intenso do caralho. Nossas línguas se encontraram e pareceram guerrear, ao mesmo tempo que meu cu não parava de trancar em sua vara que entrava e saía de dentro de mim. A gente suava, minhas pernas tremiam, mas nada daquela putaria ter fim. Pra completar, comecei a ficar de pau duro, a ponto de pulsá-lo violento no ar, e isso acabava me fazendo trancar ainda mais o cuzinho em seu cacetão. A conseqüência disso? Ele ficava mais rígido e maior ali dentro, tomando mais espaço. - Isso, prende mais, viado!! Paramos o beijo e ele começou a dar estocadas mais rápidas, como se estivesse perto de gozar. Nossos corpos ficaram separados, unidos apenas por meu rabo e sua piroca e também pelas mãos dele nos meus ombros. - SSSSSSS! - Hmmmm! Isso!!! Ofegar e gemer alto já era impossível de não fazer. O Erick não parava nem na hora de me bater de todos os lados da bunda, deixando cada vez mais marcado o que era seu. - Vou gozar nesse cu, Fred! - Faz o que você achar melhor, CK! Ele deu o mais safado de todos os tapas que já levei no meio da raba e sorriu, mordendo firme a própria boca. - Então vira aqui pra mim, vira! Virou meu rosto e ficou me encarando com o semblante de ruim, os olhos de macho perto do ápice. Foi aí que percebi que meu interior havia se desfeito em prazer e eu comecei a gozar intensamente, outra vez piscando na vara dele e a apertando. Foi aí que ele travou todo, pegou impulso e deu a último estocada, abraçado comigo, os braços passando por baixo do meu peito, quase na barriga. O cu encheu de leite quente, em muita quantidade, me dando uma espécie de calor que foi subindo pela espinha e, ao chegar à cabeça, sumiu com a minha visão e com todos os outros sentidos. Não sei quanto tempo se passou. Acordei com o Erick me chamando. Eu tava deitado de lado sobre a toalha que trouxe, e ele deitado por trás de mim, encaixado comigo. - Cara.. - Qual foi? - Onde a gente tá? - No terraço. - E quando? Ele riu da minha pergunta e me abraçou. - Me belisca, por favor. Deu-me um beslicão firme e eu lhe dei um tapa na mão. - Ai! - Tu que pediu! Senti a piroca amolecendo e escapulindo pra fora do rabo, seguido de parte do leite que ele havia injetado lá no fundo. As pregas estavam calmas, mas ainda pegavam fogo. Ele me deu um beijão e ficamos ali, só nesse clima gostoso. Pegamos no sono e acordamos antes do amanhecer por causa do frio que fazia, aí fomos pra dentro de casa. Sem o menor problema, o Erick fez questão que eu dormisse na cama com ele, mas até dormir outra vez a gente ficou um bom tempo brincando de se tocar, um explorando o corpo do outro, agora com mais calma. Não sei se tia Dora percebeu ou se mais alguém notou, mas passamos o dia seguinte todo enfiados no meio do mato, explorando os lugares e nos explorando ao mesmo tempo. Pulamos outra vez de cipó por cima de um rio, que nem antigamente, e depois nos jogamos. Tomamos banho, brincamos de luta, jogamos bola e, obviamente, transamos uma porrada de vezes entre todas essas coisas. Eu só fui embora no terceiro dia e porque minha mãe veio me buscar. O Erick fez questão de nos levar até à saída do sítio, eu, ele e minha mãe no carro. Na hora de se despedir, um beijo sem vergonha que me deixou sem graça. E ainda falou no meu ouvido. - A vida é permissão, moleque. Piscou o olho e deu tchau pra minha mãe. Saímos dali e ela não resistiu em perguntar sobre todas as coisas que aconteceram, até porque tinha visto o beijo. Mas nem eu ainda havia pensado sobre tudo aquilo, não tinha como respondê-la. Estava imerso em pensamentos e sensações e permaneci assim por um bom tempo.. até convidar o Erick pra ir lá pra casa. __________________________________________________________ Tem o blog e o twitter, tô sempre postando novidades sobre os próximos contos e coletâneas por lá! https://twitter.com/andmarvin_ https://andmarvin.blogspot.com.br/

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Foi uma coceirinha gostosa que me levou ao doutor Fábio

Sou o Leandro, tenho 19 anos e sou um estudante universitário comum, como qualquer outro. Venho contar a vocês uma história meio estranha e que começou de um jeito completamente fora do normal. Apesar da idade, sempre fui dedicado aos estudos e quase não tirava tempo pra me divertir, sair com amigos e coisas do tipo, tava sempre com a cara nos livros e , talvez até por isso, nunca tenha namorado. Sempre me considerei um cara normal, com corpo sem grandes atrativos, mas safado como qualquer outro. Isso durou até o dia que conheci meu atual ficante no tinder, que comecei a usar por insistência das colegas. Apesar de nunca ter me envolvido sexualmente com outra pessoa, o clima foi fluindo e ele sempre se mostrou respeitoso e gente fina, me deixando à vontade pra conversar e falar o que penso. O resultado disso é que nos tornamos parceiros de foda, ou seja, foi ele quem tirou minha virgindade. Estávamos mais ou menos na terceira ou quarta semana desse relacionamento quando percebi que havia algo de diferente em mim, fisicamente falando. Não sei explicar bem como começou, mas sei que foi justamente após ter dado pra ele. Também não sei e nem posso afirmar que foi por causa dele, considerando que eu nunca havia dado antes e que seu pau não era algo absurdo que poderia ter me rasgado. Acontece que, desde então, sentia algo de diferente no cu. Era uma sensação de leve formigamento, quentura, não chegava a ser necessariamente algo ruim, mas me deixou muito preocupado. Eu sabia bem que não podia ser dst, porque só havíamos transado com preservativo e o tempo era curto, mas mesmo assim fiquei intrigado. Pra completar, depois que ia ao banheiro, parecia que só aumentava esse sentimento. Às vezes chegava a parecer uma espécie de vazio ali dentro, e isso começou a fazer o cu piscar. Fui vivendo assim até o dia em que, me raspando no banho, vi um filete de sangue escorrer pela lâmina da gilete, bem na hora em que a passava ao redor do cuzinho. Desesperado e sem sequer cogitar que poderia simplesmente ter me cortado, apenas decidi que precisava urgente de procurar ajuda médica, independente do que se tratava. Não sabia se me sentia mais constrangido ou preocupado, mas sabia que precisava fazer o que julgava ideal. Dispensei o ficante por uns dias sem dar muitas explicações e fui à luta. Liguei pra atendente do plano, procurei o proctologista mais perto possível de casa pra não ter que ir muito longe e agendei uma consulta com um tal Doutor Fábio. Só depois de bater o telefone que fui pensar que poderia ter procurado uma doutora, talvez ficasse menos tímido e mais à vontade. Agora já era. No dia marcado, cheguei no consultório cedo, fiz meu cadastro com uma loira no balcão e ela mandou que eu esperasse para ser atendido. Sentei numa poltrona e novamente veio a gostosa sensação de calor anal. Virei o corpo pra um lado, virei pro outro, mas nada adiantava. Fiquei nesse jogo uns minutos, até que a porta de um dos consultórios abriu e eis que me apareceu um maluco muito do gostoso. Alto, com um tom de pele entre o moreno claro e o branco, meio russinho. Seu corpo não parecia forte, mas sim rígido, duro, de modo que os braços estavam apertados por dentro do jaleco branco. Os ante-braços, porém, ficavam de fora, com as mangas dobradas até os cotovelos. Eram peludos e com veias sinuosas, que se estendiam pelas mãos firmes. O sujeito tinha um cavanhaque marcado na cara, mas o resto da barba já era visível, como se não a fizesse há alguns dias. Ombros largos e cabelo raspado na máquina 1 ou 2, um jeito meio solto, como se fosse de novinho, aparentando uns 30, quase 40 anos, por aí. Vestia calça jeans clara que marcava o belo par de coxas, culminando num volume inegavelmente perceptível de mala que se acumulava naquele pacotão de piroca. - Senhor.. Leandro? Meu transe foi interrompido. Ele desviou o olhar da prancheta e me encarou com aquelas sobrancelhas grossas que lhe davam um olhar de mau, abrindo um sorriso safado e meio amarelado. Meu cu pareceu pegar fogo e eu pisquei nervosamente, tentando não dar a impressão de que não tava me agüentando de tão delicioso que aquele homem de jaleco branco era. Os antebraços meio peludos, braços grossos, uma mala volumosa na calça, eu não sabia o que responder, só caminhei na direção dele enquanto o mesmo sorria, como se visse tudo claramente. Passei pela porta e ele me cumprimentou. - Bom dia, senhor Leandro. - Bom dia, doutor. Entramos, ele fechou a porta e ainda puxou a cadeira pra que eu sentasse. Deu a volta pela mesa, sentou-se e começou a mexer nuns papéis, escrevendo na minha ficha. - E então, senhor Leandro? Cruzou as mãos e tornou a me olhar. Foi aí que comecei a reparar nos detalhes ao redor, desde a sala com cheiro de cigarro, algo que nunca pensei em sentir num consultório médico, até à enorme aliança dourada em seu grosso dedo anelar. - Bom, doutor.. não sei bem como dizer isso. Fui falando pausadamente. A sensação ainda dominando meu rabo, principalmente estando sentado ali, sob o olhar daquele médico de sorriso largo e meio amarelado, um puta de um gostosão do cacete. - É a primeira vez que você procura esse tipo de médico? - É sim. - Pode ficar relaxado, então. Deu um sorriso de canto de boca, a barba ralinha no rosto, e isso foi me deixando mais à vontade ainda, porém com maior sensação ainda no cu. - É que eu comecei a sentir uma coisa de diferente de uns dias pra cá, sabe doutor? - Entendi. Mas diferente como? - Bom, parece um formigamento, às vezes sinto quentura. Ele ouvia e anotava na ficha. - Formigamento e quentura, entendi. E aonde é? Dei uma pausa. Não sabia como dizer. - É no ânus? - perguntou. - Sim. Anotou. - E como começou? - Foi de repente, doutor. - menti. Sabia bem que tudo começou depois de ter transado com meu contatinho, mas não era algo que poderia ou queria dizer assim, por mais que fosse o ponto mais importante. - Certo. Anotou mais algo e abriu a gaveta, pegando duas luvas descartáveis de uma caixinha. - Você se importa se eu der uma olhada, senhor Leandro? Eu vou entender se tiver algum problema, mas preciso alertar que isso dificulta o atendimento. Gelei. Não havia me preparado pra isso, mas não queria ter jogado aquela consulta no lixo. Além do mais, um gostosão pedia pra ver meu cuzinho, não ia negar de jeito nenhum, por mais que estivesse bastante receoso. - Bom.. acho que não tenho escolha, né.. Ele levantou e foi pro lado de uma maca que ficava num canto da sala, mas até a maneira com a qual fez isso foi estranhamente safada. Ao mesmo tempo que o tal Doutor Fábio tinha formação médica, se comportava como uma espécie de mafioso ou marginal que fora colocado ali de última hora e tentava improvisar. O olhar desconfiado, o cheiro de cigarro no consultório, seus movimentos largados e até o jeito educado de falar entregavam. Pra completar, o malão no jeans sempre me encarando. - Encosta aqui, por favor. Me colocou meio que virado pra baixo, de barriga na maca, mas com a cintura pro lado de fora. Vestiu as luvas e me pediu que removesse a calça. Com um pouco de excitação, mas ainda um pouco aflito, fingi hesitar um pouco, mas obedeci, ficando literalmente com o rabo virado na direção do doutor, sentindo só um friozinho correndo do lado de fora e com as roupas arriadas no chão. Após observar um pouco, ele foi examinando com os dedos e tocando quase que de leve a parte interna da minha bunda, cada vez mais próximo do cuzinho. Comecei a suar com a situação, mas logo fui me acostumando com os leves dedos do doutor analisando minhas pregas. De uma hora pra outra, porém, o toque ficou pesado e quente, mesmo pelo elástico da luva, e eu tive que me controlar muito pra não acabar piscando descaradamente. - Olha, está tudo normal, Senhor Leandro. Ao menos por fora. No começo foi menos pior, porque ele só puxava minha pele e parecia observar de longe, mas logo o Doutor Fábio foi se aproximando e tocando mais pertinho das minhas pregas. Eu dei a primeira piscada nervosa, bem intensa, morrendo de vergonha, já esperando qualquer reação inusitada por parte dele ou aquelas velhas desculpas médicas de "acontece, não se preocupe". - Não vejo nada de anormal, seu Leandro. Não sabia se ele falava pra não me constranger ou se era real, mas de qualquer forma, suas mãos e dedos ainda circulavam minha pele e carne. Ele pegou uma espécie de lanterninha e chegou mais perto, analisando bem próximo. Pra finalizar o visual de cafajeste disfarçado, ainda colocou um óculos que lhe deu ainda mais um ar de vagabundo gostoso. Foi aí que senti uma mudança completa no clima dentro do consultório, apesar da temperatura estar a mesma. O jeito rápido e meio brusco que o doutor usou pra abrir minha bunda, ou talvez a maneira com a qual ele o fez com apenas uma das mãos para expor minha raba inteira. Algo mudou. Tinha alguma coisa aí. - Vou fazer um rápido teste e o senhor me avisa se sentir algo, tudo bem? Pensei rápido e engoli a seco. - Tudo bem, doutor. O safado colocou o indicador na portinha do meu cu empapado com pomada e foi deslizando pra dentro, mas com lentidão, parando logo no começo, assim que a primeira parte do dedo passou pelo anel elástico. - Hmmm. - Tá doendo? Caralho, ele me ouviu gemer! - Não. Menti. - Vou continuar, ok? - Ok. Voltou a forçar e atolou o dedo quase todo lá dentro, me fazendo piscar ferozmente de tesão. - HMMM! Mordi a boca pra tentar não gemer, mas a sensação era surreal, ainda mais pela situação. Se aquele médico safado fosse hétero viciado em cu, não saberia imaginar como ele fazia pra manter o controle, cara a cara com tantos rabos de pacientes ingênuos que entram naquele consultório sem entender que poderia ser uma espécie de abatedouro de novinhos. - Doeu? Antes mesmo deu respondeu, ele terminou de atolar o dedo empapado, dando um giro por dentro do meu cu, me fazendo piscar várias vezes seguidas, só imaginando que quem me dedava era um homem de jaleco, maludo e gostoso pra cacete. - O que é isso, Doutor? Fiz a pergunta com o pensamento de que ia dar pra ele ali mesmo, mas não era bem o que havia imaginado. - Tô passando uma pomada que você vai usar durante uma semana, ok? - Entendi. Por mais que aquele fosse seu protocolo, não tinha como não estar doido pra foder. Sentir seu dedo entrando e saindo então, não tinha explicações. Jamais imaginaria que o plano de saúde cobria tomar dedada de macho gostoso assim. Doutor Fábio podia não ser o safadão que imaginei, mas no fim das contas isso não significava absolutamente nada, porque eu levei dedada dele e era isso que realmente importava. - Como faço, doutor? - Aplica ela antes de dormir e depois de acordar, mas sempre após o banho. Ela vai fazer efeito anestésico pela noite e também de dia. - Antes de dormir e depois de acordar? Certo. - Isso. Em cinco dias o senhor pode voltar aqui e aí vemos se melhorou o desconforto, tudo bem? - Tudo bem. Até então, eu ainda tava na mesmíssima posição e o Doutor Fábio só falando e com uma das mãos paradas em cima do meu cóccix. Depois da explicação, sentou-se em sua cadeira, anotou rapidamente algumas coisas e, antes deu vestir minhas calças, o pilantra deu uma olhada CHEIA no meu rabo exposto, rindo em seguida. Outra vez eu fiquei sem graça, mas logo lembrei que o cara era coloproctologista, ou seja, aquilo era possivelmente um costume. Se fosse pra rolar algo, com certeza teria acontecido durante a consulta, até porque eu fiquei com o cuzinho virado de cara pra ele. Mais que isso, deixei que o puto me dedasse pra analisar o que eu tinha e ainda passar pomadinha no meu traseiro. Tudo bem. Saí dali e fui direto na farmácia, depois fui pra casa. Conforme os dias se passaram, a sensação de desconforto parou. Como disse, comprei a pomada na farmácia e já apliquei no primeiro dia, tendo uma melhora efetiva no dia seguinte. Sentir-me normal foi tão bom que no terceiro dia já havia esquecido da consulta, mas ainda tinha o safado do Doutor Fábio na cabeça. Me segurei muito, mas não consegui não chamar o contatinho lá pra casa pra foder, mesmo ciente de que ainda precisava aplicar a pomada receitada pelo médico e que ainda tinha outra consulta mais à frente. Sendo assim, fodemos à beça. Pra completar, no meio da meteção, a minha mente escorregou inevitavelmente ao dia da consulta. - Relaxa esse cu pra mim, vai! Meu boy tava por baixo e eu quicando nele. Os pensamentos giravam na cabeça enquanto eu olhava pra cima, só sentindo a vara entrando e saindo de mim, conforme dava leves quicadas em seu colo. Quando tornei a encará-lo, seu rosto havia mudado: aquele que eu via era o mesmo doutor que me dedou dias antes. - Relaxa pra mim, vai. - Tô tentando! O cu só fazia trancar, talvez pela lembrança do dedo do Fábio dentro de mim. - Se você ficar prendendo eu vou acabar gozando, Leo! Não teve jeito. O caralho engrossou e encheu a camisinha de leite. Atencioso como sempre, ele ainda tocou uma punheta pra eu poder gozar, só depois foi embora. Dormi como um anjo naquela noite, parecia até que havia dado o rabo pro próprio Doutor Fábio, mas nada era mesmo real. No dia seguinte à essa foda, sentei no vaso pela manhã e notei que a mesma sensação de desconforto havia voltado. Tomei banho, passei a pomada e ela aliviou um pouco o formigamento, mas ainda sentia a leve quentura assolando o cuzinho. Permaneci assim nos outros dias que se seguiram, mesmo aplicando a pomada, e logo retornei à consulta com o Doutor Fábio. Na sala de espera, a perna já balançava de nervoso, só em saber que em poucos minutos seria outra vez avaliado pelo médico parrudo e gostoso que me atendeu antes. Como sempre, estava perdido em pensamentos quando ele apareceu na porta do consultório e chamou pelo meu nome. - Senhor Leandro? Levantei animado e apertei sua mão grossa e firme na porta. Assim que entrei, novamente o cheiro de cigarro de leve dentro da sala. O safado estava vestido de forma parecida com a anterior, com exceção do jeans que agora era escuro, mas ainda assim justo ao corpo e evidenciando ainda mais aquela senhora caralha que eu tanto venerava na minha mente. Diferente da primeira consulta, essa foi pela tarde, e talvez por isso desse pra ver a marca de suor nas axilas do Doutor Fábio. Pensava que de repente ele tivesse ido na rua comer, por isso suou e acabou marcando o tecido da blusa social dobrada nos cotovelos. O jaleco pendurado no canto da sala. Puxou minha cadeira educadamente, com aquele sorriso meio amarelado e cínico, e esperou que eu sentasse. - E então, Senhor Leandro? - Então, Doutor Fábio.. Comecei. - O senhor veio na semana passada e eu receitei uma pomada. Funcionou? - Mais ou menos, Doutor. Ela é muito boa, mas não passou tudo que eu tava sentindo. - Entendi. Educado como sempre, ele falava e anotava na minha ficha. - O senhor seguiu corretamente a aplicação? - Fiz tudo certinho, conforme o senhor falou. Antes de dormir e depois de acordar, .. - Sempre depois do banho. - me completou. - Isso. - E não adiantou? - Não, Doutor. Ele deu uma bufada, cruzou as mãos e me olhou, tirando o óculos e dando um sorrisinho de canto de boca. - Vou precisar olhar outra vez, se o senhor não se importar. - Sem problemas, Doutor. E lá fui eu todo animado tirando a roupa, ficando com o rabo de fora sobre a maca, deixando que um gostoso daqueles ficasse de cara pro meu cu e o analisasse, detalhe por detalhe. Eu imaginava a cena de um hétero inocente mexendo em mim e não podia me sentir mais animado ainda, talvez até desejado, ainda que falsamente. O que me tirou dos pensamentos safados foi ver que, antes de vir me consultar, o Doutor Fábio saiu rapidamente do consultório e, ao retornar, trancou a porta. Aproximou-se de mim e, sem encostar, foi observando qualquer anormalidade no meu rabo. A surpresa máxima veio quando seu dedo tocou minha bunda e a afastou, da mesma forma que fez na vez anterior, usando apenas uma mão. A diferença, porém, estava no fato de que aquele era seu toque, e não o da luva. O Doutor estava me analisando sem jaleco e sem luvas, tocando e mexendo no meu cu com as próprias mãos. - Como tá? - Até agora nada, Doutor. Lentamente sua mão deslizou pela carne da minha bunda e, sem mais nem menos, a ponta de um de seus dedos começou a cutucar a portinha do meu cu, interagindo com minhas pregas. Alguns segundos e novamente o contato, mas agora aparentemente com pomada. Como eu não fiz nada, o safado foi entrando com total permissão, como se já fosse experiente naquilo, chegando no fundo do meu anel de pele e dando aquele conhecido girozinho, que me fez piscar afoito de nervoso em seu dedo. A sensação foi tão gostosa que nem tive como não ficar sem graça diante daquilo. - Desculpa, Doutor. - Relaxa, é normal. Permaneci um pouco tranquilo e ele continuou com o dedo enfiado dentro de mim, mas sem movimentos. - Tá sentindo alguma dor? - Não. - Tudo bem, vou continuar o teste então. - Ok. Ele ficou cutucando um pouquinho, tirou o dedo e tornou a brincar de alargar a porta do cu, agora com dois. Em poucos segundos nessa safadeza, foi enfiando ambos lá dentro e, dando passagem, meu cu dilatou ainda mais de tanto tesão. - Hmmmmmmmm!! - Tá doendo? - Não é bem dor, sabe Doutor? Intrigado, ele continuou encarando meu rabo e mexendo os dedos pra alargá-lo. Sem mais nem menos, deu uma risadinha e me deixou curioso. - O que foi? - O senhor andou colocando alguma coisa aqui dentro? Aquela pergunta me deixou mega envergonhado, por mais que estivesse levando dedada daquele macho safado. Por conta disso, preferi mentir. - Não, Doutor!! - Não precisa ter vergonha. Pode falar a verdade. E riu outra vez. Meio constrangido, comecei a pensar que deveria sair dali, mas não tive tempo suficiente pra isso. - Esse cu já levou piroca, né? - Q-que!? - Tu andou enfiando alguma coisa nesse cuzinho e eu aposto que foi um piru. Não sabia o que pensar ou fazer. Por mais que aquele fosse o jeito safado de falar do Fábio, não sabia se ia rolar ou não. Comecei a pensar que deveria falar mesmo a verdade e ralar peito daquele consultório, antes que mais coisas pudessem acontecer. - Bom, Doutor Fábio, vou falar a verdade. Eu comecei a sentir esse desconforto depois que dei pra um amigo pela primeira vez. Ele riu, tirou os dedos e falou. - Eu sabia. E como que ele te comeu? - De quatro. - Mas foi gostosinho? Não estava mais agüentando aquelas perguntas e nem sabia como elas poderiam me ajudar. - Como assim, Doutor? - Ele te comeu gostosinho? Tu gemeu enquanto quicava na rola dele? E antes que eu respondesse, veio o terceiro dedo acompanhando os outros dois pra dentro de mim, me dando a largura ideal pra uma foda safada e gostosa. - Como isso ajuda, Doutor? - perguntei. - Eu acho que quem te comeu não preparou teu cu antes, senhor Leandro. E foi aí que me acostumei com aquele volume de dedos dentro de mim, não sentindo mais quentura alguma no cu. A gente ficou um tempinho nessa posição e logo ele tirou tudo, me dando uma sensação de vazio outra vez. - Calma aí que vou buscar o instrumento ideal pra esses casos. - Certo. Esperei alguns minutos e, em silêncio, senti algo quente e roliço entrando pelo cu. - Relaxa que vai dar certo. - Ok, Doutor. Sem olhar pra trás, me segurei nas laterais da maca e senti aquele instrumento quente e grosso ganhando espaço devagar no meu interior. - O que é isso, Doutor? - Calma que eu já te explico. Quanto mais entrava, mais aquele objeto dava uma parada pra eu me acostumar e logo seguia rumo ao interior do olhinho do meu cu. Eu, por minha vez, ia piscando lentamente pra poder abrigar mais e mais do tal instrumento, mas ainda sem saber do que se tratava. Foi aí que, depois de muito escorregar pra dentro, senti algo morno encostando na minha bunda e por cima das minhas costas, mas ainda não havia olhado pra trás. Fiquei desse jeito por alguns minutos, só me acostumando, até que percebi que estava completamente preenchido, sem qualquer espaço pra desconforto ou queimação, por mais que o rabo estivesse sendo alargado por aquilo. - Tá passando? - Acho que sim. - Vou fazer outro teste então e aí você me diz se melhorou, ok? - Certo. Seja lá o que estivesse dentro de mim, começou a mexer devagar pra dentro e pra fora. Depois em movimentos circulares e lentos, dando uma certa completude ao meu cu. - Tá passando. Depois de muito esperar, olhei pra trás e quase desmaiei ao perceber o Doutor Fábio montado em cima de mim, ainda de roupa, mas com o caralho todo enfiado dentro do meu cu. - Doutor!? - Passou o desconforto? Antes de eu responder, o puto pôs as mãos em cima das minhas na beira da maca e arrastou todo o peso do seu corpo pra cima, entrando ainda mais com a vara grossa pra dentro de mim. - SSSSSSSSSSSSS! Foi a única coisa que consegui responder. De lado, era como se só seu quadril se movesse, carregando e descarregando contra meu traseiro. Só depois que vi que estava sendo comigo pelo médico que o cu voltou a pegar fogo. Pra completar, o pilantra chegou por trás do meu ouvido e começou a falar baixinho, conforme ia acelerando os movimentos. - Tá passando, tá? - Ai, tá! Como você adivinhou? - Eu sabia! Desde quando tu entrou nesse consultório eu desconfiei que teu problema era cuzinho vazio. - E é assim que cura, Doutor? - Só com muita pica pra encher ele de leite. Dito isso, começou a me empurrar piru sem dó, nem aí pro barulho que a maca fazia batendo contra a parede do consultório. Eu gemia baixinho, sentindo a vara grossa tomando meu interior e a respiração do safado atrás da minha orelha, que vira e mexe ele mordia. Parou só pra desabotoar os botões da blusa social e revelar aquele tórax rígido e levemente peludo, de homem feito, maduro e depravado. Encostou os mamilos nas minhas costas e tornou a bombar, praticamente deitado sobre mim, todo curvado, mexendo insistentemente o quadril contra minha bunda. - SSSSSS! Caralho, seu safado! - Vai falar que tu não gosta? Com a mão no meu cóccix, o puto me dobrou pra trás e me deixou cara a cara consigo. Ele queria ver as expressões que eu fazia enquanto agüentava as dimensões daquela rola ereta dentro do meu próprio cu, mas na verdade quem ficava mais extasiado era eu ao observar seu rosto suado e barbudo, de macho rústico, o olhar fixo em mim e mordendo a própria boca pela intensidade daquela sacanagem toda. - Eu gosto pra caralho, Doutor! - Não, tu gosta é de caralho mesmo! O problema desse cuzinho é que ele se acostuma rápido com uma pica e depois não sabe ficar mais sem. Eu sentia uma completa luxúria ao ouvir isso tudo. Quando virava pra frente e via as mãos grossas prendendo as minhas, era o auge. Pra dar o tom, ainda tinha a visão completa daqueles ante-braços veiudos e com pelos em cima, com a aliança dourada refletindo vivamente no dedão anelar. Parecia que eu tinha adivinhado, o puto enfiou esse mesmo dedo na minha boca enquanto fodíamos. Ficamos nessa brincadeira uns cinco minutos e logo ele me colocou de franguinho. Mesmo sendo a primeira vez, estava adorando ser conduzido e dominado pelo Doutor Fábio em seu próprio consultório. Em cima da mesa dele, algumas fotos com a esposa, filhas e na maca ao lado eu sendo currado por ele. Pro meu susto, alguém tentou abrir a porta, mas foi barrado pela tranca. - Quem é? - Sou eu, Doutor Fábio. É que tem paciente esperando aqui fora. - Já vou liberar, dois minutos! Por conta disso, tentei sair pra poder me arrumar, até porque foi a primeira vez que tive uma aventura assim, num local como esse, mas o safado segurou minhas pernas e impediu que eu o fizesse. - Calma, calma! Tu não tá gostando? Não tá te fazendo bem? - Sim, mas é o seu consultório. - Então, só confia em mim! Obedeci. O cafajeste tinha um tom de voz baixo e meio arrastado, lhe dando um ar ainda maior de safadeza. Pelo visto estava acostumado a comer seus pacientes no consultório, bem da forma como imaginei que fosse desde o começo. Eu sabia bem que havia algo de anormal em todo aquele contexto, talvez por isso não tivesse tirado aquele homem gostoso da cabeça nem enquanto estava fodendo com o contatinho. E mesmo que tivesse dito que me liberaria em dois minutos, ele não parecia estar nem aí pra nada. Foi tirando a calça só agora e ficou mais à vontade, dobrando a perna sobre a maca na qual transávamos. Isso lhe deu mais segurança e equilíbrio pra socar fundo, enquanto ficava de frente pra mim e continuava me encarando fixamente, mordendo a boca e enfiando os dedos na minha. - Essa pomadinha que eu vou aplicar é pra tu deixar um bom tempo aí dentro, ok? - Com certeza, Doutor! Segurou minhas coxas por de baixo, suspendeu meu corpo e ficou livre pra foder na maior velocidade. Como se fosse possível, senti sua piroca inchando ainda mais no meu cu, alargando o que faltava das minhas pregas e tomando um espaço que eu ainda nem sabia que tinha. Trouxe meu corpo todo pra si e, num espasmo físico maravilhoso sobre mim, largou foi leite lá dentro. - Hmmmmmmmm!! Caralho!! - SSSSSSSSSS! Depois de gozar vários jatos quentinhos de leite de homem, o safado ainda meteu mais um pouco e foi empapando toda a porra. - Calma aí que tem mais. Saiu de dentro de mim, pegou uma espécie de tampa descartável na gaveta e colocou na porta melada do meu cu, fazendo um tipo de tampão que selou seu leite em meu interior. - Agora vamos dar uma batidinha. Sem mais nem menos, começou a me masturbar enquanto lambia meus mamilos, ao mesmo tempo em que sentia sua porra quente escorrendo pelas minhas entranhas. - Assim eu também vou gozar, Doutor! Cheguei ao orgasmo e pareci explodir de tesão, sujando as mãos dele com o meu esperma. Ele limpou tudo numa piazinha, se vestiu e sentou-se na própria mesa. - Você vai ficar com esse tampão até amanhã. - Não posso tirar nem pra dormir? - Não! Seu cu foi feito pra ficar lotado de leite, se não o desconforto vai voltar. - Tem certeza, Doutor? - Bom, se você tirar, o desconforto vai voltar e aí você vai ter que voltar aqui outra vez. E deu uma risadinha. Comecei a me vestir, obedecendo à ordem de não remover a tampa, e me assustei quando o vi anotar algumas coisas na minha ficha. - O Doutor não vai anotar isso tudo, né? Ele riu. - Relaxa. Nos despedimos como se nada tivesse acontecido, ambos ainda suados, e saí do consultório. Do lado de fora, tive certeza absoluta que o outro paciente que o esperava era viado, só pelo jeito de sentar e de me olhar, como se soubesse o que eu aprontava do lado de dentro. Voltei pra casa e obedeci todas as ordens impostas pelo Doutor Fábio. Pra minha surpresa, a sensação anormal não apareceu por vários dias seguidos e isso me impressionou. Não comentei nada com meu contatinho, mas ele com certeza deve ter percebido que dei pra alguém mais pirocudo que ele, uma vez que o cu deu uma leve alargada. Dormi várias noites feito um anjo, até o dia em que novamente o desconforto apareceu. Eram umas 18h da noite quando eu tive a ideia de mandar mensagem diretamente pro whatsapp do Doutor Fábio, que foi o que fiz. - Doutor, desculpa ser chato, mas estou com problemas novamente. Posso ir ao consultório amanhã? Após alguns minutos, a resposta. - Não. Fiquei sem graça, mas logo veio outra. - Mas pode vir aqui em casa se quiser, não tem problemas, eu também atendo aqui. Sem mais nem menos, troquei de roupa e me dirigi à residência do Doutor Fábio, que ficava há uns 20 minutos de onde eu morava. Nervoso e cheio de medo, não imaginei que o safado fizesse tal convite aos pacientes, ainda mais sendo casado e com filhas. A surpresa maior foi chegar lá e ver que estavam todos à mesa do jantar. Essa cena me deu a certeza de que fiz a coisa errada ao ir lá, mas o próprio Fábio veio me receber e me acalmou quanto a isso. - Fica tranqüilo. Minha esposa sabe que tudo que nós temos foi graças à essa profissão, então ela entende e respeita. - Então ela não sabe, né? - Claro que não, nem precisa saber. Vem! Nós passamos direto ao seu escritório e, conforme ele mesmo descreveu, ninguém parece ter desconfiado. Como era de se esperar, o puto trancou a porta e logo se posicionou sobre mim, mandando novamente caralho pra dentro do meu cu. Me sentia como num sonho erótico, dando pra um médico casado debaixo da própria casa dele, com a esposa num outro cômodo. Até mesmo os sustos estavam virando usuais, porque uma das filhas bateu na porta do escritório e nos interrompeu. - Deixei o notebook aí? - Deixou, calma aí que vou levar. Ele só fechou o jaleco, pra não mostrar que estava sem blusa, e subiu a calça com a piroca dura e toda melada do meu cu. Pegou o computador da garota e a entregou pela porta, voltando normalmente pra cima de mim. Não demoramos mais de dez minutos na meteção, por mais gostosa que estivesse. Voltei pra casa com outro tampão e o cu lotado de porra. Dormi como um anjo que nem da outra vez. __________________________________________________________ Saudades? Este é apenas um continho, não o levem a sério. Quer conversar? andmarvin@yahoo.com Mais novidades no twitter! https://twitter.com/andmarvin_

Titio bêbado e gostoso

Era a festa de casamento de uma prima, num determinado ponto, todos vimos que meu tio Marcos estava bastante bêbado, resolvi leva-lo para casa. Avisei meus pais e o levei, no caminho minha mãe me ligou para saber como ele estava, disse que ele estava bem mal, então ela me intimou a passar a noite com ele e para leva-lo no outro dia para almoçar conosco. Foi um trabalho rebocar aquele homem até o apartamento. Meu tio Marcos é caçula entre os irmãos de minha mãe, eu com 19 anos e ele com 33, ele 1,80m de altura e eu 1,65m, ele em seus 90 quilos e eu 60, ele moreno de sol e eu branquinho. Achei que ele já havia dado trabalho? Foi um sacrifício leva-lo ao banheiro, então comecei a ser compensado, tirando sua roupa, camisa, sapatos meias, calça, mas quando comecei a puxar a cueca daquele corpão esticado no chão, meu coração acelerou, quanto mais eu via aquele cacetão divino aparecendo mais pensamentos de putaria surgiam em minha cabeça. Nesse momento ele começou a falar, com a voz característica de bêbado, ele ficava dizendo que eu era o cara, que só parceiros faziam o que eu estava fazendo e coisas do tipo, focado só em seu delicioso pau mole, eu abri o chuveiro e comecei a puxa-lo para baixo da água, então ele disse: - tira essa roupa se não vai molhar ela toda seu tonto. Vi que ele afinal tinha razão e enquanto eu tirava os sapatos, ele meio que se arrastando entrou no box e se sentou no chão, encostado na parede, mas debaixo da água, eu não precisava mais tirar minha roupa, mas decidi ficar só de cuecas assim mesmo, peguei a bucha e me abaixei ao seu lado, comecei passando em um ombro, indo para o peito, mas ele parecia dormir, desci a mão pela barriga, como se estivesse ensaboando e fui me aproximando de seu pau, passei então a bucha delicadamente sobre o cacete, mas ele ainda não demonstrava reação, passei ele com mais força e nada, soltei a bucha no chão e criando coragem peguei seu pau na mão, nenhuma reação, regacei uma, duas e muitas outras veze, brinquei com as bolas, mas ambos nada. Então coloquei shampoo em sua cabeça e te banho de verdade, o arrastei para fora do box, o enxuguei e o levei para o quarto, o coloquei na cama, cobri, peguei em seu armário um short e voltei ao banheiro vesti-lo, separei minha roupa. Quando voltei ao quarto Marcos estava descoberto, deitado de barriga para cima e com as pernas escancaradas. Achando que ele dormia, não quis incomodar, mas não consegui tirar os olhas do seu pau, então seu cacete deu uma pulsada e se mexeu, olhei para meu tio e ele se mantinha imóvel, olhei e novo para seu pau que se mexeu mais uma vez, sentei-me nos pés da cama box entre suas pernas, dali eu via seu belo cacete mole se mexer e seu rosto. Seu pau continuava se mexendo, mas Marcos parecia dormir, estiquei o braço e com a mão toquei em seu saco, acariciei, peguei em seu pau mole, que imediatamente pulsou em minha mão e me deu a sensação de estar crescendo e com um puta tesão, deitei meu corpo por entre suas pernas e aproximei meu rosto daquele pau delicia, quanto mais eu regaçava e apertava, mais seu pau crescia até que estava uma pedra, então senti uma mão em minha cabeça, depois a outra e ambas me puxavam em direção ao pau, olhei e meu tio ainda parecia dormir, então deixei as mão me levarem onde elas e eu queiramos. Quando meus lábios tocaram aquela cabeçona dura, fechei os olhos como quem estava em um sonho, abri a boca e comecei a chupar aquele pau delicioso. Quando mais eu mamava mais ele pulsava em minha boca, enquanto eu me esbaldava no pau e no saco do meu tio, pensava em como faria para que ele me comesse, então comecei a subir na cama e foi me colocando deitado de bundinha ao seu lado, quando cheguei onde queira, ele virou seu corpo, senti seu cacete duro entrar por entre minhas pernas e apertar meu saco, coloquei a mão direita nas costas, segurei seu pau e encostei a cabeça na portinha do meu cuzinho, quando Marcos começou a forçar, soltei de seu pau e comecei a levantar a perna para o alto, até escancarar ao máximo meu cu para ele. Então a cabeçona do seu pau passou pela portinha do meu rabo, abrindo caminho para todo seu cacetão entrar, até encostar o saco em mim, entrando e saindo cada vez mais rápido com seu pau em meu cu, meu tio começou a me comer divinamente, eu me punhetava deliciosamente enquanto ouvias os estalos do seu corpo em mim e sentia sua vara ne arrombado, metemos assim até que ele já bem acordado, me virou de bruços, separou minhas nádegas com a mão e socou seu pau em mim de novo, me fodendo com mais força, se ajoelhou, me puxou pela cintura colocando-me de 4 e me comeu mais, agora tirando todo o pau de mim e socando tudo até o fundo de uma só vez, me virou então de barriga para cima, pegou em meu calcanhares com as mãos separando minhas pernas, estiquei o braço e coloquei seu pau na portinha, ele então começou a meter, eu não estava mais me aguentando, então ele esticou o braço, tirou minha mão de meu pau e continuou a punheta em mim, eu olhava e via aquele homem gostoso me comendo e me punhetando, o que eu podia querer mais, então ele passou as pernas sobre mim, segurou meu pau e desceu o corpo até encostar o cu na cabeça do meu pau, desceu o corpo até se sentar em mim, fazendo meu pau desaparecer dentro do seu rabo, sem dizer uma só palavra começou a cavalgar em meu pau, se punhetando e olhando fixo em meus olhas, não aguentando mais de tesão disse a ele: - precisa sair que vou gozar. Ele apenas continuou até sentir que eu gozava, soltou o corpo e com todo meu pau enterrado em seu cu me deixou gozar até o final. Ficou mais um tempo com meu cacete em seu rabo, então se levantou trazendo seu pinto em direção ao meu rosto abri a boca e ele começou a gozar, dentro da minha boca, em meu olho, meu rosto, meu cabelo, enfim gozou em tudo, saiu rápido de cima de mim, pulou no chão ao meu lado, pegou meu pau na mão, levou o rosto até ele e começou a mamar em meu pau amolecendo e melado, lambeu minha porra da barriga, veio até meu rosto e mesmo com porra na boca, ele lambia toda sua porra que estava espalhada em meu rosto, então para me surpreender ainda mais, ele aproxima sua boca da minha e começa a me beijar, assim que nossas bocas começam a se abrir no beijo e sua língua entrando trazendo junto a porra de sua boca, safadamente engoli enquanto sentia sua língua passear em minha boca, ele então se levantou, estiquei o braço, peguei em seu pau já amolecendo, puxei em direção ao meu rosto e mamei deliciosamente naquele cacetão melado e meio mole. Então ele me olha e diz: - amo você garoto. E vai para o banheiro, volta e se deita ao meu lado já se cobrindo. Também fui ao banheiro, voltei apaguei as luzes e entrei debaixo das cobertas ao seu lado, imediatamente ele se instalou de conchinha em mim, com uma das mão meio que virou minha cabeça, segurou em meu pau mole, me deu um delicioso beijo na boca e disse: - amo você de verdade. E assim nós dormimos.

ESPIEI MEU PRIMO TOMANDO BANHO, E DEPOIS ELE METEU A ROLA EM MIM

Era uma quarta feira, e eu estava indo pra ficar uns dias na casa do meu pai (pois no fim de semana iriamos fazer uma viagem de família). Chegando lá, me deparo com meu primo Vítor. Bom, ele era alto, magro, cabelo liso, bonito, saradinho, tem uns 20 anos. Ele mora em Belo Horizonte, e aproveitou as férias do trabalho pra ficar um tempo com a família (hospedado na casa do meu pai). Eu e Vitor sempre fomos muito próximos quando ele morava em São Paulo com a família. Crescemos juntos! E até tivemos aquele lance de descobrir o corpo juntos. Isso mesmo, quando éramos quase adolescentes, fizemos um tipo de "troca-troca" no quarto dele. Mas depois disso, os pais dele e ele se mudaram pra BH e de certa forma, deixamos de ser tão próximos. Meu pai é solteiro, e mora sozinho. Então, só ficava eu, e meu primo em casa (meu pai, na maior parte do tempo ficava no trabalho). E lá é o tipo de casa que todo mundo que vai, se sente em casa, e meu primo não era diferente. Andava pra lá e pra cá de samba canção e sem camisa. Bom, conversamos sobre diversas coisas, contamos as novidades! Aquela coisa típica de primos mesmo. Mas durante toda a conversa eu só conseguia olhar para aquela barriguinha saradinha, e o quanto ele havia ficado ainda mais bonito. - Gu, eu vou tomar um banho. porque mais tarde tenho que sair pra resolver umas coisas. - Ah, beleza Vítor! Vai lá E então ele foi pro banheiro. Por um instante eu fiquei na sala, mas eu só conseguia pensar no que havia acontecido na infância. E no quanto aquele corpo havia mudado, e que estava ainda mais gostoso. A curiosidade tomava conta de mim, eu queria saber daquele pau. Se tinha crescido, como ficou, se ele estava peludinho. Então decidi me arriscar! Corri pra porta do banheiro. A porta do banheiro, é daquelas que são feitas de um matérial parecido com plástico! Daquelas que a porta dobra várias vezes no canto para abrir. E no canto da porta, tinha uns furinhos, perto da parede. Me atrevi a olhar por aqueles buraquinhos. E dava pra ver tudo! Aquele corpo molhado, saradinho, magro. E aquele pau! Ahhhh, que pau lindo. Pau meia bomba e a ao redor pelos bem baixinhos! (Provavelmente havia se depilado há alguns dias). E em questão de segundos meu pau virou pedra, de tão duro! Vendo aquela cena! Ele ensaboando o corpo, passando a mão levemente na barriga, descendo até o pau, até as coxas. Aquilo me deixava totalmente pirado. E então ele desliga o chuveiro. E eu corro pra sala, sem fazer barulho como se nada tivesse acontecido! Mas eu não conseguia tirar aquela cena da cabeça! Meu primo, que um dia me comeu, e que deu pra mim, estava ali. Bem na minha frente e Ainda mais gostoso do que nunca. Porém estava com receio de meu pai ficar sabendo de alguma coisa. Então preferi não falar, nem fazer nada. Na quinta, lá vai ele tomar banho denovo. E outra vez eu corro pra espiar. Porém, quando ele saiu do banho, ele passou a me olhar diferente. Como se ele tivesse percebido que eu espiava ele. Mas ainda assim, preferi não tomar nenhuma atitude. Até que chega sexta, meu pai sai pra trabalhar, e nos deixa lá. Dormindo. Nesse dia, Vítor foi tomar banho mais cedo do que de costume, e naquele mesmo dia, a noite, iriamos viajar. Então não perdi tempo e fui atras espiar. Eu olho pelo buraco e não vejo ele, procuro com os olhos, onde aquele buraco me permite ver, e nada. Não acho ele. Quando olho pra trás, lá estava ele, so de tualha, com o intuito de me pegar no flagra. - Ahhhhhhh, então não era impressão minha. Você realmente estava me espiando. - Que isso Vítor, tá doido? Só vim ver se você já tinha terminado seu banho, pra eu poder tomar o meu. - Ah Gu, sem essa pra cima de mim. Eu te conheço e não é de hoje. Fiquei meio sem graça e dei um sorrisinho de lado! E então, ele foi se aproximando de mim e foi passando a mão pelo meu corpo. - Então você quer relembrar o que fizemos na infância ? - Eu nem lembro o que fizemos, acho que você vai ter que refrescar minha memória (Disse eu, com tom de brincadeira) - Mas algumas coisas mudou hein Gu? - Tudo bem! É só você ir me mostrando o que mudou. Acabei de falar isso e ele me pegou pelo pescoço e levou a minha boca até a dele . (No começo estranhei, porque até então achei que ele nem curtia mais esse tipo de coisa) E eu sentia aqueles lábios quentes, beijando o meu. E cada vez mais, ele encostava o corpo dele no meu e ia me empurrando até a cama. Eu sentia cada vibração do seu corpo! E sentia aqueles batimentos acelerados. Vítor foi me beijando e foi passando a mão em mim, até que chegou perto da cama, e ele me encostou na parede. - Bom, essa foi uma das coisas que mudou - Opa, assim tá melhor. Eu nunca havia beijado aquela boca, e aquilo me deixava cada vez mais duro! Eram beijos safados, de tirar p fôlego. E então ele deixou de beijar minha boca e foi tirando minha camisa. E logo após foi descendo com os lábios até minha barriga. Então ele levantou, virou se de costas pra parede e disse: - Agora é a sua vez Gu. Quero ver o que você faz de bom com essa boca. Dito isso, eu beijei a boca dele, e depois fui descendo com os lábios pelo seu corpo. Retirei a toalha dele, e comecei a masturba-lo! - Mano, eu quero que você me chupe (Disse ele dando um sorrisinho safado) E então eu comecei a abocanhar aquele pau! Eu sentia o gosto daquela pica, saindo e entrando na minha boca! O pau dele pulsava, e babava de tanto tesao! - Cara, você chupa gostoso demais. Chupa mais chupa. Chupa o meu saco também seu safado. - Cara, Ainda não sei de tudo que mudou, mas to amando essas mudanças - Continua chupando Gu! Chupa seu macho todinho - Aí que saudade que eu tava da sua pica cara - Então chupa vai, mata essa saudade. E eu chupava, chupava com vontade! A ponto de ouvir ele gemendo baixinho de tesao. - Agora fica de pé vai. - Ah, agora é a sua vez de me chupar? - Nada disso, agora eu só sou chupado, e como. - Essas mudanças são demais. Que ótimo E então ele foi me empurrando e me deitou na cama, tirou minha bermuda e segurou minhas pernas pra cima. - Preparado pra tomar pica ? - Sempre estou. - Só não geme muito alto pra não acordar os vizinhos. Dito isso, ele simplesmente forçou o pau pra dentro de mim. Dei um grito -Aaaaaaaai cara! Vai devagar E então ele colocou a mão na minha boca e metia com intensidade no meu cuzinho. - Agora fica de quatro Gu. Agora que você vai sentir gostoso essa pica que você tanto espiava. Fiquei de quatro, e esperei ele penetrar em mim. E de repente sinto uma língua quente e seca no meu cuzinho. Cara, o que foi aquilo. Aquilo me levou ao ápice do prazer, e eu gemia cada vez mais com aquela linguinha! Ninguém nunca havia chupado meu cu, e aquela foi uma das melhores sensações! Passado alguns minutos, ele voltou a meter em mim. E o que me impressionava era que ele metia com vontade, sem cansar. - Você não cansa mesmo hein seu puto. - Ah cara, você não tem noção o quanto eu esperei pra poder meter nesse cu novamente. E aquele pau me deixava cada vez mais arrombado, e cada vez com mais vontade de tomar pica. - Ah cara, eu vou ter que gozar nessa sua bundinha - Goza aonde vc quiser delicia. E então ele tirou o pau do meu cu, e gozou entre a minha bunda e as minhas costas! E eu sentia aquele cheiro delicioso de safadeza, e sentia aquela porra quentinha em mim. - Pronto Gu ? Satisfeito ? - Ah cara, você não tem noção o quanto. Mas você vai ter que me punhetar - Rsrs, tá bom E então ele começou a me masturbar, e não demorou muito e eu gozei. - agora vai tomar um banho que seu pai chega mais cedo hoje . - Não quer aproveitar e me acompanhar no banho ? - Opa, pode ser então! Mas tem que ser rápido. Então fomos pro banheiro tomar banho! E lá, novamente eu pude sentir aquela pica na minha boca e no meu cuzinho me alargando. De longe, foi uma das melhores fodas da minha vida. Infelizmente eu tive que voltar pra casa dias depois, mas Ainda volto lá pra curtir mais um pouco com meu priminho de férias.

DANDO SEM QUERER PARA AMIGO DO PRIMO

Oiee, tudo bem meus caros leitores… Eu ja relatei aqui algumas de minhas aventuras com meu primo Marcos… Mas agora esta é mais uma das minhas aventuras na casa da minha tia rsrs… Mais uma vez eu me dirigi para casa de minha tia, já cheio de más intenções rsrs… Chego na minha tia ja louco para saber do meu primo… Infelizmente, minha tia me diz que ele estava numa festa de rodeio na cidade vizinha… Infelizmente não teria como me aliviar sem meu primo ali… O dia se passou, aproveitei para ajudar minha tia e minha prima...afinal ainda não tínhamos idade para ficar indo a festas...a noite chegou tomei meu banho e minha tia me chamou para arrumar os nossos colchões na sala… Minha tia coloca dois colchões de casal na para eu e meu primo...a noite cai o sono vem mas o tesão não...por volta da madrugada já..ouço meu primo chegando ja totalmente bêbado… e percebo que ele trouxe junto o seu amigo de infância Marcelo...putz ja se foi minha chance… eles chegam se jogam no colchão no escuro da sala mesma… olho para o lado e vejo que meu primo se deitou ao meu lado e seu amigo no canto...não deu outra, o tesão gritava mais alto...como ja era de praxe ja comecei a bolinar meu primo por cima da calça jeans passando a mão bem lentamente por cima do seu pau...e levemente passava minha mão por dentro da sua camisa...de repente sinto que a calça começa a ter um volume mais rigido...ali vi minha chance...meu primo estava ficando de pau duro com a minha caricia silenciosa para não acordar o Marcelo...meu primo lentamente abre sua calça deixando seu pau “ja não torto” para fora, não pensei duas vezes cai de boca naquele pau delicioso e suado daquele homem cheirando a cerveja e suor ao meu lado...segurava o pau dele com a mão e lambia a cabeça daquele pau pra cima e pra baixo e lentamente fazia aquele membro deslizar para dentro da minha garganta...intercalando com minhas mão...lambuzava aquele pau de saliva e punhetava ele lentamente...devido ao risco de acordar o “Marcelo” que roncava ao lado tsrs… lentamente me viro de bruços e lentamente desço meu shorts deixando deixando minha bunda exposta para ser amaciada por aquelas mãos grossas de lida no campo...delicia sentir a mão dele me alisando e seu dedo fazendo cócegas na porta do meu cuzinho...enquanto ele acaricia meu cuzinho minha mão alisa seu pau ja pulsando de tesão...esta foi e deixa para eu passar saliva no meu rabo e mamar mais um pouco meu primo...com muito cuidado me posiciono em cima dele fazendo a cabeça do seu pau se posicionar na porta do meu cuzinho sedento por vara...lentamente fui fazendo o pau rasgar meu rabo..sempre tomando cuidado com as subidas dele..mesmo no risco meu primo dava umas subidas para fazer o pau entrar com tudo...com muito tesão e cuidado consigo alojar aquele membro dentro do me

Ele fez meu irmão de puta....depois eu que virei puta dele

Este conto é real e aconteceu a muito tempo.... meu pai tinha um depósito que era no mesmo terreno da nossa casa e levou um rapaz de 19 anos para morar lá, ele tinha vindo da Bahia procurando trabalho, tinha um quartinho no depósito, meu pai comprou uma cama e uma cômoda para o rapaz, como era da Bahia nós o chamávamos de Baiano, em casa os únicos que gostavam dele eram meu pai e meu irmão mais novo o Fábio, eu não gostava porque ele era muito folgado. Agia como se nós morássemos lá de favor, minha mãe vivia brigando com meu pai por causa dele, ela dizia que ele ficava olhando para ela, ela odiava quando ele ia tomar banho, pois ele deixava o sabonete cheio de cabelos, enfim, ninguém se dava bem com ele além do meu pai e do Fábio, num domingo eu estava na cozinha e vi o Fábio e o Baiano andando pelo depósito indo em direção a um canto do depósito, nesse canto tinha um quadrado de blocos, era pra ser um banheiro da oficina do antigo dono do terreno, mas ele nunca terminou e ficou somente o quadrado sem teto e sem porta, eu vi os dois entrando ali e comecei a imaginar porque o Fábio defendia tanto o Baiano, mas eu quis comprovar, sai da cozinha e dei a volta na pilha de mercadorias que tinha no meio do depósito, assim eles não me veriam chegando, quando cheguei lá fui me encostando no muro devagar sem fazer barulho e ouvi um barulho de estalo, tinha vários buracos no muro então resolvi olhar por um deles e vi lá dentro do quadrado, o Baiano estava sentando em um bloco e o Fábio chupando o pau dele, o pau era grande e grosso e tinha uma cabeça enorme que enchia a boca do Fábio, eu fiquei ali olhando sem fazer barulho queria ver até onde eles iam, depois do Fábio chupar muito aquele pauzão o Baiano falou: “ – Vira a bunda.” Meu irmão virou sem reclamar, e abaixou o shorts, o Baiano deu uma lambida no rabo dele e encostou a rola, segurou na cintura do meu irmão e começou a empurrar aquele pauzão no meu irmão, ele bombou muito no rabo dele que pelo visto já estava acostumado com aquela rola, bombou até gozar no rabo do Fábio, tirou o pau mole, ficaram conversando um pouco, eu não entendia o que falavam pois conversavam baixinho, de repente o Baiano se vira e o pau já estava duro de novo, o Fábio vira o rabo pra levar mais rola, e o baiano mete a rola gostoso de novo no meu irmão, mais uma gozada no cu dele. Quando ele tirou o pau os dois começaram a se arrumar então percebi que iam sair dali e eu saí antes que me vissem, fiquei com a cena na cabeça, meu irmão de 4 na frente dele e o Baiano metendo aquele pauzão todo no rabo dele, no dia seguinte meu pai resolveu sair com a minha mãe para tentar se acertar com ela e como sempre eu tive que ficar cuidando do Fábio e minha irmãzinha, ela trouxe uma amiga e ficaram brincando no quarto o Fábio estava no quintal, eu estava vendo um filme na sala, depois de algum tempo já eram umas 9 horas da noite fui dar uma olhada no Fábio e ele não estava no quintal a luz do quartinho do Baiano estava acesa mas a porta estava fechada, peguei uma escada grande que tinha em casa, coloquei na parede que ficava no fundo do quartinho e subi bem devagar sem fazer barulho, eu estava certo, o Fábio já tava levando rola do Baiano de novo, estava com uma cueca do Baiano enrolada enfiada na boca para abafar os gemidos, ele estava deitado de costas na cama e o Baiano comendo ele gostoso, depois virou o Fábio de bruços e continuou mandando rola, mesmo com a cueca na boca eu ainda ouvia os gemidos do Fábio, ali na cama o Baiano metia com mais força, conseguia pegar ele de jeito, virou o Fábio de ladinho e continuou comendo até gozar, ficou abraçado com o Fábio sem tirar o pau de dentro, o Fábio tirou a cueca da boca e começaram a conversar baixinho, davam risadas e falavam mas não dava pra entender o que falavam, de repente o Fábio começa a rebolar o pau do Baiano ainda estava dentro e pelo jeito estava endurecendo, o Fabio começou a gemer, chegou a gemer alto, o Baiano pegou a cueca enrolada e enfiou na boca dele, dava pra ouvir os hurros dele, os dois deitados de ladinho e o Baiano metendo a rola no Fábio, lambia a orelha dele o pescoço e metia a rola gostoso, depois virou o Fábio ficando deitado de costas e o Baiano no meio dele, o Fábio com as pernas em volta da cintura do Baiano e ele por cima do Fábio tipo “papai e mamãe”, e depois de bombar muito o Baiano gozou de novo, ficaram de novo engatados, conversaram mais um pouco e de repente o Fábio começa a gemer de novo, o pau do Baiano estava ficando duro de novo mas o Fábio falou alto : “ – Tira ta doendo.” Baiano “ – Não! Aguenta que eu quero gozar de novo.” Fábio “ – Não tira...tira...tira...aii...aiii...tiraaaa.” Nisso o Baiano tampou a boca do Fábio e continuou metendo a rola mandando ele calar a boca pra eu não escutar, bombou forte até gozar pela terceira vez, tirou o pau e mandou o Fábio ir embora, desci da escada enquanto eles se arrumavam e voltei pra sala, o Fábio entrou com cara de choro e foi direto pro banheiro, fiquei com a cena na minha cabeça nem dormi direito naquele dia lembrando da cena, fiquei a semana toda observando e percebi que o Baiano estava comendo o Fábio todo dia, mas eu não segui mais os dois, deixei rolar, só que não conseguia tirar a cena dele estuprando o Fábio na cama dele...fiquei a semana toda pensando naquela cena, até que no sábado eu fui dar uma volta de bicicleta de noite e quando cheguei em casa eram 8 horas da noite, tomei um banho, me vesti e fui assistir televisão, meus pais tinham saído e levado o meus irmãos junto eu estava em casa sozinho, de repente o Baiano entrou em casa e veio até a sala, quando ele entrou eu imaginei a cena dele comendo o Fábio na cama dele, ele veio na minha direção e tirou o pau pra fora, já estava duro, olhei pro pau dele sem falar nada, e do nada ele disse: “ – Vem aqui viado, chupa minha rola.” Eu fiquei quieto não me mexi nem falei nada, ele veio na minha direção e disse: “ – Eu mandei tu chupar minha rola seu viado, depois eu vou comer o teu cú filho da puta, vem aqui.” Me pegou pelo braço e me deitou no sofá, tirou toda a roupa e veio pra cima de mim, meteu a rola na minha boca e me fez chupar aquele pauzão, eu chupei gostoso, ele me virou de costas pra ele, eu fiquei de 4 no sofá e empinei bem a bunda, ele disse: “ – Viado do caralho, ta doido pra dar o cú né filho da puta, seu boy do caralho, fica se achando, agora ta aqui de 4 pra mim, vou arregaçar teu cu seu viado.” Caiu de boca no meu rabo e chupou gostoso meu cú, enfiou a língua nele, depois veio com aquela tora dura como pedra enterrando tudo no meu cú, a cabeça era muito grande, doeu muito eu cheguei a dar um grito mas ele não quis saber, meteu a rola sem dó, bombou forte no meu cú, meu rabo ardia, mas eu não falava nada só gemia na rola dele, ele comeu meu cu com vontade e ficava me xingando. “ – Toma rola viado, eu sempre quis comer teu cú pra vc deixar de ser metido, viado do caralho, quero ver tu me olhar com desprezo agora seu puto, vou comer teu cu todo dia.” Eu continuava de 4 aguentando o tranco, ele metia cada vez mais forte, ele queria me fazer gritar, gemer e chorar, e fez. Depois de bombar muito no meu cú ele gozou, tirou o pau e foi se lavar no banheiro, depois voltou e me levou pro quarto dos meus pais, me deitou na cama e meteu a rola na minha boca de novo pra eu chupar, até ele ficar bem duro ai ele veio e me comeu de novo, deitado de lado, de frango assado, de costas e ele por cima ate gozar, encheu meu cu de porra de novo, tirou o pau me pegou pelo braço e disse: “ – Agora vamos na minha cama que vou te comer lá sua bicha.” Me levou até o quartinho dele sem roupa, me comeu de 4 de novo meu cu já estava ardendo eu comecei a falar que não estava mais aguentando, ele não disse nada me empurrou e eu cai deitado de bruços na cama, ele veio por cima e bombou forte assim em mim, respirava ofegante, bombou até gozar de novo, tirou o pau e disse. “ – Sai daqui viado, já comi teu cu agora vaza, quando eu quiser te comer de novo eu te aviso.” Eu sai com o cu arrombado e ardido. Depois de dois dias ele me comeu de novo e começou a comer direto até ir embora de lá. Se gostaram deixem comentários que eu posto mais contos como esse....

Seduzido pelo meu próprio tio (adorei)!

Este relato aconteceu a quatro anos atras. Meu tio na época tinha 25 anos e hoje em dia eu tenho 18 anos. Eu morava com minha avo e com dois outros primos na faixa da minha idade. Este meu tio sempre foi de varias brincadeiras de tocar muito no meu corpo ou brincar de lutinha. Um dia ele tinha brigado com sua esposa e então decidiu dormir la em casa. Ele arrumou um colchão de casal e colocou no chão da sala e falou que iria assistir um filme. Eu estava na cozinha lavando o resto das vasilhas de jantar e ele chegou por trás, so de samba canção e me encouchando perguntou se eu queria assistir um filme com ele, eu disse que sim mas antes ele tinha que entregar um papel para um amigo em uma faculdade. Quando estávamos indo ate a faculdade, meu primo da minha idade quis ir com nos. Eu e meu primo fomos atras porque éramos novinhos e ele foi na frente so de samba canção e uma blusa bem fina. Quando chegamos la eu vi que meu primo tinha dormido e logo falei pro meu tio, "Fabricio dormiu tio". Ele então me olhou com um olhar de safado e sorriu, passou foi segundos ele começou a tocar no pau e balançar ele dentro do samba canção. Meu coração foi a mil e eu não quis olhar diretamente porque quis me fazer de difícil. Logo ele parou pois seu amigo estava chegando. Ele entregou o envelope e continuamos o caminho de volta pra casa. Enquanto voltamos ele reclamou de uma dor na coxa porque tinha caído do cavalo e logo depois mandou eu acordar Fabricio porque tinha dormido. Chegamos em casa e ele me chamou mais uma vez pra assistir o filme (American Pie). Eu claramente aceitei, ainda mais depois do acontecimento no carro e então ele deitou e como ele tinha reclamado de dor na coxa me pediu para fazer uma massagem com um oleo corporal. Comecei a fazer e ele levantou o samba canção, o que me deixou completamente louco porque conseguia ver o volume perfeitamente tao perto da minha mao. Cada segundo parecia uma eternidade e meu coração parecia pular pra fora do meu corpo, minha boca salivando de vontade de cair de boca nele e eu tremia muito. O filme começou a passar muita besteira e então o membro delicioso dele começou a crescer e ele logo pediu desculpas. Ele então falou que estava bom de massagem e queria que eu pegasse um copo de agua para ele. Assim que me levantei para ir ate a cozinha ele foi atras e quando abri a geladeira ele veio por trás e me encoxou mas dessa vez o pau dele estava muito duro então eu comecei a tremer muito e logo me virei. Ele então pegou minha mao e levou ate seu pau dentro do samba canção, e ele suspirou, "que mãozinha gelada, esta nervoso Andre?" eu engoli seco porque era uma sensação de desejo com medo e luxuria ao mesmo tempo que me deixou louco mas queria me entregar muito para tudo aquilo. Ele massageava seu pau com minha mao e depois ele tirou e passou minha mao em meu rosto para eu sentir o cheiro do pinto dele. Ele então disse, "voce gosta desse cheiro?" Eu não conseguia falar nada e apensar balancei a cabeça, então ele disse "Espera ate sentir o gosto". Ele então saiu e deitou de novo. Eu segui ele e me deitei ao lado dele. Ele então tirou o samba canção debaixo da coberta e jogou do meu lado, pegou minha mão e levou ate seu pau de novo, meu cu ate piscava de tesao. Ele então segurou minha cabeça e foi direcionando ate seu pau mas eu era muito novo e aquilo era tudo muito novo pra mim. Ele me mandou chupar e cheirar mas também segurar e olhar pra ele. O pinto dele não cabia direito na minha mao mas eu chupei porque eu adoro uma rola e isso eu sabia desde sempre. Ele gemia baixo para não acordar ninguém e ele foi socando cada vez mais forte na minha garganta e toda vez que eu engasgava ele pediu desculpas mas me culpava por saber chupar bem. Ele então sem avisar gozo na minha boca e eu assustei, então logo tirei da minha boca. O restante da porra caiu na barriga dele e ele mandou eu lamber, eu lambi. Ele então mandou eu ir deitar na minha cama porque ele iria dormir. Eu fui mas antes precisava tomar banho porque minha bermuda estava toda molhada de gozo, sem nem ter me tocado. Dormi super confuso porque ele não me tratou normalmente depois do ato mas na manha seguinte eu estava na mesa de cafe e ele quando acordou foi la do meu lado e tirou o pinto da samba canção e balançou pro meu lado e disse, "O que vamos fazer hoje?" em alto tom. Minha avo entrou a cozinha e ele disse que iria na roça da familia, onde ninguém estava, e perguntou se eu queria ir. Eu pedi minha avo e ela deixou e ele pediu para eu levar uma toalha e uma muda de roupa. Se gostarem me avisem porque vou continuar e contar o que aconteceu no final de semana no sitio...

quarta-feira, 3 de maio de 2017

FUDENDO MEU PAI NA ROÇA DE MARACUJÁ

Sou moreno claro, tenho cabelos e olhos castanhos, 1,72m, 80kg, corpo normal e um cacete de 17 cm grossinho e cabeçudo. Meu pai é vendedor externo de produtos agropecuários e certa vez eu estava de férias e quando ele estava saindo para o trabalho disse que ia visitar umas propriedades rurais de clientes, e perguntou se eu gostaria de acompanha-lo. Como eu não tinha nada programado para aquele dia eu resolvi ir junto afinal era uma ótima oportunidade de passar um tempo com ele. No caminho conversamos sobre diversas coisas, inclusive sobre sexo, que nunca foi um tabu lá em casa, ele queria saber se eu tava comendo muita gente por aí e se estava fazendo isso protegido. Rimos muito, conversamos bobeiras, falávamos das mulheres bonitas que passavam por nós, enfim, o papo era muito agradável a a companhia dele também era ótima. Meu pai é um pouco mais alto que eu, moreno queimado de sol com alguns fios brancos começando a surgir em seu cabelo. Chegamos na primeira fazenda, visitamos uma produção de café e após os procedimentos que ele precisa va realizar saímos para a segunda fazenda que tinha uma bela produção de maracujá. Chegamos lá, conversamos com o produtor e fomos visitar a produção. Tinham poucos lavradores trabalhando, afinal já era hora de almoço, conversamos com alguns dele e enquanto meu pai discorria sobre um novo produto para livrar a plantação das pragas eu avistei um cara gostoso pra caramba, negro, alto, pude perceber o corpo esculpido pelo serviço pesado e um sorriso mega-sacana. Ele percebeu meus olhares de desejo e deu uma pegada no pau por cima da calça só pra me provocar. Meu pau subiu na hora, mas eu não queria dar bandeira ali e resolvi sair da beira. Me embrenhei pela plantação e quando percebi que estava bem longe de todo movimento saquei meu pau pra fora da calça e passei a tocar uma deliciosa punheta pensando no moreno que acabara de ver. Estava tão entretido na bronha, de olhos fechados, que nem percebi que meu pai estava me procurando e ao me ver exclamou: - Que porra é essa aqui?! Me assustei, tentei guardar meu pau pra dentro da calça mas o susto sempre deixa a gente sem ação, acabei encarando meu pai com meu pau ainda meia bomba pendurado na minha braguilha aberta. Meu pai riu, e logo disse que se eu tava com tanto tesão podia ter esperado chegar num posto de gasolina e usado um banheiro para me aliviar. Ri, meio envergonhado e comecei a guardar meu cacete. Nesse momento meu pai se aproximou e disse: - Nossa, meu filhinho realmente cresceu. Que caralho é esse em muleque! Ri, mas fiquei lisonjeado com a fala dele. Meu pau acabou dando sinal de vida e ele percebendo a situação disse: - Cara, termina de se aliviar, se não você vai continuar com esse pau duro na viagem e ainda temos umas fazendas pra visitar. Eu hesitei, porém ele disse que já que eu já tinha perdido a vergonha ele também ia tocar uma e dar uma aliviada. Falando isso baixou suas calças e começo a tocar uma bronha freneticamente. O pau dele era bem menor que o meu, porém era bonito e apetitoso. Devia ter uns 16 cm, com a cabeça pontuda e descoberta. Eu então senti tesão pelo meu pai pela primeira vez. Queria cair de boca e mama-lo mas ainda estava assustado com a situação. Comecei a tocar punheta também ao lado dele ele então quando viu meu cacete completamente duro exclamou: - Meu filho, você deve fazer um estrago quando come alguém, que porra de caralho grande e grosso é esse! Falando isso ele segurou meu cacete. Eu dei uma leve gemida e ele percebendo que eu tinha curtido disse que ia tocar uma punheta pra mim. Fechei meu olhos e curti o momento. A mão do meu pai estava batendo pra mim. De olhos fechados percebi que ele havia abocanhado meu cacete. Me entreguei ao momento e passei gemer e a fuder a boca dele. Ele se levantou me deu um beijo molhado, sacana e gostoso, e disse que nunca imaginou que seria tão bom curtir uma sacanagem com o próprio filho. Combinamos de ter essa situação como nosso segredo e logo em seguida eu me abaixei e mamei o cacete dele, provocando gemidos intensos no meu pai. Ele então se virou e deixou a sua bunda na minha cara. Abri sua bunda com as mãos e comecei a brincar com meus dedos em seu reguinho. Logo meti um dedo, dois e o cuzinho dele piscava alucinadamente pedindo pica. Perguntei se podia come-lo ele então falo u para eu ir com calma que meu cacete era muito grande. Falei que faria com carinho e comecei a pincelar meu pau na ´porta de seu cuzinho. Meti a cabecinha e ele gemeu de forma bem gostosa. Nesse instante ouvimos o produtor rural chamar por meu pai. Assustado meti tudo de uma vez no rabo de meu pai que deu um grito de dor. Dei umas bombadas e logo gozei inundando o cuzinho dele com minha porra quente. Ele disse que ia ter troco. Nos vestimos rapidamente e ao levantarmos percebemos alguém se escondendo atrás dos pés de maracujá. Percebi que o negão que eu havia visto quando cheguei lá e que provocou o meu tesão esteve o tempo todo nos observando. Percebemos por um volume enorme estava no meio de suas pernas. Ele riu de forma sacana pra gente e logo o produtor rural, dono da fazenda chegou aonde estávamos. Meu pai terminou o atendimento e desse dia em diante sempre que podíamos curtíamos uma boa sacanagem juntos. Numa delas inclusive com esse lavrador tesudo que nos observou. Se curtiu o conto vota nele, me dá esse moral